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| Ricardo Murad levou a Saúde ao caos |
Claudino disse que até que o cartão SUS seja implementado, o HUT terá que ter medidas emergenciais e compensatórias. A FMS enviou ao ministro Alexandre Padilha um relatório apontando os problemas, como o gasto de R$ 20 milhões no ano passado com pacientes do Maranhão. O Ministério da Saúde deve repor esses recursos para o HUT até a compensação pelo cartão SUS.
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O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, Jamil Gedeon, participa nesta quinta-feira (9), às 11h, em Cururupu, de ato público em apoio à juíza daquela comarca, Lúcia de Fátima Quadros, que vem sofrendo ameaças em face de decisões judiciais que contrariaram interesses políticos na região. De acordo com a juíza – que já pediu inclusive garantias de vida, extensivas aos seus familiares – a situação na comarca é crítica, vez que, além de telefonemas anônimos recebidos em sua residência, as ameaças e intimidações já atingem também a sua família. Não bastassem as ameaças, a juíza disse que enfrenta, no momento, uma campanha difamatória contra sua imagem profissional.
“Nada disso vai abalar minha determinação de continuar trabalhando com seriedade e independência, cumprindo o meu dever de magistrada”, declarou Lúcia Quadros.
Vários juízes já confirmaram presença no evento – uma iniciativa conjunta do TJMA e da Associação dos Magistrados do Maranhão. Segundo informações da AMMA, diversas representações contra a magistrada foram protocoladas na Corregedoria Geral da Justiça – todas por iniciativa de partes contrariadas com as decisões proferidas pela juíza.
O presidente Jamil Gedeon afirmou que o Tribunal de Justiça continuará dando todo o apoio à juíza e a qualquer outro magistrado ameaçado. “O Poder Judiciário não se curvará ou cederá às inconcebíveis tentativas de intimidação à juíza no cumprimento da sua missão constitucional de exercer a magistratura com liberdade e independência”, assinalou.
Assessoria de Comunicação do TJMA
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A representação do governo na Assembleia Legislativa nunca esteve tão apática na defesa dos interesses do Palácio dos Leões como se observa na presente legislatura. Especialistas em análises sobre o cenário político maranhense acreditam que por falta de argumentos para contestar as denúncias de corrupção que são levadas diariamente ao plenário, seus representantes simplesmente fazem de conta que não ouvem para não ter que responder questionamentos do tipo, qual o critério de dispensa de licitação na contratação dos 72 hospitais prometidos e não entregues à população dentro do prazo estabelecido.