A falta de respeito dos governos comandados pelo grupo Sarney com a população da Baixada é algo inexplicável. Nem mesmo o fato do município de Pinheiro, o mais importante da região, administrado por Filuca Mendes, membro de uma família que historicamente sempre votou nos candidatos do ex-presidente José Sarney, foi suficiente para sensibilizar o Governo Roseana concluir e entregar o Hospital Regional da Baixada Maranhense funcionando. Pelo contrário, abandonaram a obra.
Somente neste primeiro mês de funcionamento, seguindo dados oficiais, foram mais de 1.300 paciente que deixaram de fazer a travessia da Baia de São Marcos para procurar tratamento nos hospitais de São Luís. A procissão de ambulâncias com pacientes das 34 cidades que integram a região em direção a capital já diminuiu consideravelmente e a tendência é desafogar as unidades de saúde e permitir um melhor atendimento da rede pública ludovicense.
Inaugurado no dia 28 de setembro pelo governador Flávio Dino, o hospital está absorvendo toda a demanda por tratamento de alta complexidade. Até a última quinta-feira (22) já havia realizado 44 internações ortopédicas, 21 internações cirúrgicas, 24 internações médicas, sete pediátricas e seis internações na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os casos que necessitaram de cirurgias foram 24 ortopédicas, cinco neurológicas e 24 intervenções cirúrgicas gerais.
Durante reunião da Comissão Intergestora Regional de Pinheiro (CIR), realizada na sexta-feira (23) e que reuniu os gestores de 17 municípios para a assinatura do Termo de Gestão Compartilhada, dentro dos parâmetros dos Conglomerados Intermunicipais de Saúde, o secretário de Estado da Saúde, Marcos Pacheco, comemorou o sucesso e o êxito do hospital neste primeiro mês de atendimento.
“Ficamos muito satisfeitos pelo impacto assistencial que o Hospital Dr. Jackson Lago tem dado aos municípios e, principalmente, aos maranhenses nesse primeiro mês de funcionamento. O governador Flávio Dino luta para acabar com as ‘procissões de ambulâncias’, termo usado pelo saudoso professor Jackson para falar da luta do nosso povo em busca de um atendimento médico resolutivo”, destacou Marcos Pacheco ao falar da importância da regionalização dos serviços de saúde.
O secretário Marcos Pacheco, também explicou a importância de ser mantido o atendimento nos hospitais municipais. “Já conversei com os prefeitos e expliquei que, o Hospital da Baixada veio para somar, e que nenhum gestor poderá fechar as portas dos hospitais municipais por cauda disso. Não é justo com o povo! Pelo contrário, daremos as mãos e pactuaremos agora, em CIR, que todos ajudarão uns aos outros, até chegarmos a um padrão aceitável que permita diminuir o sofrimento das pessoas. O maior compromisso do governo Flávio Dino é com elas e para elas”, pontuou Marcos Pacheco.
A agência de classificação de risco Fitch não deixa dúvidas quanto ao rebaixamento do Maranhão e aponta como causa problemas identificados na condução econômica do governo em 2014. Portanto, mais uma herança maldita deixada pela oligarquia Sarney para o Maranhão.
No comunidado da agência, resta claro ainda que os estados rebaixados manterão acessos aos mercados internacional e nacional. Nada a ver com a inexplicável comemoração da oposição oligárquica de que o Maranhão estaria impedido de buscar novos investimentos.
A mobilização popular pode garantir a criação de uma zona de livre comércio para exportação em São Luís. Um abaixo assinado virtual e a campanha de apoio #Zona de Exportação já foram lançados pelo senador Roberto Rocha, autor do Projeto de Lei 319/2015, que cria a zona franca de São Luís e deverá ser votado na próximas semanas no Senado. A proposta vem encontrando resistência por parte da bancada do Amazonas, onde está situada a zona franca de Manaus.
“A zona de livre exportação de São Luís não concorre com a zona franca de Manaus em nada. A nossa proposta é aproveitar a localização privilegiada da ilha e a existência do porto para criar uma área de exportação, enquanto Manaus tem isenções para produzir para o comércio interno”, explica o senador. Roberto Rocha argumenta que a criação de uma zona franca para a exportação na ilha de São Luís tem o potencial de gerar milhares de empregos e promover o desenvolvimento econômico de toda a região, uma vez que levaria à criação de indústrias de beneficiamento de produtos.
Atualmente, o porto do Itaqui é grande exportador de minério e soja in natura. Com a zona franca, a exportação passaria a ser não apenas de matéria prima, mas também manufaturada.
Abaixo-assinado
Para evitar que a polêmica levantada pela bancada da zona franca de Manaus coloque o projeto em risco, o senador Roberto Rocha deu início a uma campanha de apoio da população do Maranhão, que pode ser fundamental na aprovação do projeto.
Veja todas as formas de participar na página do senador (www.robertorocha.com.br); ou assine o abaixo-assinado virtualhttps://goo.gl/EbL.Rnf
Está explicado de qual cabeça doentia surgiu a ideia de grampos da polícia na Assembleia Legislativa. O Blog do Domingos Costa revelou que Ricardo Murad está tendo surtos psicóticos e acredita que está sendo perseguido, ele teria orientado o genro Sousa Neto a espalhar a lorota de grampeamento para os deputados, mesmo sem nenhum indício.
Conforme as informações divulgadas por Domingos Costa, o quadro de saúde de Ricardo Murad já preocupa a família, porque ele vive tendo delírios e para piorar anda abusando da ingestão de bebidas alcoólicas. A situação é ainda mais grave porque Ricardo não reconhece o problema e se recusa a buscar tratamento profissional.
A alteração do quadro psicológico de Ricardo Murad começou após as eleições e de lá pra cá só tem piorado com o estresse diante dos vários processos no Ministério Público Estadual e Federal, a perda de prestígio e de protecionismo institucional que houve quando a cunhada dele, Roseana Sarney, estava no governo.
Em nota esclarecimento encaminhada à imprensa, nesta tarde de sexta-feira (23), o prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim, afirma que até o momento não foi notificado da decisão judicial que o afastou do mandato e cassou seus direitos políticos pelo prazo de cinco anos e que assim que for comunicado oficialmente vai tomar as providências, segundo ele, para repor a verdade sosa fatos. Cutrim foi condenado por improbidade administrativa a pedido do Ministério Público Estadual.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Sobre notícia divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Ministério Público Estadual, cujo título é “Prefeito é condenado à perda do cargo”, o prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim, presta os seguintes esclarecimentos necessários:
O prefeito ainda não foi notificado oficialmente sobre a referida decisão do juiz Jamil Aguiar da Silva. Assim que o for, tomará as medidas judiciais necessárias e cabíveis visando restabelecer a verdade.
Causou estranheza tal decisão, uma vez que a mesma contraria o que reza a Lei nº 8.429/92, no seu Artigo 20, que determina que a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos só se efetivam com o trânsito em julgado da sentença condenatória.
No início deste mês, o Tribunal de Justiça do Maranhão, através da sua 1ª Câmara Criminal, rejeitou denúncia, também formulada pelo MPE, que versava sobre os mesmos objetos expostos contra o prefeito na ação acatada pelo juiz Jamil Aguiar da Silva.
O prefeito provou que não houve descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (todas as nomeações estão respaldadas na Lei n. 962/2012, devidamente analisada e aprovada pelo Poder Legislativo Municipal, inexistindo qualquer questionamento judicial sobre a mesma), mostrando que a administração municipal já nomeou 378 aprovados no último concurso público, faltando apenas menos de 10% para serem chamados.
O referido concurso, é importante salientar, está em plena vigência de prazo.
“A conduta do gestor não se enquadra na descrição da denúncia ofertada e se entende pelo não recebimento da mesma”, afirmou, na ocasião, o desembargador Bayma Araújo, cujo voto, foi acompanhado pela maioria dos membros da 1ª Câmara.
Desta forma, percebesse claramente que a decisão do juiz Jamil Aguiar só terá seus efeitos concretizados caso seja confirmada pelas instâncias superiores, que em processo análogo julgou improcedentes os fatos narrados pelo magistrado.
É deprimente ver como um mesmo tema é tratado de forma totalmente diferente pelo jornal O Estado do Maranhão. Em setembro deste ano o jornal da família Sarney fez o absurdo de considerar como censura o pedido do governador Flávio Dino (PCdoB) para que fosse retirada uma página fake, onde simulavam que era ele, do Facebook.
O assunto foi explorado de forma completamente deturpada e maldosa e o jornal não fez qualquer retratação sobre o caso. Já nesta sexta-feira (23), foi noticiado episódio semelhante com a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB). Um fake anunciou candidatura de Roseana para o cargo de prefeita, o que o jornal considerou como crime de internet.
De fato a fraude de um perfil pessoal é um crime de internet. A pergunta é porque para o jornal O Estado do Maranhão isso é visto como crime quando é com Roseana e quando ocorre com Flávio Dino é um ato de liberdade de expressão?
Com essa postura, o jornal da família Sarney mostra que perdeu total conexão com o que é jornalismo, interessa apenas o ataque político diante do ressentimento do grupo de Roseana, que é sócia do jornal, não estar mais no poder.