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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 21/out/2016

Sarney, Lobão e Collor teriam sido beneficiados por ação de grupo alvo da PF

  • Sarney participa, ao lado de Fernando Collor de Mello, de sessão do SenadoSarney participa, ao lado de Fernando Collor de Mello, de sessão do Senado

Os senadores Fernando Collor (PTB), Edison Lobão (PMDB) e o ex-presidente José Sarney (PMDB) teriam sido beneficiados pela ação do grupo de policiais legislativos preso na manhã desta sexta-feira (21) pela Polícia Federal. Todos os três políticos são alvos de investigação no âmbito da Lava Jato.

A Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira (21) diligências no Senado na Operação Métis. Quatro policiais legislativos foram presos por suspeita de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato e em outras ações da Federal.

São eles: Pedro Ricardo (diretor), Geraldo Cesar de Deus Oliveira, Everton Taborda e Antonio Tavares.

Estão sendo cumpridos nove mandados judiciais, todos em Brasília, sendo quatro de prisão temporária e cinco de busca e apreensão, um deles nas dependências da Polícia do Senado. Os mandados foram expedidos pela 10ª Vara Federal do Distrito Federal.

“Foram obtidas provas de que o grupo, liderado pelo Diretor da Polícia do Senado, tinha a finalidade de criar embaraços às ações investigativas da Polícia Federal em face de senadores e ex-senadores, utilizando-se de equipamentos de inteligência”, informou a Federal em nota.

O Ministério Público Federal informou em nota nesta sexta que um policial legislativo afirmou, em delação premiada, que, em quatro ocasiões, servidores públicos – utilizando equipamentos do Senado – fizeram varreduras em imóveis particulares e funcionais ligados a três senadores e um ex-parlamentar investigados na Operação Lava Jato.

O objetivo, segundo as declarações do colaborador, era fazer a chamada contrainteligência: localizar e destruir eventuais sistemas utilizados para escutas telefônicas e ambientes.

Segundo a PF, o diretor da Polícia do Senado “ordenou a prática de atos de intimidação à Polícia Federal, no cumprimento de mandado expedido pelo Supremo Tribunal Federal em apartamento funcional de Senador”.

Os investigados responderão por associação criminosa armada, corrupção privilegiada e embaraço à investigação de infração penal que envolva organização criminosa (art. 2º, §1º, da Lei 12.850/2013). Somadas, as penas podem chegar a 14 anos e seis meses de prisão, além de multa.

O nome da operação faz referência à Deusa da proteção, com a capacidade de antever acontecimentos.

POLICIAIS DO SENADO SÃO PRESOS EM OPERAÇÃO DA PF

Outro lado

Em nota, Collor negou relação com os acontecimentos. “O senador Fernando Collor não tem conhecimento acerca dos fatos narrados na manhã de hoje e nega que tenha se beneficiado de qualquer ação da Polícia Legislativa do Senado Federal que seja estranha às suas funções institucionais.”

O advogado do senador Edison Lobão e do ex-presidente José Sarney, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, negou que seus clientes tenham cometido alguma irregularidade.

“O presidente Sarney ficou completamente atônito, disse que não usa os serviços do Senado desde que saiu do Senado e não fez nenhum pedido de varredura. Ele tem uma estrutura de ex-presidente da República. O presidente Sarney não usou, não fez pedido absolutamente nenhum e não foi feita varredura”, disse Kakay.

A respeito de Lobão, o advogado disse que o senador peemedebista fez pedido justificável neste sentido – da polícia legislativa fazer varredura em sua casa, após os grampos feitos pelo ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado. “O senador Lobão desde 2007, esporadicamente faz na tentativa de encontrar grampos ilegais. O mais importante é que não foi encontrado. Se não foi encontrado, não tem como se falar em obstrução. Se fosse encontrado, teria de ter uma formalização. Ele pediu para efeitos de grampo ilegal e eu acho que é natural. Você tem um cidadão do naipe, do porte de Sergio Machado que grampeia o presidente do Senado e um ex-presidente da República, é natural que você queira saber se tem grampo ilegal”, destacou o advogado.

  • Jorge Vieira
  • 21/out/2016

Nova pesquisa Data M confirma liderança de Edivaldo com mais de 12 pontos à frente

pesquisa-data-m-21102016-02Uma nova pesquisa de intenção de votos do Instituto Data M, divulgada nesta sexta-feira (21), sobre a disputa em segundo turno em São Luís, confirma a liderança do candidato à reeleição pelo PDT, Edivaldo Holanda Junior, com 12,1 pontos à frente do candidato do PMN, Eduardo Braide.

Na pesquisa estimulada, onde são apresentados os nomes dos candidatos ao eleitor, Edivaldo está com 54,7% de intenções de voto e Eduardo Braide com 42,6%. 1,5% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos e 1,2% não sabem ou não responderam.

pesquisa-data-m-21102016-05Considerando apenas os votos válidos, quando não são contabilizados brancos, nulos e indecisos, Edivaldo mantém a ampla vantagem e registra 56,2% das intenções de voto contra 43,8% de Eduardo Braide.

Expectativa de vitória – Independente das preferências eleitorais, 58,1% acham que Edivaldo sairá vitorioso das urnas no próximo dia 30 de outubro. Para 32,8%, Eduardo Braide é que vencerá a disputa. 9,1% não sabem ou não responderam.

pesquisa-data-m-21102016-03Rejeição – O Instituto Data M mediu novamente o grau de impopularidade atribuído pelos eleitores aos dois candidatos. Eduardo Braide é o mais rejeitado com 51,7%. Edivaldo pontua com 39,1% de rejeição. 9,2% não sabem ou não responderam.

O levantamento foi encomendado pela Rádio/ TV Difusora e Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado do Maranhão/ Sinduscon, e registrado na Justiça Eleitoral, no dia 15 de outubro, sob o protocolo MA­09325/2016.

O Instituto Data M entrevistou 800 pessoas, entre os dias 17 e 18 de outubro, em vários bairros da capital. A margem de erro da pesquisa é de 3% para mais ou para menos, sendo 95% de confiabilidade.

  • Jorge Vieira
  • 20/out/2016

Deputado Rogério Cafeteira afirma que falta coerência no discurso de Eduardo Braide

rogerio-cafeteira-decente-550x364Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, o  deputado Rogério Cafeteira (PSB) afirmou que falta coerência ao colega de parlamento e candidato à Prefeitura de São Luís, Eduardo Braide (PMN). Cafeteira declarou que tem respeito por Braide, mas pontuou que o candidato omite certas condutas, como a busca de apoios durante toda sua campanha .

De acordo com Rogério, Eduardo Braide se apresenta como um candidato “apolítico”, mas não apresentou esse comportamento em toda a campanha. O deputado Rogério Cafeteira declarou que essa postura se deu porque Braide não conseguiu nenhum apoio.

“Eu vejo um discurso do deputado Braide, candidato à Prefeitura de São Luís onde ele se coloca avesso aos políticos e se coloca como um candidato independente, que não quis o apoio de ninguém e isso não é verdade. Agora, não tem porque mentir. Ele é “independente” porque ele não conseguiu os apoios, é diferente de você não tentar. Ele não conseguiu os apoios, mas ele foi atrás de todos, agora não tem por que agora ele chegar e omitir isso. Legitimamente uma eleição, uma candidatura se faz com apoios”, lembrou.

Durante seu discurso, Cafeteira lembrou que Eduardo Braide não podia se colocar em uma posição neutra, sem ligações políticas, porque já ocupou vários cargos e foi deputado por dois mandatos também.

“Como será que o deputado Braide foi guindado ao cargo de Presidente da CAEMA? Ele é engenheiro? Ele é técnico? Ele é do quadro da CAEMA? Ele foi presidente político, por uma indicação política. A mesma forma de outro cargo que eu não entendo por que ele tanto nega reconhecer: Secretário de Orçamento Participativo do ex-prefeito João Castelo. Ele foi para lá por que? Ele é expert em orçamento participativo? Ele é economista? Não, ele foi para lá por uma questão política”, ressaltou.

  • Jorge Vieira
  • 20/out/2016

Pesquisa Econométrica mostra Edivaldo com 52,6% contra 47,4% de Eduardo

edivaldo-decenteJornal Pequeno – O prefeito e candidato à reeleição, Edivaldo Júnior (PDT), aparece à frente em pesquisa de intenção de votos, realizada no 2º turno, pelo Instituto Econométrica. Se as eleições fossem hoje, pelos votos válidos, segundo a Econométrica, Edivaldo teria 52,6% dos votos válidos contra 47,4% do candidato Eduardo Braide (PMN); uma vantagem de de 5 pontos percentuais à frente do adversário.

Dos entrevistados 3,8% disseram votar branco ou nulo, enquanto 4,8% não sabem ou não responderam.

Na soma dos votos válidos são retirados brancos, nulos e indecisos, critério utilizado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para a totalização dos votos.

Na pesquisa estimulada, Edivaldo aparece com 48% das intenções de votos contra 43,3% de Eduardo Braide. Apenas 3,8% disseram votar branco ou nulo, enquanto 4,8% não sabem ou não responderam.

A pesquisa está registrada no PESQELE da Justiça Eleitoral sob o nº MA-07755/2016 e foi realizada entre os dias 13 e 15. Foram 1014 entrevistas e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos com um intervalo de confiança de 95%.

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, Edivaldo também lidera com mais de cinco pontos de diferença sobre o adversário. O candidato do PDT tem 46,4% das intenções de votos, enquanto Eduardo Braide tem 41%. Brancos e nulos somam 3,2% e não sabem ou não responderam 9,5%.

Rejeição

A pesquisa Econométrica mensurou, também, o índice de rejeição dos candidatos. Segundo a Econométrica, Eduardo Braide tem 40,1% de rejeição, enquanto o prefeito e candidato à reeleição aparece com 35,3% neste quesito. Poderiam votar nos dois candidatos 18,8% dos entrevistados. Não votariam em nenhum dos dois 2,5% e 3,3% não sabem ou não responderam.

Segundo ainda a pesquisa Econométrica, a decisão sobre o voto está consolidada para 81% dos eleitores. É quase definitiva, mas ainda pode mudar até as eleições para 8,5%. É apenas decisão inicial e ainda estão pensando em quem vão votar 7,7% do eleitorado e 2,9% não sabem ou não responderam.

  • Jorge Vieira
  • 19/out/2016

Moradores do Monte Castelo e Bom Milagre recebem caravana de Edivaldo

caminhada-de-edivaldo-no-monte-castelo-e-bom-milagre-520Moradores do Monte Castelo e do Bom Milagre fizerem uma grande recepção ao prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Junior (PDT), na tarde desta quarta-feira (19), durante mais uma mega caminhada “Todos com Edivaldo”. “A verdade é que Edivaldo é o único candidato sério, ético e que tem experiência para administrar a cidade. Ele está cuidando dos pobres, dos mais necessitados”, enfatizou a estudante Eulália Azevedo Abreu.

No local da concentração, na Rua Paulo de Frontin, uma multidão, formada por moradores, militantes e correligionários, se formou para esperar Edivaldo, a fim de lhe agradecer pelos benefícios realizados em São Luís ao longo dos quase quatro anos de governo municipal. A maioria declarou que quer que o gestor continue para concluir seus projetos e programas.

caminhada-de-edivaldo-no-monte-castelo-e-bom-milagre-219Para a dona-de-casa, Marizaura Cidreira, o candidato à reeleição “Pra Seguir em Frente” teve que arrumar o estrago deixado pela gestão passada para, em seguida, começar a fazer as benfeitorias necessárias em São Luís. “Edivaldo tem que dar continuidade no que já começou a trabalhar. Votarei nele porque acredito que o prefeito em segundo mandato ainda vai fazer muito mais”, afirmou.

Emocionado e feliz com a recepção, Edivaldo agradeceu a manifestação de apoio dos moradores dos bairros do Monte Castelo e Bom Milagre. “É sempre uma surpresa a cada caminhada que faço. Em todos os locais é assim: muita alegria e muito carinho. Muito obrigado pelo acolhimento. No dia 30, votem 12”, pedia.

caminhada-de-edivaldo-no-monte-castelo-e-bom-milagre-204Sempre que podia na da caminhada, Edivaldo conversava com os moradores e eleitores a respeito das propostas que darão continuidade a sua gestão. A alguns jovens, ele relatava ações que pretende incrementar para os próximos quatros anos. “Também vamos criar cursos de empreendedorismo e um serviço de intermediação do primeiro emprego”, completou Edivaldo.

Conforme explicou o candidato da coligação “Pra Seguir em Frente” (PDT, PCdoB, DEM, PROS PTB, PSC, PRB, PTC, PEN, PR, PT e PSL), nos próximos quatro anos, serão revitalizadas ou construídas mais 60 praças, com quadras de esportes e wifi gratuito. Assim como a implantação aos jovens de um Prouni municipal.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 19/out/2016

Othelino diz que gestão Edivaldo é transparente e sem manchas de corrupção

24d8f2a4afaaa3df9be8d4f4309a6cdbO deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) registrou, na sessão desta quarta-feira (19), que o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PDT), candidato à reeleição, nunca teve contra a sua administração nenhuma comprovação de ilicitudes, nenhuma denúncia embasada de corrupção. Ele destacou a transparência das ações da atual gestão em tempos de criminalização da política.

De acordo com Othelino Neto, não há nada que manche a administração do prefeito Edivaldo Holanda Jr nesses quase quatro anos de gestão. “Estamos há 11dias das eleições, e o prefeito da capital nunca teve contra si uma única comprovação ou denúncia embasada de corrupção, de desvio de recursos do município. Isso é algo raro ainda. Mas no momento em que se avizinha a eleição e se radicalizam as tensões, as paixões vão aumentando e o clima fica mais acalorado”, disse o deputado.

Segundo Othelino Neto, encontrar uma mácula em Edivaldo Holanda Júnior, no que diz respeito à forma transparente com que trata os recursos públicos, ninguém conseguiu até agora. “O que prova que o prefeito é um gestor probo, sério e que aproveita os recursos que já são reduzidos e que diminuíram, ainda mais, com a crise pela qual passa o país, para investir naquilo que a cidade realmente merece, combatendo o desperdício, a corrupção”, comentou.

Para o deputado, Edivaldo Holanda Júnior vai completar o seu primeiro mandato e, pela vontade do povo de São Luís e com a bênção de Deus, será reeleito sem uma denúncia de corrupção contra sua administração. De acordo com o parlamentar, assim, ele cumpre o seu dever e, ao mesmo tempo, dá uma lição de que é possível governar prezando pelo cumprimento da legislação.

“Nesse sentido, achei importante deixar registrado este episódio. Não raro, numa etapa dessas, já seriam muitas as denúncias contra o prefeito, mas Edivaldo Holanda Júnior consegue passar, neste momento de criminalização excessiva da política, como um gestor que combate o desperdício de recursos públicos e, principalmente, a corrupção”, frisou Othelino.

Política e criminalização – Na tribuna, Othelino disse ainda que a tentativa de criminalizar, excessivamente, a política, de desqualificar os políticos e de colocar  todos numa vala comum para ter o desprezo da sociedade, isso não faz bem para a democracia, é ruim para a sociedade porque não se pode conceber uma democracia forte e segura sem que os políticos sejam respeitados.

“Existem maus políticos? Sim. Mas há muitos bons políticos, dentre os quais boa parte deles está aqui neste plenário. Eu acho que o que está acontecendo no país, isto é, as apurações, as investigações, as punições merecem o nosso aplauso, mas essa tentativa de criminalizar a política e de execrar os políticos, ela não faz bem para o Brasil”, finalizou o deputado.

  • Jorge Vieira
  • 19/out/2016

Edivaldo diz que não esconde aliados políticos

entrevista-de-edivaldo-no-bom-dia-maranhao-difusora-52O prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Junior (PDT), disse nesta quarta-feira (19), durante a sabatina do Bom Dia Maranhão, da TV Difusora, que não esconde seus parceiros políticos e acrescentou que não tem vergonha de apresentar seu pai, o deputado estadual Edivaldo Holanda (PTC).

“Tenho muito amor pelo meu pai e respeito. Amo muito a minha família, agradeço a Deus pela esposa, pelas filhas que me deu. Tenho muito orgulho de poder ter o pai que tenho”, afirmou Edivaldo em resposta ao jornalista Marcelo Minardi.

Quando aos apoios políticos em relação a sua campanha, o candidato à reeleição pelo PDT, destacou que na sua trajetória política esteve do lado daqueles que querem a mudança do Maranhão que neste aspecto é de conhecimento da população.

“Meu campo político sempre foi ao lado de Jackson Lago, ao lado do governador Flávio Dino. Por tanto, nosso campo político sempre foi bem definido”, falou ao ser questionado pelo jornalista Olavo Sampaio.

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