Por Paulo Matos
Neste 26 de outubro, aniversário de Icatu, quero celebrar não apenas a cidade que conhecemos hoje, mas a história que nos trouxe até aqui e as possibilidades de construir um futuro melhor.
Conhecer o passado é fundamental para compreender o presente e planejar o futuro. Icatu tem uma trajetória que merece ser conhecida, estudada e valorizada por todos os maranhenses.
Nossa história remonta ao século XVII, no contexto da presença portuguesa no Maranhão e da formação do núcleo de Santa Maria de Guaxenduba, associado à origem da antiga Vila de Icatu e à formação do primeiro aglomerado urbano lusitano no norte do Brasil. Em 1688, a povoação foi elevada à categoria de vila e, em 1759, transferida para a região onde se encontra a atual sede do município. Em 22 de abril de 1924, Icatu conquistou oficialmente a categoria de cidade.
Essa trajetória é marcada pela presença originária dos povos indígenas e pelas contribuições africanas, portuguesas e açorianas, que, ao longo das gerações, ajudaram a formar a identidade do nosso povo.
Às margens do rio Munim, Icatu construiu sua história econômica e social ligada à pesca, à agricultura, ao comércio e às riquezas naturais de seu território. Seu patrimônio histórico, suas manifestações culturais, suas comunidades tradicionais e suas paisagens constituem um legado que precisa ser preservado e valorizado.
Mas Icatu não é apenas um patrimônio do passado. É também um território de grandes oportunidades para o futuro.
Minha experiência como secretário de Estado do Turismo e, posteriormente, do Meio Ambiente reforçou minha convicção de que o desenvolvimento de Icatu deve integrar suas riquezas históricas, culturais, ambientais e econômicas.
Temos potencial para estruturar o turismo histórico, natural e cultural, valorizar nossa herança açoriana e a memória de Guaxenduba, fortalecer o turismo de base comunitária e ampliar as oportunidades ligadas à pesca, à agricultura, às energias renováveis e à economia sustentável.
Nossos rios, paisagens, comunidades e patrimônio histórico podem impulsionar a geração de emprego e renda, desde que o desenvolvimento seja planejado, respeite o meio ambiente e beneficie diretamente a população.
Essa visão precisa ultrapassar os limites municipais. Icatu deve integrar uma estratégia de desenvolvimento para toda a Região do Munim, articulando os municípios, conectando seus atrativos turísticos, valorizando suas identidades culturais e buscando investimentos em infraestrutura, saneamento, qualificação profissional e promoção turística.
Precisamos transformar nossas potencialidades em políticas públicas permanentes, capazes de gerar resultados concretos. Não basta reconhecer nossas riquezas: é necessário planejar, preservar e investir para convertê-las em desenvolvimento sustentável.
Celebrar Icatu é reconhecer que uma cidade não se resume às suas ruas, praças e construções. Ela é feita de pessoas, memórias, lutas e sonhos compartilhados.
Por isso, neste aniversário, reafirmo a importância de preservar nossa história, fortalecer nossa identidade e planejar estrategicamente o futuro.
Icatu tem história para nos orgulhar, riquezas para preservar e potencial para impulsionar o desenvolvimento de toda a Região do Munim.
Que saibamos honrar o legado dos que vieram antes de nós e construir novas oportunidades para as próximas gerações.
Parabéns, Icatu! Viva nossa história, nossa gente e o futuro que podemos construir juntos!
O governador eleito do Maranhão, Eduardo Braide (PSD), através de mensagem nas redes sociais, cumprimentou o presidente Luís Inácio Lula da Silva PT) pela vitória do segundo turno da eleição presidencial, que deu ao petista um quarto mandato no comando do país.
Além de desejar sucesso em seu novo mandato na presidência da República, Eduardo Braide, disse que buscará o diálogo e uma relação produtiva com o governo federal, sempre colocando em primeiro plano os interesses do Maranhão.
Nesta segunda-feira, ainda sob o calor da brilhante vitória do presidente, Gilberto Kassab, principal dirigente nacional do PSD, partido do novo governador do estado, manifestou o desejo da apoiar a nova gestão de Lula, prometendo apoiar os projetos que considere de interesse do país.

A pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno, aponta empate técnico entre o presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Considerando os votos válidos da amostra total, Lula registra 49,5% e Flávio, 50,5%. A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro informada pelo instituto, de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento mostra estabilidade em relação à rodada de 19 de outubro. Lula passou de 49,7% para 49,5%, oscilando 0,2 ponto para baixo, enquanto Flávio foi de 50,3% para 50,5%, uma oscilação de 0,2 ponto para cima. As movimentações estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar uma mudança no quadro eleitoral.
A série histórica dos votos válidos na amostra total mostra que a distância entre os candidatos é menor do que a registrada em 13 de outubro:
Desde 13 de outubro, Lula passou de 48,4% para 49,5%, enquanto Flávio foi de 51,6% para 50,5%. Na comparação mais recente, porém, os percentuais ficaram praticamente estáveis, mantendo o empate técnico.
Os votos válidos são calculados com a exclusão dos entrevistados que declaram voto branco, nulo ou em nenhum candidato, além daqueles que não sabem ou não responderam.
Na intenção de voto estimulada, considerando todos os entrevistados, Flávio aparece com 47,0% e Lula, com 46,0%. Brancos, nulos ou nenhum somam 5,2%, enquanto 1,8% não sabem ou não responderam.
Na rodada anterior, os candidatos tinham, respectivamente, 46,5% e 45,9%. Flávio oscilou 0,5 ponto para cima e Lula, 0,1 ponto para cima, também dentro da margem de erro.
O relatório também apresenta um cálculo separado, chamado Modelo de Eleitor Provável, que estima o impacto de uma abstenção de 21%. Nesse cenário, Flávio registra 52,4% dos votos válidos e Lula, 47,6%.
Esse resultado utiliza uma seleção dos entrevistados conforme a probabilidade estimada de comparecer às urnas. Portanto, difere dos percentuais da amostra total que apontam empate técnico. A Nexus ressalta que o modelo depende de hipóteses sobre participação eleitoral e não constitui uma previsão do resultado.
Encomendada pelo BTG Pactual e realizada pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, da FSB Holding, a pesquisa ouviu 2.000 eleitores por telefone entre 23 e 24 de outubro, nas 27 unidades da Federação. Segundo o relatório, 90% das entrevistas foram realizadas neste sábado.
A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08234/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 50,6% dos votos válidos na disputa pela Presidência, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) alcança 49,4%, segundo pesquisa Vox Brasil noticiada pelo Metrópoles. A diferença de 1,2 ponto percentual representa vantagem numérica do petista, mas configura empate técnico na margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O levantamento ouviu 2.100 eleitores entre 20 e 22 de outubro e tem nível de confiança de 95%. Os resultados retratam as intenções de voto na reta final da campanha para o segundo turno, marcado para domingo, 25 de outubro.
Na pesquisa estimulada, em que os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Lula soma 45,4% das intenções de voto no conjunto da amostra. Flávio aparece com 44,3%, uma distância de 1,1 ponto percentual. As respostas nenhum, branco ou nulo representam 6%, enquanto 4,3% não sabem ou não opinaram.
O cálculo dos votos válidos considera apenas os entrevistados que escolheram um dos concorrentes. Assim, exclui brancos, nulos e respostas sem definição de candidato, recalculando a participação de cada postulante sobre o total restante. É nesse recorte que os percentuais chegam a 50,6% para Lula e 49,4% para Flávio.
A pesquisa também mediu a rejeição aos dois candidatos. De acordo com os dados publicados pelo Poder360, 47,1% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Flávio Bolsonaro. Lula foi citado por 44,8%. Outros 3,9% rejeitam ambos, enquanto 2,2% não rejeitam nenhum dos concorrentes. Os que não souberam responder ou não opinaram somam 2%.
Na avaliação do governo federal, o levantamento registra 46,9% de aprovação e 48,1% de desaprovação. Outros 5% não souberam responder, segundo os resultados divulgados pela CartaCapital.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03259/2026. Conforme a ficha técnica reproduzida pelo Poder360, o estudo custou R$ 50 mil e foi financiado com recursos próprios do instituto.
A disputa pela Presidência da República permanece acirrada a três dias do segundo turno das eleições de 2026. Pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quinta-feira (22) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de 1,2 ponto percentual coloca os dois candidatos em situação de empate técnico, considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Os dados mostram uma redução da vantagem numérica do senador sobre o atual presidente em comparação com o levantamento anterior. Na semana passada, Flávio registrava 51% dos votos válidos, enquanto Lula aparecia com 49%.
Na comparação entre as duas pesquisas, Lula avançou 0,4 ponto percentual, passando de 49% para 49,4%. Flávio, por sua vez, oscilou negativamente 0,4 ponto, de 51% para 50,6%. Com isso, a distância entre os candidatos diminuiu de dois pontos percentuais para 1,2 ponto.
Embora as variações estejam dentro da margem de erro e não permitam afirmar uma mudança estatisticamente significativa nas intenções de voto, os números indicam uma disputa numericamente mais próxima na reta final da campanha.
A vantagem numérica de Flávio Bolsonaro não representa uma liderança estatisticamente consolidada. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, os resultados são compatíveis com diferentes cenários de votação, inclusive uma eventual vitória de Lula.
O resultado reforça o cenário de elevada competitividade entre os dois finalistas, que chegaram ao segundo turno após uma votação historicamente apertada na primeira etapa da eleição.
O instituto Indexa/Broadcast entrevistou 2.000 eleitores em todo o território nacional entre os dias 20 e 21 de outubro. As entrevistas foram realizadas por telefone.
O levantamento apresenta margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi contratada pela Agência Estado e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-02348/2026.
O cenário para o segundo turno da eleição presidencial apresenta um quadro de equilíbrio, no qual a desvantagem do presidente Lula (PT) em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL) encolheu para apenas um ponto percentual.
A mais recente sondagem Quaest mostra o parlamentar do PL com 45% das intenções de voto, frente a 44% do atual chefe do Executivo. Como a margem de erro do estudo é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois postulantes figuram em situação de empate técnico.
A retração do presidente aparece como o principal elemento de movimentação no levantamento. Em uma semana, o índice de eleitores que declaram recusa ao nome de Lula despencou de 53% para 47%, enquanto a resistência a Flávio Bolsonaro oscilou negativamente de 54% para 52%.
No tocante à preferência do eleitorado, a pontuação do senador registrou queda de um ponto em relação à medição anterior — quando registrava 46% —, ao passo que Lula manteve a preferência de 44% do eleitorado. A fatia de votos brancos, nulos ou de cidadãos que pretendem se abster das urnas permaneceu cristalizada em 9%, e o contingente de indecisos passou de 1% para 2%.
O levantamento encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo entrevistou 2.154 eleitores com idade a partir de 16 anos, no período de 17 a 20 de outubro. A pesquisa possui nível de confiança de 95% e encontra-se devidamente cadastrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-08535/2026 junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participou nesta terça-feira (20), no centro histórico, da maior mobilização já realizada em São Luís nesta reta final da campanha para presidente da República.
Milhares de apoiadores atenderam ao convite do presidente e deram uma verdadeira demonstração de força da campanha do petista no Maranhão, estado onde tem obtido os maiores percentuais de votação das últimas eleições que disputou.
Lula foi recebido na capital maranhense pelo governador Carlos Brandão (MDB), pelo vice-governador Felipe Camarão (PT), pela senadora Eliziane Gama (PT), pelo senador eleito André Fufuca (PP) e lideranças nacionais, entre os quais o presidente nacional do PT, Edinho Silva.
Durante a passagem por São Luís, o presidente que busca a reeleição pediu votos, anunciou propostas relacionadas ao perdão de dívidas e à gratuidade do transporte público nos fins de semana.
Lula informou ainda que seus advogados estavam apresentando ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido para abertura de seus sigilos bancário e telefônico e desafiou o senador Flávio Bolsonaro (PL), a fazer o mesmo. Fe\z esse desafio durante o debata na TV Bandeirantes no domingo passado.
Também participaram da mobilização gigante a deputada federal reeleita Sônia Guajajara (PSOL), o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), o deputado federal eleito Rubens Pereira Júnior (PT) e a deputada estadual eleita Cricielle Muniz (PT).