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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 13/nov/2015

Estado e Prefeitura firmam parceria para implantação do Agropolo da Ilha de São Luís

Gov e prefeituraComo parte das ações voltadas para o aumento da produção agropecuária no Maranhão, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária (Sagrima), iniciará este ano a implantação de agropolos. O primeiro a ser implantado, e que funcionará como projeto piloto para os demais, será o Agropolo da Ilha de São Luís.

Em reunião realizada na sede da Prefeitura de São Luís, o secretário de Estado de Agricultura e Pecuária, Márcio Honaiser, acompanhado da equipe técnica da Sagrima, apresentou o projeto do Agropolo da Ilha de São Luís ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior, que ofereceu total apoio na realização do trabalho.

Os cinco primeiros agropolos são Cocais, Rio Balsas, Rio Mearim, Delta do Parnaíba e Ilha de São Luís. O agropolo da Ilha servirá como piloto para os demais e contemplará os quatro municípios de São José de Ribamar, Raposa, Paço do Lumiar e São Luís. Em cada polo, as cadeias produtivas com maior potencial serão incentivadas. No polo da Ilha, o foco será na hortifruticultura e na criação de aves.

Márcio Honaiser afirmou que a parceria com as prefeituras é fundamental para o sucesso da implantação dos agropolos, assim como a participação de instituições de ensino, capacitação e pesquisa. “Com o suporte da Prefeitura de São Luís, o agropolo da Ilha é nosso projeto piloto; daqui é que vão ser disseminadas práticas para as demais regiões do estado”, afirmou.

  • Jorge Vieira
  • 13/nov/2015

Bancos não se habilitam para participar do pregão presencial realizado na CMSL

representantes do Bradesco e Santander compareceram, mas não apresentaram propostas

Representantes do Bradesco e Santander não apresentaram propostas

Um novo edital para contratação da instituição financeira que irá administrar as contas da Câmara Municipal de São Luís deverá ser lançado nos próximos dias, em função de nenhum banco ter se habilitado a participar do pregão presencial marcado para a manhã desta sexta-feira (13), no plenário da Casa. Por falta de interesse no certame, o edital 001/2015 foi considerado deserto.

A pregoeira Leciana da Conceição Figueiredo Pino deu início a sessão pontualmente às 09 horas, solicitando aos representantes do Bradesco e Santander suas respectivas cartas de credenciamento, e eles silenciaram sobre o pedido. O prazo foi prorrogado por mais quinze  minutos, e a solicitação não foi atendida e, automaticamente, o pregão foi encerrado por falta de habilitação das instituições que se apresentaram no plenário do Legislativo Ludovicense.

REPRESENTANTES – Representando o Bradesco estiveram presentes José Clinton Quintão Fernandes (gerente geral), Alberto Sampaio Monteiro (gerente da agência central Rua da Paz) e José Welington Duarte (gerente do setor público). Pelo Santander compareceram Jonatan Diego Avelino Moura (gerente geral) e Antonio Alves dos Santos Neto (gerente local).

Enquanto os representantes do Santander alegaram para não credenciamento a não concordância com alguns aspectos jurídicos do edital e o valor do lance inicial, os do Bradesco se limitaram a não fornecer maiores explicações, além de que irão manter uma conversa com os responsáveis pela licitação.

NOVO PROCESSO – Com a não realização da licitação, uma nova data deverá ser marcada para a realização do certame, após a obediência de um novo processo licitatório com objetivo de contratação de instituição financeira, para prestação de serviço de pagamento da folha de salário dos servidores ativos e aposentados, bem como a concessão de crédito aos servidores, mediante consignação em folha da Câmara Municipal de São Luís.

Para a diretora financeira do Legislativo Municipal – Karina Cordeiro – é lamentável o retardo do processo para contratação da instituição financeira, tendo em vista que o contrato já expirou, mas que os tramites legais, atendendo uma determinação do presidente da Casa – vereador Astro de Ogum – deverá ser obedecido.

“Em um fato inédito, diga-se de passagem, embora esteja abrindo mão de uma prerrogativa administrativa, o presidente insiste que a instituição financeira que deverá ser contratada preencha critérios técnicos, que deverão ser definidos mediante processo licitatório, por isso um novo edital deverá ser publicado nos próximos dias”, informou Karina Cordeiro

  • Jorge Vieira
  • 13/nov/2015

Pavão Filho reúne com o prefeito Edivaldo e pede benefícios para a Cidade Olímpica

PavãoFilhopedeO vereador Pavão Filho (PDT), a Comissão do Conselho Popular da Cidade Olímpica e mais vinte lideranças comunitárias, em audiência com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) solicitaram a complementação da pavimentação asfáltica das ruas 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 do bloco “C”, do referido bairro, um dos mais populosos da cidade.

A melhoria das referidas ruas foi solicitada à Prefeitura de São Luís, através de requerimento do vereador, aprovado pela Câmara Municipal, no qual ele, atendendo uma reivindicação da comunidade, solicitou a inclusão dos serviços no programa de obras ainda de 2015.

O prefeito Edivaldo, após ouvir o pedido, se comprometeu iniciar a execução da obra até janeiro de 2016, o que deixou o vereador e os líderes comunitários bastante entusiasmado com a garantia de que o problema será resolvido em breve.

Pavão destacou o programa arrojado desenvolvido pelo prefeito Edivaldo Holanda para recuperar bairros que estavam precisando de ser vistos pelo poder público. O vereador disse ainda que está otimista quando ao atendimento do pleito, visto que que o prefeito mostrou todo interesse em atender a reivindicação dos moradores das ruas reivindicadas.

  • Jorge Vieira
  • 13/nov/2015

Ex-governadora Roseana Sarney devolveu R$44 milhões enviados pelo governo federal

Brasil, São Luis, MA, 13/01/2014. Retrato da governadora do Maranhão, Roseana Sarney durante reunião com senadores da Comissão de Direitos Humanos de Brasília, em São Luis (MA). - Crédito:MÁRCIO FERNANDES/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Código imagem:177271

Secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Arnoldo de Campos, afirmou que na gestão de Roseana foram devolvidos mais de R$ 40 milhões em recursos que deveriam ter sido aplicados para aumento da produção

“A gente tem muito orgulho de estar ajudando o governador Flávio Dino de tirar o atraso”, afirmou Arnoldo de Campos, secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, do Ministério do Desenvolvimento Social do governo federal.

O representante do governo federal afirmou que atualmente a situação do estado é bem diferente, porque em um passado recente, o governo do estado chegou a devolver repasses federais a Brasília. “Teve época em que esse governo aqui devolvia dinheiro. O ano passado foram devolvidos R$ 44 milhões que tinham sido depositados nas contas desse estado. Por quatro anos, não foi executado um centavo e teve de devolver tudo para Brasília”.

“Isso não pode acontecer e isso não está mais acontecendo”, afirmou Arnaldo. “Infelizmente, nem tudo que a gente levou para os outros estados, a gente conseguiu trazer aqui para o Maranhão. E felizmente agora nós estamos tirando o atraso, governador”.

Aumento de investimento no Maranhão

“Estamos tirando de onde não tem para trazer para o Maranhão”, afirmou Arnaldo, ao elencar uma série de repasses que estão sendo ampliados, apesar do quadro geral de ajuste fiscal. O PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) aqui no estado está saindo de R$ 7 milhões para R$ 13 milhões.

“Nós estamos colocando R$ 4 milhões aqui no governo do Maranhão para compra de tratores, para que eles levem o produto da agricultura familiar”, afirmou. Segundo ele, o governo federal tinha previsto o investimento de R$ 60 milhões para garantir o combate à pobreza extrema por meio da inserção produtiva. “Hoje, nós estamos colocando mais R$ 16 milhões”, afirmou.

O secretário nacional concluiu com um chamado à ação para todos os presentes. “Nós vamos fazer o povo do Maranhão ter aquilo que merece, respeito, oportunidade de trabalhar”.

Dados nacionais

O representante do governo federal fez uma crítica à oposição federal, que ele acusou de tentar tirar R$ 10 bilhões do Bolsa Família. Arnoldo lembrou que foi o programa que tirou o país do Mapa da Fome da ONU nos últimos dois anos. O secretário lembrou que o Bolsa Família tem como contrapartida a exigência de que as crianças vão para a escolha e as mães façam pré-natal. Segundo ele, isso está melhorando o nível de alfabetização do país e melhorando a saúde das crianças.

Atualmente, o Bolsa Família atende 48 milhões de pessoas e, junto com o Salário Mínimo, que cresceu 70% acima da inflação nos últimos anos, tem sido o principal programa do governo federal de injeção de renda na economia. (Do Maranhão da Gente).

  • Jorge Vieira
  • 13/nov/2015

Prefeitura de Santa Inês e bombeiros definem local para instalação do quartel provisório

Bombeiro Militar“É com grata satisfação que confirmamos que a presença do Corpo de Bombeiros deixará de ser um sonho e passará a ser realidade. Graças à boa vontade política do governador Flávio Dino para com o povo de Santa Inês, a partir do próximo mês teremos a corporação instalada em nosso município”. Com essas palavras, o prefeito Ribamar Alves anunciou na última terça-feira (10/11) a sede provisória dos bombeiros em Santa Inês.

Como o gestor havia proclamado, o comando do Corpo de Bombeiros do Maranhão enviou a Santa Inês o tenente-coronel Carlos Mendes, comandante do 6º Batalhão dos Bombeiros da cidade de Bacabal. Ele veio vistoriar os locais oferecidos pela Prefeitura de Santa Inês para abrigar provisoriamente o batalhão dos bombeiros.

Mendes foi recebido pelo prefeito Ribamar Alves e comitiva. Eles estiveram visitando dois locais que possuem estrutura básica erguida. O primeiro local foi o prédio próximo à Secretaria Municipal de Obras (Avenida Juriti, bairro Parque Santa Cruz), local com bom espaço e que adequado para abrigar os bombeiros. O comandante gostou das instalações e disse que com poucas adaptações o local estará apropriado.

  • Jorge Vieira
  • 13/nov/2015

A educação se liberta da palmatória

democraciaLembremos, sim, das palmatórias, da carta de ABC, da tabuada, da confusão silábica, dos liceus esotéricos e da luta árdua sob o sol a pino em busca do conhecimento. Das longas caminhadas para aprender as primeiras letras e ter a alegria de saber assinar o nome, o que de qualquer um fazia um ser especial. No Maranhão, a educação se manteve assim durante décadas.

Pode-se dizer que a educação empacou nesse estado, por falta de interesse, de vontade política, por visões estreitas situadas na administração pública. Ainda as escolas de taipa, de barro, os galpões fedidos, as crianças mal alimentadas, a corrupção contra os recursos do Fundeb e do transporte escolar e nenhum projeto que erigisse a educação como prioridade.

Mas um concurso público lançado recentemente pelo governo Flávio Dino chamou a atenção de toda a comunidade docente e discente do estado e do povo em geral para as mudanças que, em menos de um ano de governo, se operam e cristalizam no setor. Existe, finalmente, um projeto de governo no propósito de revolucionar a educação. Através dele, finalmente, 12 mil professores ganharam promoção e mil outros foram contratados para cobrir o déficit nas escolas.  O Programa Bolsa Escola alcança 1 milhão e 500 mil alunos no estado e injeta R$ 75 milhões de reais na economia. Esse programa previne a evasão escolar, um dos mais fortes obstáculos aos sonhos de melhores dias da juventude maranhense. Foi iniciada a construção de 23 institutos tecnológicos, 30 núcleos de educação integral e 300 novas escolas vão se espalhar pelo Maranhão.

Sobre o concurso, o presidente do Sindicato dos Professores do Estado do Maranhão, Júlio Pinheiro, disse que se trata de uma luta histórica que está sendo atendida pelo governador Flávio Dino. São conquistas do espírito democrata que convulsionou as ruas do Estado exigindo a substituição do entrevado modelo político que ignorava os direitos das mais diversas categorias de servidores. Nas escolas, há eleições diretas para diretores, pondo fim aos apadrinhamentos e indicações políticas. Uma democracia que chegou tarde ao Maranhão, mas que é também uma antiga reivindicação do magistério, alunos e pais de alunos.

E, acima de todas essas conquistas, o Programa Escola Digna consistente na substituição das escolas de taipa e barro por prédios de alvenaria. Apenas para que se tenha uma ideia do abandono a que estava relegado o sistema estadual de educação, nada menos que 161 municípios se inscreveram neste programa.

A nossa educação era, portanto, uma educação de taipa e, num retrocesso secular, tratada a palmatória. Mas, ao que tudo indica, a educação maranhense finalmente está liberta da palmatória sarneisista que a ela tanto maltratou.   (Editorial JP)

  • Jorge Vieira
  • 12/nov/2015

O triste fim do “índio” Uirachuene, o paladino do clã Sarney

O empresário do transporte indígena Uirauchene Alves, que tentou pressionar o Governo e se transformou em paladino da mídia oligárquica, sobretudo dos deputados ligados ao clã Sarney, foi condenado a 14 anos e 7 meses de prisão por extorsão mediante sequestro. A decisão foi do juiz federal José Magno Linhares, da 2ª Vara da Justiça Federal do Maranhão e prevê pena cumprida inicialmente em regime fechado.

Uirauchene se tornou figura fácil nos jornais, blogs e rádios da família Sarney quando acorrentou uma dúzia de índios no Palácio dos Leões e, posteriormente, na Assembleia Legislativa para achacar o Governo a pagar dívida irregular deixada pela ex-governadora Roseana Sarney referente ao transporte escolar indígena dos anos de 2013 e 2014.

UIRAUCHENEPatrocinados pelos deputados Sousa Neto, Adriano Sarney, Andrea Murad e Wellington do Curso, os índios foram usados pelo empresário e permaneceram vários dias em condições insalubres para atender aos anseios de Uirauchene e transformar a situação em pauta para a mídia oposicionista denegrir a imagem do governador Flávio Dino.

Passados quatro meses, a máscara do silvícola com sobrenome da nobreza portuguesa caiu e a Justiça Federal, de acordo com denúncia do Ministério Público Federal de 2004, o condenou pelo sequestro de dois funcionários da FUNASA, que permaneceram oito dias em poder dos indígenas.

A sentença da Justiça Federal considera a situação de Uirauchene como “grave, pois o acusado figurava como representante dos direitos indígenas, exercendo posição de liderança na comunidade, e ao invés de zelar pela paz e ausência de conflitos entre os índios e a FUNASA desse modo não procedeu, devendo ser aplicada maior reprovabilidade a sua conduta”.

Prestes a ir para a cadeia por um crime que ele disse não ter cometido, o empresário soma mais uma mentira no rol que já inclui propina para assessora do governador e sequestro de índio pelo Governo.

Depois de ser santificado pela oposição como soberano de todas as verdades, Uirauchene agora se vê acuado com a realidade.

As informações são do Blog Marrapá.

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