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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 18/nov/2022

Bolsonaro dá entrada no Hospital das Forças Armadas com dores abdominais

O presidente Jair Bolsonaro (PL) deu entrada no Hospital das Forças Armadas, em Brasília (DF), na noite de ontem (18). Ele sentiu dores na região abdominal e passará por exames, segundo informou ao Estadão fontes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Bolsonaro (PL) já passou por quatro cirurgias desde que foi atingido por uma facada em evento de campanha em 2018 na cidade de Juiz de Fora (MG).

Há suspeita de que uma nova hérnia tenha surgido na cicatriz da cirurgia. O quadro ainda está em avalição e a possibilidade de uma nova cirurgia no local ainda não foi descartada.

 

Pessoas próximas a Bolsonaro (PL) afirmaram que o presidente se machucou durante um ato de campanha e desenvolveu uma infecção na perna, chamada erisipela. Apesar disso, ele planejava retornar ao trabalho na próxima semana. (As informações são do DCM)

  • Jorge Vieira
  • 17/nov/2022

Cotado para o Ministério da Justiça, Dino fala em revogar decretos de Bolsonaro e recolher armas de grosso calibre

247 – Senador eleito e integrante do grupo de transição do governo Lula (PT), o ex-governador Flávio Dino (PSB-MA) defendeu nesta quinta-feira (17) revogar os decretos armamentistas de Jair Bolsonaro (PL). Para ele, este é o “escopo principal” do grupo técnico de Justiça e Segurança Pública do gabinete de transição, que está sob sua coordenação.

Dino, que é cotado para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública – ainda não se sabe se as pastas seguirão unidas ou não – a partir de janeiro de 2023, falou também na possibilidade de recolher armas de grosso calibre, liberadas pelos decretos de Bolsonaro.

Segundo a Folha de S. Paulo, Dino explicou que o porte permitido pelos decretos não configura um direito adquirido.

O senador eleito avaliou que a lei que instituiu o Estatuto do Desarmamento no Brasil foi “objeto de desmonte” pelo governo Bolsonaro, que editou portarias e decretos flexibilizando a posse e o porte de armas.

“O tema daqui para trás exige algumas reflexões. Existe direito adquirido a faroeste? Não. Existe direito adquirido a andar com fuzil, metralhadora? Não também. Imaginemos uma situação de um medicamento que hoje é permitido e amanhã passa a ser proibido. Alguém terá direito adquirido a continuar tomar esse medicamento? Resposta: não. Então é possível que haja um efeito imediato inclusive no que se refere aos arsenais já existentes? É possível. Agora a decisão de mérito o grupo ainda vai tratar, fazer uma proposta ao presidente da República”, declarou o ex-governador.

Sobre armas de grosso calibre, Dino falou na necessidade de uma “modulação”. “O outro tema: e o que está em circulação? Provavelmente, haverá uma modulação, no sentido de que aquilo que for de grosso calibre por exemplo deve ser devolvido, algum tipo de recadastramento, recenseamento”.

Sobre os clubes de tiro, o senador eleito garantiu que não haverá fechamento generalizado, mas sim um maior controle. “Vai haver fechamento generalizado de clubes de tiro? Não. Seguramente, não. Mas não pode ser algo descontrolado, não pode ser liberou geral, porque todos os dias se noticia tiros em lares, em vizinhança, em bares e restaurantes de pessoas e cuja observação estão lá nas matérias dos senhores, possuía registro de CAC (Colecionador, Atirador e Caçador). Então mostra que esse conceito realmente fracassou e aquilo que fracassou deve ser revisto”.

Sobre a separação das pastas da Justiça e Segurança Pública, o senador eleito disse que a “decisão cabe ao presidente Lula”. “Não vamos tratar disso no grupo técnico, porque as opiniões são parecidas e antigas. Esse debate tem pelo menos 20 anos. O presidente Lula conhece as posições, e caberá a ele decidir. O grupo técnico vai tratar de política pública, de segurança na Amazônia, de crimes digitais, questão penitenciária, consumidor. Vamos esperar a posição do presidente Lula, ele é o técnico. Jogador não escala time, quem escala time é técnico. A minha posição é que eu não sou presidente da República. Tecnicamente, eu sempre defendi o modelo de integração”.

Dino tem na tarde desta quinta-feira uma reunião com o atual ministro da Justiça, Anderson Torres.

  • Jorge Vieira
  • 17/nov/2022

Francimar Melo abre o jogo sobre sucessão municipal; PT quer preparar terreno para 2026

De olho nas eleições de 2024 quando pretende lançar candidaturas proporcionais em cerca de 212 municípios e majoritárias nas grandes cidades do Maranhão, o PT, segundo seu presidente estadual, Francimar Melo, disse em entrevista ao programa Contraponto, da Rádio Timbira AM, nesta quarta-feira (16), já discute estratégias para sair fortalecido o próximo pleito e preparar o terreno para 2026 quando o partido vai está no comando do estado com Felipe Camarão, com a provável candidatura de Carlos Brandão (PSB) ao Senado.

“Nós precisamos eleger uma boa bancada de vereadores, em todos os municípios deveremos lançar candidaturas proporcionais. Com isso é necessário que o partido se organize para lançar candidatos a vereador. Além disso temos que discutir qual a nossa estratégia majoritária. Eu tenho pontuado que em todos os grandes municípios o PT lançará candidaturas de prefeito onde for competitivo. Nós não estamos mais naquela de marcar posição, vamos preparar quadros, obviamente nós vamos ser procurados por outras lideranças que querem vir para o PT e nós temos que ter a capacidade de compreender o momento”.

Francimar observou que o presidente eleito Lula tem feito isso no cenário nacional, agregando outros partidos que tem participação nesse governo de colisão e que aqui no Maranhão essa discussão será tranquila. O dirigente petista adiantou que vai propor na reunião do diretório já montar um grupo de trabalho para planejar 2024, pois tem a visão clara que não dar para se preparar uma eleição em ano eleitoral e que em ano eleitoral se disputa eleição, daí a importância de preparar o partido a partir de agora.

“Terminada a eleição, faz-se avaliação, aponta novos caminhos, os equívocos cometido, mas já apontando para o novo momento, então nós estamos muito otimistas sabendo que 2024 será um o divisor de água.  Primeiro nós vamos ter o nosso governador, o PT vai está governando em 2026 e nós temos que estar preparado para dar apoio ao nosso governo junto com os aliados em 2024. Se nós elegermos uma boa representação de vereadores, um bom número de prefeitos e vice-prefeitos, de fato nós vamos estar preparados para enfrentar 2026 com um governo que é nosso, com Felipe Camarão.

Sobre a questão da federação PT/PCdoB/PV Francimar Melo disse que já conversou com o presidente do PV, Adriano Sarney, vai conversar com Márcio Jerry (PCdoB) nesta quinta-feira (17) para fazer análises sobre o novo cenário que vamos viver nos municípios, principalmente nas grandes cidades porque precisarão atuar em sintonia. “Sabemos que os partidos da federação têm projeto, eu já fui procurado por companheiro de município onde já existem duas candidaturas dentro da federação, mas na federação só vai poder sair um, aí nós vamos ter que trabalhar para convencer que só pode um. Mas tem uma regra que diz qual o partido terá prioridade”.

  • Jorge Vieira
  • 16/nov/2022

Flávio Dino e Sônia Guajajara são confirmados na equipe de transição do governo Lula

O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) oficializou nesta quarta-feira (16) os maranhenses Flávio Dino, senador eleito, e Sônia Guajajara (PSOL), líder indígena e deputada federal eleita por São Paulo, como novos integrantes da equipe de transição do governo de Luís Inácio Lula da Silva (PT). Dino e Guajajara são cotados para ser ministros.

Coordenador da transição, o ex-governador de São Paulo anunciou os dois novos integrantes da equipe nesta manhã na sede do Centro Cultural Banco do Brasil, onde estão concentrados os trabalhos, e contou com as presenças da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann.

A historiadora Kelly Araújo, de Grajaú, também foi anunciada esta semana e já está integrada à equipe. Dino integrará a comissão de Justiça e Segurança Pública, enquanto Sônia Guajajara dará sua contribuição ao Ministério dos Povos Originários.

Para o governador Carlos Brandão (PSB), a confirmação de Dino para compor o grupo técnico de Justiça e Segurança Pública de transição do governo do presidente Lula, “sem dúvida, um reforço inestimável para este processo de reconstrução do país”.

  • Jorge Vieira
  • 16/nov/2022

‘Não haverá futuro enquanto continuarmos cavando um poço sem fundo de desigualdades’, diz Lula na COP27

247 – Em discurso na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 27, o presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), comprometeu-se a mobilizar esforços para evitar o desmatamento da Amazônia e atrelar a agenda ambiental à da igualdade social.

“Estou aqui para dizer que o Brasil está pronto para se juntar novamente aos esforços para a construção de um planeta mais saudável, de um mundo mais justo, capaz de acolher com dignidade a totalidade de seus habitantes, e não apenas uma minoria privilegiada”, afirmou Lula.

O líder brasileiro falou que o país saiu vitorioso de uma das eleições “mais decisivas da história”, que conteve “o avanço da extrema direita autoritária e antidemocrática e do negacionismo climático no mundo. E também porque do resultado da eleição dependia não apenas a paz e o bem-estar do povo brasileiro, mas também a sobrevivência da Amazônia e, portanto, do nosso planeta.”

Vale destacar que o presidente eleito do Brasil também defendeu a inclusão de mais países no Conselho de Segurança da ONU e o fim o privilégio do veto, “hoje restrito a alguns poucos, para a efetiva promoção do equilíbrio e da paz.”

Confira o discurso de Lula na COP 27

“Sinto-me honrado, porque esse convite não foi feito para mim, foi feito para o meu país e para  povo brasileiro. Este convite, feito a um presidente recém-eleito antes mesmo da sua posse, é um reconhecimento de que o mundo tem pressa de ver o Brasil participando novamente das discussões sobre o futuro do planeta e de todos os seres que nele habitam. Um planeta que a todo momento nos alerta que precisamos de uns dos outros para sobreviver.

Os acordos já finalizados têm que sair do papel. Para isso, é preciso tornar disponíveis recursos para que os países em desenvolvimento, em especial os mais pobres, possam enfrentar as consequências de um problema criado em grande medida pelos países ricos, mas que atingem de maneira desproporcional os mais vulneráveis.

Estou aqui para dizer que o Brasil está pronto para se juntar novamente aos esforços para a construção de um planeta mais saudável, de um mundo mais justo, capaz de acolher com dignidade a totalidade de seus habitantes, e não apenas uma minoria privilegiada. O Brasil acaba de passar por uma de suas eleições mais decisivas de sua história, uma eleição observada com atenção inédita pelos demais países. Ela poderia ajudar a conter o avanço da extrema direita autoritária e antidemocrática e do negacionismo climático no mundo, e também porque do resultado da eleição dependia não apenas a paz e o bem-estar do povo brasileiro, mas também a sobrevivência da Amazônia e, portanto, do nosso planeta.

Infelizmente, desde 2019 o Brasil enfrenta um governo desastroso, em todos os sentidos. Não por acaso a frase que mais tenho ouvido dos líderes de diferentes países é a seguinte: ‘o mundo sente saudade do Brasil’. Quero dizer que o Brasil está de volta, está de volta para reatar os laços com o mundo e ajudar novamente a combater a fome, para cooperar outra vez com os países mais pobres, sobretudo da África, com investimento em transferência de tecnologia.

Voltamos para ajudar a construir uma ordem mundial pacífica, acertada no diálogo, no multilateralismo e na multipolaridade. Voltamos para propôr uma nova governança global. O mundo de hoje não é o mesmo de 1945. É preciso incluir mais países no Conselho de Segurança da ONU e acabar com o privilégio do veto, hoje restrito a alguns poucos, para a efetiva promoção do equilíbrio e da paz.

Não existem dois planetas Terra. Somos uma única espécie chamada humanidade, e não haverá futuro enquanto continuarmos cavando um poço sem fundo de desiguldades entre ricos e pobres. Precisamos de mais empatia, precisamos construir confiança entre nossos povos e ir além dos interesses nacionais imediatos, para que sejamos capazes de tecer coletivamente uma nova ordem internacional que reflita as necessidades do presente e nossas aspirações para o futuro.

Estou aqui hoje para reafirmar o inabalável compromisso do Brasil com a construção de um mundo mais justo, mais humano e mais solidário.”

  • Jorge Vieira
  • 16/nov/2022

Brandão diz que estado monitora aumento dos casos de Covid-19 no Maranhão e no país

Diante do aumento dos casos de Covid-19 no Brasil e no Maranhão, o governador Carlos Brandão usou as redes sociais nesta quarta-feira (16) para informar que o estado acompanha com seriedade o retorno da doença responsável pela morte de quase 700 mil pessoas no país.

“O nosso governo segue acompanhando os números da Covid-19 no Maranhão e no Brasil com a máxima seriedade. Diante do indicativo de aumento dos casos de síndromes respiratória, já ampliamos os leitos da capital e disponibilizamos testagem gratuita no Hospital Genésio Rego”, informou o governador.

Segundo Brandão, a partir da próxima segunda-feira (21), a Policlínica Coroadinho também passará a oferecer testagem gratuita ao público em geral. “Reforço a importância da vacinação para todos os maranhenses, em especial para pessoas com comorbidades. O uso de máscara permanece facultativo, mas é recomendado”.

A doença, que estava sob controle por conta das vacinas, voltou a causar preocupação das autoridades sanitárias devido a uma nova variante que tem elevado o número de casos no país.

  • Jorge Vieira
  • 16/nov/2022

Eleição de Ivo Resende representa o desmonte do esquema de Weverton na Famem

Como já era esperado, a eleição do prefeito de São Mateus, Ivo Resende (PSB), para presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem) para o biênio 2022/2023 deverá acontecer mesmo por aclamação. Apenas uma única chapa foi registrada, fruto de um grande entendimento articulado pelo Palácio dos Leões que desmontou qualquer possibilidade do grupo liderado pelo senador Weverton Rocha (PDT) e seu braço direito, o prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xaver, continuar mandando na entidade que congrega os 217 municípios maranhenses.

Para montar a chapa “É tempo de unidade”, teve papel fundamental nesta articulação que evitou disputas que pudesse provocar racha no grupo governista e buscar o consenso, o governador Carlos Brandão escalou o secretário da Assuntos Políticos, ex-deputado Rubens Pereira, que atuou com maestria nas conversações que culminaram com o consenso formado em torno da chapa. Também teve destacada atuação na formação da unidade o ex-prefeito de São Mateus, Miltinho Aragão (PSB), aliado e articulador da candidatura de Ivo Resende

A construção da unidade para renovação da diretoria da Famem que será eleita dia 21 deste mês e tomará posse em janeiro de 2023, mostra o tamanho do grupo político comandado por Carlos Brandão e Flávio Dino. Os dois líderes simplesmente atropelaram os adversários nas eleições elegendo presidente da República, governador, senador e as maiores bancadas para a Câmara Federal e Assembleia Legislativa, impôs humilhante derrota ao grupo do senador Weverton Rocha e se consolidou como maior força política do estado.

O novo cenário provocado pela reeleição em primeiro turno do governador Carlos Brandão com o apoio da grande maioria dos prefeitos e de partidos estruturados criou o ambiente propício para o entendimento em torno da unidade de um único nome e aí entrou em campo um time de craques escalados pelo governador para buscar o consenso pretendido e o resultado das conversações foi o entendimento pela unidade e apresentação de chapa única, algo incomum nas eleições para presidente da Famem.

Para se ter uma ideia do feito do time de articuladores que atuou pela unidade e evitou disputa, a última eleição para presidente da entidade mobilizou torcidas e dividiu a classe política. A Federação comandada por Erlânio Xavier era tida como um dos pilares da candidatura do senador Weverton Rocha ao governo do estado e teve um dos pleitos mais concorridos de sua história entre Erlânio e o prefeito de Caxias, Fábio Gentil (Republicanos), aliado do governador.

Para chegar ao consenso, os articuladores convenceram Gentil a desistir da candidatura, assim com o prefeito de Coelho Neto, Bruno Silva (PP), que também havia manifestado o desejo de concorrer, deixando o caminho livre para Ivo ser aclamado na eleição da próxima segunda-feira (21), tornando o grupo do governador Brandão e do senador Dino ainda mais forte e o grupo sai muito fraco, com futuro político do senador Weverton incerto diante das sucessivas derrotas: perdeu o controle da Câmara Municipal, a eleição para o governo do estado de forma humilhante e está se despedindo da Federação dos Municípios sem condições sequer de indicar um nome para se contrapor a Ivo Resende.

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