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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 4/set/2021

Governo do Estado inaugura nesta sábado Parque João do Vale em Pedreiras

Maior nome da música maranhense, o cantor e compositor João do Vale dá nome ao mais novo espaço cultural e de lazer do estado, o Parque João do Vale. A inauguração acontece neste sábado (4), às 9h, na cidade de Pedreiras, berço do artista consagrado nacionalmente.

Na programação da inauguração estão previstas diversas atrações culturais e esportivas. Grupos locais farão apresentação de zumba e capoeira, e equipes de jogos ocuparão as quadras poliesportivas durante todo o dia.

O evento contará ainda com a apresentação especial do musical João do Vale, com músicas interpretadas pelo ator Vicente Melo. O musical, realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura, foi sucesso de público em diversos estados.

O Parque João do Vale é um marco histórico para a cidade de Pedreiras e um dos maiores centros de convivência, diversão e arte construídos no estado. Conta com importante área de lazer, valorizando a cultura, o esporte, a vida comunitária e o desenvolvimento do turismo.

Entre as atrações estão o memorial João do Vale, a escola de música e o centro de referência da juventude, réplica de uma estação de trem (referência ao sucesso musical “De Teresina à São Luís” do artista), biblioteca (com espaço infantil e tecnológico), 4 Praças temáticas: Pisa na Fulô, Carcará, Asa do Vento e João do Vale, brinquedos interativos / instrumentos musicais, restaurante, auditório, academia ao ar livre, área de churrasqueira, quadras de areia e poliesportiva, 3 playgrounds, fonte luminosa e outras atrações paisagísticas.

João do Vale – breve biografia

Nascido na cidade de Pedreiras-MA, em 1933, João Batista do Vale foi um compositor que marcou a música popular brasileira.

Desde pequeno gostava muito de música, mas logo teve de trabalhar, para ajudar a família. Aos 13 anos foi para a capital maranhense, onde participou de um grupo de bumba-meu-boi, o Linda Noite.

Dois anos depois, começou sua viagem para o Sul, sempre em boleias de caminhão: em Fortaleza-CE, foi ajudante de caminhão; em Teófilo Otoni-MG, trabalhou no garimpo; e no Rio de Janeiro-RJ, onde chegou em dezembro de 1950, empregou-se como ajudante de pedreiro numa obra no bairro de Ipanema.

Passou a frequentar programas de rádio, para conhecer os artistas e apresentar suas composições, na maioria baiões. Depois de dois meses de tentativas, teve uma música de sua autoria gravada por Zé Gonzaga, Cesário Pinto, que fez sucesso no Nordeste. Em 1953, Marlene lançou em disco Estrela miúda, que também teve êxito; outros cantores, como Luís Vieira e Dolores Duran, gravaram então músicas de sua autoria.

Em 1964 estreou como cantor no restaurante Zicartola, onde nasceu a ideia do show Opinião, dirigido por Oduvaldo Viana Filho, Paulo Pontes e Armando Costa, que foi apresentado no teatro do mesmo nome, no Rio de Janeiro. Dele participou ao lado de Zé Kéti e Nara Leão, tornando-se conhecido principalmente pelo sucesso de sua música Carcará, a mais marcante do espetáculo, que lançou Maria Bethânia como cantora. Como compositor, em 1969 fez a trilha sonora de Meu nome é Lampião.

Depois de se afastar do meio musical por quase dez anos, lançou em 1973 “Se eu tivesse o meu mundo” e, em 1975, participou da remontagem do show Opinião, no Rio de Janeiro.

Tem dezenas de músicas gravadas e algumas delas deram popularidade a muitos cantores: Peba na pimenta, gravada por Ari Toledo, e Pisa na fulô (baião de 1957, gravado por ele mesmo).

Em 1982 gravou seu segundo disco, ao lado de Chico Buarque, que, no ano anterior, havia produzido o LP João do Vale convida, com participações de Nara Leão, Tom Jobim, Gonzaguinha e Zé Ramalho, entre outros. Em 1994, Chico Buarque voltou a reverenciar o amigo, reunindo artistas para gravar o disco João Batista do Vale, prêmio Sharp de melhor disco regional.

Faleceu em São Luís MA no dia 06 de dezembro de 1996, sendo sepultado em sua cidade natal, Pedreiras.

  • Jorge Vieira
  • 3/set/2021

Edivaldo recebe apoio de Djalma Melo, ex-prefeito de Arari, à sua pré-candidatura ao governo

Edivaldo Holanda Junior (PSD), ex-prefeito de São Luís, divulgou nesta sexta-feira (3) mais adesões do interior do estado à sua pré-candidatura ao governo do Maranhão em 2022.

O pedessista recebeu o apoio de Djalma Melo, que foi prefeito de Arari, região da Baixada Maranhense, por dois mandatos e encerrou a administração com alta aprovação popular. Djalma também é ex-presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), reconhecido e respeitado pelo seu trabalho como gestor municipal entre prefeitos e ex-prefeitos de várias regiões do Estado.

Em suas redes sociais, Edivaldo agradeceu a adesão de Djalma Melo e destacou o crescimento da sua pré-candidatura nos municípios maranhenses.

“Agradeço o apoio do ex-prefeito de Arari e ex-presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), Djalma Melo, da sua esposa Graça e do vice-prefeito da cidade, Raimundo Silva (El Shaday), à nossa pré-candidatura ao governo do Maranhão em 2022. Djalma fez um ótimo trabalho como gestor público e vai contribuir muito com o nosso projeto para o Maranhão. A cada dia temos recebido mais adesões de líderes e amigos que querem caminhar conosco. Muito obrigado a todos!”, publicou Edivaldo em suas redes sociais.

Prefeito de São Luís por dois mandatos consecutivos, Edivaldo vem pontuando muito bem em todas as pesquisas de intenção de voto para o Governo do Maranhão desde que deixou o comando da Prefeitura da capital, no final de 2020.

Desde que teve o seu nome confirmado como pré-candidato pela direção nacional do Partido Social Democrático (PSD), em agosto deste ano, o ex-prefeito de São Luís tem mantido uma intensa agenda de encontros com políticos e lideranças de todo o estado em apoio à sua corrida rumo ao Palácio dos Leões.

Além de Djalma Melo, Edivaldo recebeu ainda o apoio do vice-prefeito de Arari, Raimundo Silva, o El Shaday.

  • Jorge Vieira
  • 3/set/2021

Brandão comunica que votará em Lula e se aproxima ainda mais do PT

O vice-governador Carlos Brandão (PSDB), pré-candidato ao Governo do Estado no grupo do governador Flávio Dino (PSB), comunicou ao presidente estadual do PT, Augusto Lobato, que votará em Lula para presidente da República em 2022 e que torce para o PSDB não lançar candidatura própria a fim de facilitar a aliança nacional e não Maranhão.

Brandão disse ao dirigente petista, que a aliança eleitoral do PT com o PSDB não é ideológica, mas para derrotar o fascismo representado na candidatura de Jair Bolsonaro. A decisão do vice-governador, de aderir à candidatura do líder petista e torcer por uma aliança nacional dos dois partido, aproxima ainda mais Brandão da direção estadual da legenda de Lula.

Na conversa entre os dois dirigentes partidários, Lobato, que é pré-candidato a deputado e já manifestou preferência pela candidatura de Brandão, reafirmou que o PT não abrirá mão de participar da chapa majoritária do grupo do governador e disse e que não descarta indicar o vice de sua chapa, caso ele seja escolhido para representar o grupo do governador.

Na conversa que teve com o titular do blog Jorge Vieira nesta manhã de sexta-feira (3), Augusto Lobato observou que as conversações que Lula teve com o senador Tasso Jereissati (PSDB) quando esteve no Ceará, em agosto, após cumprir agenda no Maranhão, abriu perspectiva de uma aproximação maior entre as duas legendas. Lula, inclusive, ligou para o presidente do PT para agradecer a boa acolhida que teve no estado.

O dirigente estadual do PT disse ainda que o partido está fechado com a candidatura do governador Flávio Dino ao Senado e que o centro da tática eleitoral para 2022 é participação na chapa majoritária como vice ou primeiro suplente de Dino, reeleger os deputados José Carlos e Zé Inácio e ampliar as bancadas na Câmara Federal e Assembleia Legislativa.

  • Jorge Vieira
  • 2/set/2021

Bira diz que Bolsonaro é incapaz de olhar para as necessidades da população

O deputado federal Bira do Pindaré (PSB) considera uma vitória da classe trabalhadora a derrubada  da Medida Provisória 1045, minirreforma trabalhista, pelo Senado. Na avaliação do parlamentar foi mais uma derrota do goveno de Jair Bolsonaro, que pretendidia com a MP criar espaço para trabalho escravo e redução de salário dos trabalhadores

Segundo o deputado do PSB, foi a terceira tentativa do governo usar o Congresso Nacional para reduzir direitos de trabalhadores de forma sorrateira. Em seu entendimeto, não é reduzindo direitos que o governo vai gerar  empregos e sim a economia, que está destruída.

“É bom lembrar que quando fizeram a reforma trabalhista, no governo Temer, prometeram milhões de empregos e isso não aconteceu. Fizeram a reforma da Previdência, prometeram novamente milhões de empregos, também não aconteceu e não vai acontecer porque o que gera empregos é a economia e infrlizmente a economia do Brsil está destruída pelo governo Bolsonaro, um governo incapaz de olhar para as necessidades da população”.

Bira disse ainda, em discurso na Câmara, esperar o que este assunto não volte mais a ser discutido no Congresso “de maneira sorrateira para destruir direitos da classe trabalhadora com a desculpa de gerar empregos para jovens que na verdade era apenas um pretesto para transformar nossa linda juventude em mão de obra barata e descartável”.

  • Jorge Vieira
  • 2/set/2021

PL do deputado Rubens Jr prevê jornada de trabalho diferenciada para Mães de pessoas com deficiência Deputado Rubens Jr.

Criar uma jornada especial de trabalho para servidoras públicas – da União, das autarquias e das fundações públicas federais – que são mães de pessoas com deficiência. Este é o objetivo do Projeto de Lei nº 3047/2021, de autoria do deputado Rubens Pereira Jr, protocolado nesta quarta-feira (1/9) na Câmara Federal. O PL atualiza a Lei nº. 8.112/1990.

“Só quem convive com pessoas com deficiência sabem o nível de dedicação exigida. Há casos em que a atenção, o amor e o carinho se dão quase que em tempo integral, impossibilitando outras tarefas relevantes”, comentou o deputado Rubens Jr.

O horário especial de trabalho poderá ser concedido mediante a comprovação de uma junta médica oficial, independentemente de compensação de horário.

  • Jorge Vieira
  • 2/set/2021

Edivaldo acerta com o PSD iniciar visitas aos municípios em outubro

Pré-candidato ao Governo do Estado, Edivaldo Holanda Junior, acertou com a direção estadual do PSD iniciar suas visitas ao municípios a partir de outubro. O ex-prefeito de São Luís, que pretendia começar suas andanças pelo interior do Maranhão em setembrro, devido ao grande fluxo de lideranças aos seu escritório políticos para manifestar apoio decidiu dedicar mais este mês para conversações antes de colocar o pé na estrada.

O presidente estadual do PSD, deputado federal Edilázio Júnior e o deputado estadual César Pires, estão cada vez mais otimistas com a aceitação do nome de Edivaldo no interior do estado. Os dois parlamentares tem visitado com constância os municípios, onde matém contatos com lideraças locais, e estão certos que a candidatura do ex-prefeito da capital e viável e tem com potencial para cresccimento.

“Estive visitando vários municípios, de diversas regiões e por onde passei não encontrei a menor resistência ao nome de nosso candidato. O que pude perceber é que Edivaldo é um nome de muito fácil aceitação, possui um potencial extraordinário e vamos caminhar com eles por todo o Maranhão. O ex-prefeito é um político que inspira confiança, é sério, transparente e muito carismático”, diz César Pires.

Seguro de suas possibilidades na corrida ao Palácio dos Leões, o ex-chefe do Executivo da capaital mante´um rotina de conversa com lideranças, pouco liga para quem está montando estrutura gigante para dar demonstração de força política, mas não consegue decolar. Recebe diariamente ex-prefeitos, vice-prefeito, vereadores, líderes municipais e comunitários enquanto prepara a agenda para percorrer o estado.

Edivaldo Holanda Junior tem conversado com as vias politicas alternativas dos municipios, ou seja, as correntes políticas que fazem oposição aos chefes de Executivos municipais ou simplemesnte desejam apoiar uma candidatura copetitiva, com reais chances de vitória e se cacifarem para pleitos futuros, o que não dizer que apoio deprefeitos não sejam bem vindos.

Prefeitos aliados dos deputados Edilázio Júnior e César Pires, por exemplo, serão apresentados  a ele no momento oportuno, provavelmente durante a maratona decompromissos que estão sendo programados para o próximo mês, quendo a pré-campanha do candidato do PSD entratará em outro patamar.

  • Jorge Vieira
  • 1/set/2021

Lula lidera e pode vencer no primeiro turno, diz pesquisa Quaest

Em outro cenário, o petista alcança 46% dos votos e Bolsonaro, 26%. Ciro atinge 8%, Doria, 6%, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), 1%. De acordo com os dados, 7% disseram que não votariam em postulante algum e 5% relataram indecisão.

 

Em um terceiro cenário, Lula, Bolsonaro e Ciro conseguem os mesmos percentuais – 46%, 26% e 8%, respectivamente. Doria alcança 5% e a senadora
Simone Tebet (MDB-MS), 2%. Segundo as estatísticas, 8% não optaram por candidatura alguma e 5% disseram estar indecisos.

Em um quarto cenário, o ex-presidente Lula atinge 44% do eleitorado e Bolsonaro, 25%, seguido pelo apresentador José Luiz Datena (PSL), com 7%. Ciro aparece com 6% e Doria com 3%, seguido pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), com 2%, e por Simone Tebet, com 1%. Ao todo, 6% afirmaram que não votariam em postulante algum e 5% ficaram entre os indecisos.

No quinto cenário, Lula consegue 44% dos votos e Bolsonaro 24%, seguido por Ciro e por Datena, os dois com 7%. Depois viriam Mandetta e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), ambos com 2%, e Simone Tebet, com 1%. Os números mostraram que 7% não apontaram preferência alguma e 5% relataram indecisão.

Foram entrevistadas 2 mil pessoas por meio de questionário presencial entre os dias 26 e 29 de agosto nos 27 estados brasileiros. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

Em um eventual segundo turno, Lula ganha de Bolsonaro por 55% a 30%. Em agosto, o petista tinha 54% contra 33% do seu adversário.

Bolsonaro só venceria em um eventual segundo turno contra Rodrigo Pacheco (36% a 33%).

Em segundo turno entre Ciro e Bolsonaro, o pedetista tem 45% dos votos e o seu oponente, 33%.

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