Visando combater a pobreza rural e a preservação do Bioma Amazônico, o Governo do Maranhão e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida) assinaram, na quarta-feira (9), o memorando da missão de apoio à implementação do Projeto Amazônico de Gestão Sustentável (Pages).
A solenidade foi realizada no Salão de Atos do Palácio dos Leões, em São Luís, com a presença de representantes do Governo do Maranhão e do Fida.
A assinatura do documento conclui o trabalho da missão que acontece desde o último dia 7, com o objetivo de alinhar as ações que serão desenvolvidas pelo Pages no Maranhão, desde analisar o estado geral das atividades iniciais para implementação do projeto, acompanhar a conclusão do Acordo com a Agência de Cooperação Internacional (ACI) e outras tratativas sobre o projeto.
A Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF) é a entidade executora do projeto, em parceria estratégica com o Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma) e a Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp). O projeto também conta com parceria com as Secretarias de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA), e de Planejamento e Orçamento (Seplan).
De acordo com o secretário de Estado da Agricultura Familiar, Diego Rolim, a assinatura do memorando inicia a implementação do projeto no Maranhão; as equipes alinharam e discutiram vários pontos para dar celeridade à execução do Pages em 2023.
“O Pages será crucial na região amazônica para que possamos adotar a agroecologia nas comunidades indígenas e tradicionais e gerar renda a essa população. Então, essa missão do Governo do Estado com o Fida é para alinhar a implantação do Pages no início de 2023, que irá beneficiar milhares de famílias rurais e o meio ambiente. Será vital a participação de várias Secretarias do Governo do Maranhão, pois iremos demonstrar o que cada secretaria vai trabalhar nesse projeto, todas as ações e projetos voltados ao público beneficiário, da região amazônica do estado”, destacou Diego Rolim.
A oficial de Programas do FIDA, Cintia Guzman, pontuou a importância do Pages e de como o projeto irá impactar a vida, principalmente, de agricultores familiares.
“A missão do Pages foi importante para alinharmos as ações do projeto que será implementado no Maranhão. O Pages é um programa que vai beneficiar muitas pessoas e garantir segurança alimentar e condições de produção, combate à pobreza e preservação da Amazônia Maranhense”, explicou.
A presidenta da Agerp, Loroana Santana, afirmou que a missão foi importante para discutir os próximos passos do Pages, que contará com o apoio do órgão na elaboração e atendimento ao público beneficiário. “Será uma conjugação de esforços para melhorar a vida dos homens e mulheres do campo”, afirmou.
Com custo de US$ 37 milhões, o Pages irá beneficiar cerca de 80 mil habitantes da área rural do Maranhão. Deste total, 50% serão mulheres e 25% jovens, e 15% serão de integrantes de comunidades indígenas e ou tradicionais, como quilombolas e quebradeiras de coco babaçu.
A área de atuação do projeto inclui três regiões do Maranhão: Amazônica, Gurupí e Pindaré, além das terras indígenas de Arariboia. No total, abrange uma área de 58.755 km², que se estende por 37 municípios e, aproximadamente, 72% da floresta amazônica do estado, uma região sob constante ameaça de desmatamento e degradação por extração ilegal de madeira e desmatamento para agricultura de larga escala.
O governador Carlos Brandão (PSB), em postagem na rede social, disse que saiu bastante otimista de uma reunião que teve com o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) quanto as demandas solicitadas para o Maranhão.
“Estive com o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, amigo de longa data. Conversamos bastante sobre o andamento da transição do governo federal. Saio muito entusiasmado porque não tenho dúvida de que nossas demandas serão atendidas. O Maranhão e o Brasil terão dias melhores”, enfatizou o governador.
Brandão, que está em Brasília acompanhando de perto a transição governamental e tratando de interesses do Maranhão, já conseguiu com a bancada federal R$ 25 milhões em emendas para a construção do centro de convenções da UEMA e aplicação na saúde e tem mostrado bastante otimismo com a futura gestão de Lula.
Conforme o governador, todas as verificações sobre a segurança do sistema eleitoral brasileiro confirmaram que não há irregularidade e que nossas eleições seguem padrões internacionais de lisura. “Agora é hora de trabalhar pelo Brasil e principalmente pelo Maranhão”.
247 – Em sua primeira visita ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu parlamentares e fez um discurso emocionado na manhã desta quinta-feira (10).
Lula repetiu a frase de quando assumiu a Presidência pela primeira vez: “a prioridade zero, outra vez o mesmo discurso que eu disse em dezembro de 2002, não tem que mudar uma única palavra. Se quando eu terminar esse mandato cada brasileiro tiver tomando café, tiver almoçando e jantando outra vez, eu terei cumprido a missão da minha vida”.
“O fato é que eu jamais esperava que a fome voltasse nesse país, jamais. Quando eu deixei a Presidência, eu imaginava que nos dez anos seguintes esse Brasil estaria igual a França, igual a Inglaterra, teria evoluído do ponto de vista das conquistas sociais. Esse país fez o impeachment de uma mulher com a mentira de uma pedalada, a pretexto de melhorar esse país. Esse país viveu o maior processo de negação da política que eu conheço na história. Neste país, eu fui acusado das maiores infâmias, sem que o acusador jamais pudesse provar. Eu não tive que provar minha inocência, eu tive que provar a culpa de quem me acusou tive que provar a culpa do Moro, do Dallagnol. E graças a Deus conseguimos provar”, completou.
O deputado federal eleito Duarte Jr esteve em Brasília, na quarta-feira (9), onde encontrou-se com o presidente eleito, Luís Inácio Lula da Silva (PT), para junto com outros deputados eleitos entregar carta que pede comprometimento com políticas voltadas para a juventude. Duarte Jr também participou de reunião com a bancada do PSB que irá compor a próxima legislatura da Câmara Federal.
Duarte Jr assinou uma carta, junto com outros deputados, que pede o comprometimento do próximo governo com políticas voltadas para as juventudes. Um dos compromissos solicitados na carta é o avanço na elaboração do Plano Plurianual 2023-2027, olhando para programas e para a reestruturação da Secretaria Nacional de Juventude.
A carta foi entregue ao presidente eleito, Luis Inácio Lula da Silva. “Junto com outros deputados que representam a juventude brasileira estamos pedindo, desde já, o comprometimento do próximo governo com políticas voltadas para as juventudes. Queremos ensino público de qualidade e inserção no mercado de trabalho, pois entendemos que isto será fundamental para a retomada do crescimento do Brasil a partir do próximo ano”, destaca Duarte Jr.
No Brasil, os jovens representam 23% da população, sendo a maior geração de jovens da história do país. Por isso, os deputados e deputadas que assinaram a carta pedem que esse tema seja tratado com o protagonismo e urgência a partir de 2023.
Outro compromisso de Duarte Jr em Brasília foi uma reunião geral com a bancada do PSB que assume a partir de 1º de fevereiro de 2023. Os deputados e deputadas federais eleitos e reeleitos se reuniram com o atual líder do partido na Câmara, o deputado Bira do Pindaré, para dialogar sobre os trabalhos da Casa.
Bira do Pindaré lembrou que o PSB agora se prepara para uma nova fase de contribuição na reconstrução do Brasil. “É hora da retomada dos caminhos da esperança e da fé”, disse.
Esta foi a segunda viagem de Duarte Jr a Brasília desde que foi eleito deputado federal nas eleições deste ano. Em outubro, ele visitou a Câmara dos Deputados e reuniu-se com lideranças e a direção nacional do PSB, incluindo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira.
Derrotado de forma humilhante no primeiro turno da eleição para governador do Maranhão, o senador Weverton Rocha (PDT), que não parabenizou o vencedor e só reapareceu dia 4 de novembro quando anunciou seu retorno às atividades parlamentares no Congresso Nacional, levou um tapa de luva do governador Carlos Brandão (PSB) esta semana no corredor de acesso ao plenário da Câmara Federal.
Brandão o cumprimentou de forma cordial, mostrou civilidade ao trocar algumas palavras com ele, mostrando ao seu ex-oponente que a eleição ficou para trás e o que interessa agora são os interesses do Maranhão, daí sua presença em Brasília para conversar com a bancada maranhense sobre as emendas impositivas que vão garantir ao estado execução de obras para benefício da população.
Fruto da boa relação com a classe política, Brandão conseguiu com a bancada federal a destinação de R$ 25 milhões das emendas impositivas ao estado para dar início às obras de construção do centro de convenções da UEMA e auxílio ao custeio da saúde, benefício este que mereceu o agradecimento do governador pelo esforço dos deputados e senadores.
Eleito em 2018 com o esforço do grupo liderado pelo senador eleito Flávio Dino, o pedetista disse ao reassumir sua cadeira no Senado que havia se licenciado para dedicar mais tempo à campanha para governador e estava retornando com todo gás “para trabalhar pelo nosso estado e pelo nosso país nesse momento tão importante da nossa democracia”. De fato, é isso que se espera dele ao longo do mandato.
Embora não tenha sido parabenizado pela vitória logo no primeiro turno, o que é até protocolar, o governador fez um gesto civilizado ao cumprimenta-lo e espera-se que o ranço por conta da derrota seja diluído em nome dos interesses do Maranhão, ainda que seu oponente no pleito passado tenha feito opção por apoiar o candidato Jair Bolsonaro, da extrema direta com tendência golpista.
Ambicioso, Weverton quis impor um projeto pessoal de poder, achou que já era uma liderança com peso igual a Flávio Dino e Carlos Brandão, se aliou a direta golpista e foi rejeitado nas urnas. Agora, com Lula presidente eleito, tenta se reaproximar e até o parabenizou pela vitória, gesto que não fez em relação ao governador.
Arrogante após ter sido eleito senador, espera-se que o pedetista tenha aprendido a lição.
Em pronunciamento na sessão plenária desta quarta-feira (9), o deputado Rafael (PSB) repercutiu a candidatura do prefeito de São Mateus, Ivo Rezende, à Presidência da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem). De acordo com o parlamentar, o gestor tem aprovação de mais de 90% dos cidadãos são-mateuenses.
“Pelo menos 123 prefeitos demonstraram apoio à candidatura dele à Presidência da Famem. Isso mostra que os gestores estão em sintonia com o governo estadual e que vamos trabalhar com muito mais firmeza para o desenvolvimento do Maranhão”, destacou Rafael.
Bom Lugar – Ainda em seu discurso, o parlamentar parabenizou o município de Bom Lugar pelos seus 28 anos de emancipação política. “Minha gratidão eterna aos bom-lugarenses que acreditam no nosso trabalho. Lá, eu obtive mais de 65% dos votos válidos. Isso nos dá uma responsabilidade muito maior ainda para continuarmos levando mais benefícios à cidade”, concluiu.
Revelações de ex-aliado de Bolsonaro, nesta terça (8), envolvem denúncia de violência doméstica de Jair contra a esposa, Michelle Bolsonaro. Não é a primeira vez que o ainda presidente é acusado de agredir mulheres. Quando deputado, em um programa de TV, Bolsonaro inclusive admitiu que bate em mulher. Essa violência se traduziu também no desmonte das políticas públicas para mulheres que aconteceu em seu governo: cortes de mais de 90% no orçamento das principais políticas, e nenhuma previsão orçamentária para o combate à violência contra as mulheres em 2022 e 2023. Por que será?
O candidato derrotado, ao longo de sua campanha, tentou enganar o povo brasileiro se vendendo como alguém dedicado à família e respeitoso para com as mulheres. No entanto, o histórico de agressões de Bolsonaro às mulheres sempre foi longo e de conhecimento público. Ele nunca fez questão de esconder seu machismo e sua misoginia.
Bolsonaro praticamente zerou o orçamento de 2023 para 47 políticas públicas para mulheres, o que inclui verba para creches e educação infantil (corte de 97,5% em relação a 2022). Jair cortou em 99,6% os subsídios para projetos de interesse social em áreas ruais. Não há nenhuma previsão orçamentária para Políticas de Igualdade e Enfrentamento à Violência contra as Mulheres
Vale lembrar também que a obrigatoriedade da elaboração do Orçamento Mulher foi incluída na Lei de Diretrizes Orçamentárias em 2021 pelo Congresso Nacional. Bolsonaro vetou dizendo que isso “contraria o interesse público”, mas os parlamentares derrubaram o veto presidencial.
Relembre as agressões de Bolsonaro a mulheres, que incluem pelo menos dois casos de agressão física (admitidos por ele) e inúmeros comportamentos desrespeitosos e ofensivos contra jornalistas e parlamentares no exercício de suas funções.
O comportamento agressivo e ameaçador de Bolsonaro vem de muito tempo. Episódios ocorridos há muitos anos ajudam a compreender a formação do caráter do homem que hoje governa o país. Durante campanha eleitoral para se reeleger deputado federal, em 1998, Bolsonaro esmurrou por trás a cabeça de Conceição Aparecida, então funcionária da Planajur, empresa de consultoria jurídica que prestava serviços para o Exército. Conceição discutiu com uma apoiadora de Bolsonaro e acabou esmurrada pelo então deputado. Na época, o Jornal do Brasil noticiou a agressão, e o próprio Bolsonaro admitiu ao jornal ter cometido a violência.

Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, e mãe do quarto filho do presidente, Jair Renan, também foi vítima de ameaça. Em 2011, a Embaixada do Brasil na Noruega entrou em contato com Ana Cristina para questionar porque ela havia se mudado para o país europeu com o filho, então adolescente, sem uma autorização expressa do pai. Ela, então, disse que havia sido ameaçada de morte por Bolsonaro e questionou se poderia pedir asilo na Noruega. A afirmação de Ana Cristina foi registrada em uma comunicação diplomática e noticiada por diferentes jornais, como a Folha de S. Paulo e o Correio Braziliense.
Para muitos, uma piada. Para quem enxerga a mulher com um ser digno de respeito, um ato nojento, reprovável em todos os níveis. O presidente da República, sem a mínima vergonha, deu a um jargão jornalístico conotação sexual para insultar a jornalista Patrícia Campos Mello por ter publicado reportagens sobre um esquema de disparo de mensagens em massa contra o PT para favorecer Bolsonaro nas eleições de 2018.
Ele foi condenado em primeira e segunda instâncias. Uma vitória de Patrícia e de todas as mulheres.
Em 2003, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em frente às câmeras de uma emissora de televisão, o então deputado federal, Jair Bolsonaro, não demonstrou nenhum constrangimento ao insultar a também deputada Maria do rosário, do PT. A parlamentar afirmou que, com seus discursos e posições políticas, Bolsonaro promovia a violência contra a mulher.
O que foi de pronto comprovado. Em resposta, Bolsonaro disse: “Eu sou o estuprador agora? Não vou estuprar você porque você não merece”. Ele ainda chamou a parlamentar de “vagabunda” e a empurrou. Bolsonaro bate em mulher.
Onze anos depois, em 2014, no Plenário da Câmara ele repetiu o ato. Maria do Rosário acabara de fazer um discurso defendendo que os torturadores da ditadura militar fossem responsabilizados. Bolsonaro, que sempre defendeu torturadores, tomou a palavra em seguida e se dirigiu à deputada de maneira agressiva: “Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí. Há poucos dias, você me chamou de estuprador no Salão Verde e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece. Fique aqui para ouvir”.
No dia seguinte, em entrevista ao Jornal Zero Hora, ele repetiu mais uma vez: “Ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar porque não merece”.
Por três vezes o então deputado, ao afirmar que a parlamentar “não merece ser estuprada”, admitiu que outras mulheres podem ser. Pela atitude, após recursos que chegaram até o Supremo Tribunal Federal, ele foi condenado a indenizar e se desculpar com Maria do Rosário.
Talvez de todas as falas machistas de Bolsonaro, a que mais causa repulsa é a em que ele agride a própria filha. “Eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”. A frase mostra que o seu desprezo não se direciona a uma ou outra mulher de quem ele eventualmente discorde ou que seja de espectro político contrário ao dele, mas a todas as mulheres.
Bolsonaro odeia mulheres. Na sua visão, mulheres são fracas, são frutos de um erro, um deslize. À época, Laura, sua filha caçula, tinha apenas seis anos. E já foi alvo da “piada” do pai. Seus irmãos não reprovaram a fala, pelo contrário, consideraram apenas mais uma “brincadeira” do pai.
Em entrevista também durante a campanha presidencial em 2018, Bolsonaro protagonizou um embate com Renata Vasconcellos, no Jornal Nacional. Questionado pela jornalista sobre declarações anteriores em que minimizou a importância da desigualdade salarial entre homens e mulheres, tentou constranger a profissional insinuando que ela receberia menos que o outro apresentador, Willian Bonner, apesar de exercerem a mesma função.
Antes e depois de eleito Bolsonaro deu inúmeras declarações contra a igualdade de remuneração entre homens e mulheres. Para ele, arranjar emprego pode se tornar “quase impossível” para as mulheres, caso sancione o Projeto de Lei 130/2011, que amplia a multa contra empresas que praticam discriminação salarial contra trabalhadoras. O projeto foi aprovado pelo Senado e tramita agora na Câmara.
Ao jornal Zero Hora, em 2014, disse achar justo uma mulher ganhar menos que um homem para fazer o mesmo trabalho, pois pode engravidar e tirar licença maternidade.
Os argumentos do presidente só reforçam a desigualdade, atacam um direito das mulheres e ameaçam anos de luta por isonomia.
Por vezes Bolsonaro direcionou sua fúria e preconceito de gênero contra jornalistas, numa clara tentativa de inibir o exercício da imprensa no país.
Em junho de 2021, em Guaratinguetá, questionou pelo fato de ter chegado ao local sem usar máscara, conforme exigia a lei estadual, o presidente mandou a repórter Laurene Santos, da TV Vanguarda, afiliada da Globo, “calar a boca”.
Dias depois, perdeu o controle novamente. Ao ser indagado sobre o atraso de vacinas contra a Covid-19 e o escândalo dos contratos do imunizante indiano Covaxin, o presidente mandou Victoria Abel, da Rádio CBN, voltar para a faculdade, e que ela “deveria na verdade voltar para o ensino médio, depois para o jardim de infância e aí nascer de novo”.
Em outra ocasião, furioso, dirigiu gritos em tom ameaçador à Adriana de Luca, da CNN Brasil. Ele disse: “Você está empregada aonde? (sic). “Pare de fazer perguntas idiotas”. Durante conversa com apoiadores na entrada do Palácio Planalto, Jair Bolsonaro xingou a jornalista Daniela Lima, da CNN Brasil, de “quadrúpede”.