Em alusão ao Novembro Azul, a Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), está iluminando monumentos e espaços públicos com a cor azul. No total, 467 projetores foram instalados. A ação tem o objetivo de contribuir com a campanha, que tem a proposta de alertar a sociedade, especialmente os homens, para a prevenção do câncer de próstata e testículos.
O secretário municipal de Obras e Serviços Públicos, Antonio Araújo, enfatiza que a intenção do poder público municipal é, destacando a cor da campanha em espaços públicos, despertar nos cidadãos o interesse pelo cuidado com a saúde. “A ideia é chamar atenção dos homens e da sociedade para a importância do diagnóstico precoce. Por isso, durante todo o mês de novembro, os monumentos históricos da cidade recebem a iluminação especial para despertar o interesse da população masculina para essa prevenção”, destacou o secretário.
A iluminação foi instalada em locais como o Forte de Santo Antônio, a Casa do Maranhão, o Espigão da Ponta d’Areia, a Ponte Bandeira Tribuzi e o Palácio La Ravardière, sede da Prefeitura de São Luís, bem como o Palácio dos Leões, sede do poder público estadual. A instalação da iluminação especial para o Novembro Azul foi realizada em prédios que contam com lâmpadas LED RGB, o que permite a troca da coloração.
A adesão da Prefeitura de São Luís vai além da mudança da iluminação nos espaços. A proposta de iluminar os monumentos é executada dentro de um conjunto de outras ações planejadas pelo poder público municipal, especialmente na área da saúde. A intenção do poder público é, através do trabalho conjunto entre as secretarias, promover ações e serviços que beneficiem a população.
NOVEMBRO AZUL
Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, o câncer de próstata é o câncer mais frequente no sexo masculino, ficando atrás apenas do câncer de pele. As estatísticas apontam que um em cada seis homens é portador da doença. A campanha internacional do Novembro Azul, que já faz parte do calendário das campanhas de prevenção no Brasil, tem o objetivo de alertar e conscientizar os homens para a importância dos exames de prevenção ao câncer de próstata e testículos.
São fortes os comentários nos bastidores das eleições 2018 sobre os preparativos para o lançamento da pré-candidatura de Roseana Sarney (PMDB) ao governo do Estado. O ponto de destaque do evento que pretende trazer a São Luís a cúpula nacional do partido, toda sendo investigada na Operação Lava Jato, será a presença do presidente Michel Temer, que tem no ex-senador José Sarney seu principal conselheiro.
A data da grande festa ainda não foi definida, mas segundo informou o programa Ponto Continuando, da Rádio Mais FM, os principais peemdebistas denunciados na Operação Lava Jato por recebimento de propina também aqui estarão para hipotecar apoio à ex-governadora em sua tentativa de recolocar a oligarquia Sarney no comando do Estado.
Além de Temer, o presidente que possui apenas 3% de aprovação, também participarão do ato público, que já está sendo batizado de “festa dos corruptos” Romero Jucar, Moreira Franco, Renan Calheiro, entre outros. Geddel Vieira Lima, um velho conhecido de Roseana, o homem das malas recheadas com R$ 51 milhões, não poderá vir porque está preso na Papuda, em Brasília.
Geddel e Roseana são acusados de terem desviados recursos destinados as obras de recuperação dos estragos provocado pela grande enchente de 2009, quando várias cidades ribeirinhas no Maranhão ficaram submersas. Ele era ministro da Integração Nacional e ela governadora Outra figura de destaque será senador Edison Lobão, o político que depois de Temer e José Dirceu foi o mais citados nos depoimentos de delatores da Lava Jato como beneficiário de propina.
As lideranças do PSDB, tão logo receberam a notícia, pelas mídias locais, de que o ex-prefeito da cidade de Imperatriz, Sebastião Madeira, teria entrado com pedido de intervenção no comando do diretório estadual no Maranhão, junto a sua direção nacional, resolveram se reunir em um almoço nesta quarta-feira (01), para ouvir do presidente Carlos Brandão as avaliações sobre os rumos dos tucanos no Maranhão.
Prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, lideranças políticas, deputados, suplente de senador e o vice-governador se mobilizaram para discutir a repercussão do que até o momento está sendo encarado por todos como uma conjectura, não deixando de causar comoção e apoio à permanência de Carlos Brandão na presidência do PSDB estadual.
“Sou testemunha da sua força de vontade, Carlos Brandão, para que o PSDB no Maranhão crescesse. Infelizmente, nós acompanhamos hoje a notícia de intervenção partidária no nosso diretório. O que está acontecendo neste momento é a tentativa de se construir um projeto diferente do nosso. O nosso partido tem como base a democracia interna, em seu estatuto. Se alguém quiser ser presidente desse partido no Maranhão, que venha, organize seus diretórios e participe da convenção. Que se tenha essa coragem”, protestou Ribamar Soares, presidente do Instituto Teotônio Vilela no Maranhão.
O ex-deputado federal, Hélio Santos, também prestou apoio ao vice-governador do Maranhão e presidente estadual do partido, Carlos Brandão. “Tenho certeza de que a maioria do PSDB estará com você, Brandão, onde você estiver. É você, com sua envergadura política, que tem ajudado o governador Flávio Dino a transformar para melhor a realidade do Maranhão. Vários presentes aqui, que temos história no PSDB, sabemos da importância dessa aliança. E, todos, sem exceção, queremos continuar juntos nessa caminhada e aliança”, afirmou.
“Em time que está ganhando não se mexe” – Foi o que disse o deputado estadual Marcos Caldas. Ele ainda foi enfático ao avaliar a forma como a direção nacional do PSDB poderia estar tentando conduzir os rumos do partido no Maranhão: “Não aceitaremos goela abaixo um pedido de intervenção. Não nos calaremos. Nunca vi na história do Maranhão um vice-governador trabalhar tanto, junto com as lideranças do seu partido, em prol do nosso estado. Por que mexer em time que está ganhando? Qual o propósito real disso tudo?”, questionou.
Outra fala muito esperada foi a do prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando. “Nós somos um partido que realiza. Nós somos um partido que consegue destaque nas gestões em todas as esferas do governo. Nós temos um vice-governador participativo tanto no processo político quanto no processo da gestão. Ele dá orgulho ao nosso partido. Quem está aqui, ouvindo essas palavras, não ouve só com os ouvidos. Ouve com o coração”, declarou um dos prefeitos mais bem votados na história do Brasil, nome de todos os prefeitos tucanos.
“Quando Carlos Brandão me disse, em 2011, que pretendia ser presidente do nosso partido, no Maranhão, eu respondi a ele que estaria ao seu lado desde que fizesse a nossa sigla chegar a todos os municípios de nosso estado. Ele assim o fez. Eu, hoje, cumpro a minha palavra e renovo a minha parceria com Carlos Brandão. Da mesma forma que acredito que todos os que estão presentes nesse almoço também estão renovando”, recordou o deputado estadual licenciado, Neto Evangelista.
E complementou: “Sei de estamos vivendo um momento delicado – o que muito me entristece – porque sei de que temos um pensamento em comum sobre os caminhos do PSDB no Maranhão. Estão tentando desfazer essa trilha. Não faz sentido um partido como o nosso, nascido na social democracia, falar em intervenção. Intervenção esta em prol de alguém que já foi de nosso partido e o deixou por interesse próprio, foi expulso do partido onde estava e agora quer voltar para o comando do nosso partido passando por cima de todos nós. Agora é o momento de união e de mostrar para o restante do país que aqui o PSDB caminha junto e não vai aceitar qualquer decisão tomada por pessoas que desconhecem a nossa realidade local”, concluiu, sob uma chuva de aplausos.
Pinto Itamaraty, suplente do senador Roberto Rocha, também foi categórico ao considerar que, na política, alguns pontos devem ser levados em consideração. “Neste momento, as afinidades não devem levadas para o campo pessoal. Tenho boas relações com todos no partido, mas entendo que a maioria reflete o desejo sincero de permanecermos em nosso projeto, na mesma aliança firmada em 2014”, ponderou.
Carlos Brandão encerrou o encontro agradecendo a presença maciça de todos – cerca de duzentas pessoas, de todo o estado, se organizaram em um tempo recorde só para ouvir o seu presidente estadual -, pondo fim às suposições de que deixaria o partido sem lutar por ele. “Este é um momento de muita especulação midiática. Dou a certeza de que o nosso partido, hoje, está estruturado, preparado para continuar as ações que tem planejado desde 2014. Trabalhamos pelo bem do Maranhão e não desistiremos de nosso propósito. Quem quiser a direção do partido que concorra ao cargo legitimamente”, afirmou Brandão, enterrando de vez a possibilidade de deixar o PSDB maranhense nas mãos de quem pouco ou nada ajudou a construir os seus alicerces.
O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), mostrou indignação com declaração feita pelo senador Roberto Rocha (PSDB), durante depoimento na reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investiga as doações e possíveis irregularidades cometidas pela empresa JBS. Ele classificou de irresponsabilidade a suposição, feita pelo tucano, de que a empresa JBS teria dado, de forma irregular, R$ 11 milhões para o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).
“Vi, mais uma vez, espantado, a irresponsabilidade do senador Roberto Rocha. Numa cena em que parecia desconectado da realidade, ele dava a entender que estava em transe. Resolveu tirar, sei lá de onde, essa declaração irresponsável. Isto não apareceu em nenhuma delação, não foi suposto por ninguém, apenas por ele, num ato que expressa ódio, destempero, despreparo e arrogância de quem se arvora da imunidade parlamentar para caluniar pessoas de bem”, comentou Flávio Dino.
Segundo Othelino, a ira de Roberto Rocha é, especialmente, motivada porque o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura de inquérito para apurar possíveis irregularidades cometidas na campanha do senador para o Senado, a partir de denúncia feita pelo então candidato Gastão Vieira (PMDB). Este inquérito por nº 4610, do Supremo Tribunal Federal (STF), que está tramitando em segredo de Justiça, apura possíveis irregularidades na prestação de contas, inclusive supostas falsificações de documento, o que incomoda o senador.
Para Othelino Neto, em mais um devaneio, Roberto Rocha quis atribuir este inquérito ao governador Flávio Dino como se ele tivesse poder de influenciar naquilo que propõe o procurador Rodrigo Janot. “A irresponsabilidade realmente é de espantar. Mas o político que sugeriu, que difamou, no caso da JBS, especificamente, é o mesmo que votou contra as medidas cautelares que haviam sido determinadas pelo Supremo Tribunal Federal para serem aplicadas contra o senador Aécio Neves em razão das relações estranhas, possivelmente, espúrias com a JBS. Fatos esses que foram alvo de gravação pelo próprio proprietário da empresa, hoje preso, e que geraram a denúncia pelo Ministério Público Federal, pedindo o afastamento do parlamentar e a imposição de medidas cautelares”, comentou.
Postura incoerente – Na tribuna, o deputado disse estranhar que esse mesmo senador, que não deixou que um colega seu, do PSDB, fosse investigado, agora queira “jogar lama” em quem tem uma vida limpa, em quem nunca teve um escândalo envolvendo o seu nome. “É muita irresponsabilidade, é muita leviandade, é pena que o Maranhão tenha um senador desse quilate. Mas não dá para esperar muita coisa mesmo, afinal de contas Roberto Rocha lidera o trio de pára-choques do presidente da República, Michel Temer (PMDB)”, afirmou.
O deputado disse ainda que, dos três senadores maranhenses, Roberto Rocha é quem está lá como fiel escudeiro do presidente da República, Michel Temer (PMDB), apesar de Edson Lobão e João Alberto, ambos do PMDB, também estarem na linha de frente do governo, que tem a rejeição de quase a totalidade do povo brasileiro e que a aceitação, nada mais é, do que a margem de erro na última pesquisa de 3%.
“Vejam só a incoerência do senador Roberto Rocha, o mesmo que votou pela cassação do mandato da presidenta Dilma Rousseff por, supostamente, ter cometido pedaladas fiscais, foi contra as medidas cautelares propostas pelo Supremo Tribunal Federal para investigar o senador Aécio Neves (PSDB), sendo que uma era presidente da República e ela foi acusada de pedaladas fiscais; o outro foi flagrado em um diálogo, no mínimo indecente, com um empresário com graves indícios de corrupção. Então, esse é um dos senadores que está lá representando o Maranhão”, disse Othelino.
Segundo o deputado, Roberto Rocha nunca conseguiu superar o fato de ter sido preterido, historicamente , pelo povo do Maranhão e não ter chegado ao governo do Estado. “Na cabeça do senador, o fato dele ser filho de um ex-governador dava-lhe o direito de ser governador, antes dos outros. Ele falava sempre que tem fila, como se a fila fosse algo hereditário, porque a cultura política do senador é a oligárquica que o povo já enterrou. Então, ele nutre isso, essa angústia, esse recentemente”, comentou.
Governo e negociatas – Durante o pronunciamento, Othelino disse esperar que, nas próximas eleições, Roberto Rocha saia candidato a governador para ele ver como é que o povo do Maranhão responde a gente irresponsável que não honra o voto do povo maranhense. “O domingo da eleição do ano que vem vai ser o Sábado de Aleluia do senador Roberto Rocha. Assim, os maranhenses vão malhá-lo até dar uma boa lição nele”, disse.
Na tribuna, Othelino disse também que Roberto Rocha nunca se conformou pelo fato do governador Flávio Dino não ter permitido que o mesmo fizesse negociatas, no governo do Maranhão, porque as pastas que ele queria foram apenas para arrecadar, para poder fazer o que ele não conseguiu, que era pagar as muitas dívidas que ele tem pelo Estado.
“O governador Flávio Dino não permitiu que ele fizesse negociatas no governo do Maranhão porque não aceita que ninguém o faça, nem senador e nem ninguém. E se esse era o preço para que ele continuasse aliado do governador e no nosso campo político, que ele vá para lá! Ele se parece muito mais com os que hoje ele acompanha, com o governo Temer imoral, que ele representa, do que conosco”, alfinetou.
Othelino disse que o grupo de Flávio Dino está muito melhor sem a companhia de Roberto Rocha. “Nós não fazemos questão de políticos desse quilate. Que ele fique para lá, mal acompanhado, que nós ficaremos aqui no caminho do bem para construir um Maranhão para todos os maranhenses”, finalizou.
O pronunciamento de Othelino Neto recebeu os apartes dos deputados Levi Pontes (PCdoB) e Bira do Pindaré (PSB).
O governador Flávio Dino (PCdoB), em reunião do Congep, nesta terça-feira (31), solicitou aos seus auxiliares de primeiro, segundo e terceiro escalões que vão disputar as eleições do ano que vem que entreguem seus cargos até o final de fevereiro de 2018, dois meses antes de expirar a data limite concedido pela Justiça Eleitoral.
Normalmente secretários, ocupantes de cargos comissionados e servidores públicos efetivos tem como prazo limite o mês de abril do ano que ocorre o pleito, mas o governador quer saber com quem poderá contar até o fim da atual gestão, que encerrar 31 de dezembro de 2018 com antecedência.
Pela movimentação nos bastidores das eleições nada menos que doze auxiliares do primeiro escalão pretendem passar pelo crivo das urnas, mas resta saber se quando chegar o momento de entregar as pastas vão está com a mesma disposição para enfrentar a árdua campanha para conseguir um mandato na Câmera Federal ou Assembleia Legislativa.
São candidatos declarados até agora (lista pode aumentar ou diminuir até lá) os seguintes secretários ou ocupante de cargos similares: Márcio Jerry (Secap), Jefferson Portela (Segurança), Julião Amim (Trabalho), Simplício Araújo (Indústria e Comércio), Marcelo Tavares (Casa Civil), Pedro Lucas (MOB), Neto Evangelista (Ação Social), Marcelo Coelho (SEMA), Adelmo Soares (Agricultura Familiar), Duarte Júnior (Procon) e Odair José (CCL).
Se todos confirmarem as candidaturas, vem ai uma ampla reforma na gestão Flávio Dino logo no primeiro semestre de 2018.
O senador Roberto Rocha, também conhecido como “Asa de Avião”, acusado de traição pelos partidos que lhe concederam o mandato, quer por quer transformar a CPI do BNDES em palanque eleitoreiro. Num delírio sem proporção, tenta levar o governador Flávio Dino para o centro das atenções, mesmo sem qualquer elemento de prova, apenas para poder se agarrar em algo que justifique seu espetáculo circense.
Rocha, que enganou todo mundo da esquerda para conseguir o mandato de senador, segundo postou o secretário de Comunicação Márcio Jerry, sofre um processo de degeneração, mas a forma com que tentou extrair do silencioso Saud declarações contra o governador, só revela seu total desespero, fruto da alergia que possui a voto.
O delírio do “Asa de Avião”, que transpira ódio em suas intervenções, foi bem interpretada pelo deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB), que usou as redes sociais para rebater os comentários maldosos do senador: “Tem gente que procura uma mácula de corrupção contra o governador Flávio Dino, mas não acha. Aí inventa delírio”.
Roberto, na realidade, quer transformar a CPI em trampolim para uma candidatura ao Governo em 2018, mas como não possui estatura para disputar um cargo de tamanha importância, as pesquisas indicam que a avaliação do deputado Othelino Neto, de que ele tem alergia a voto, é verdadeira. Disputa as últimas posições com a ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, outra candidata do consórcio de candidatos do grupo Sarney.
Com seu destempero e agressões gratuita contra o governador, Rocha conseguiu apenas a antipatia dos políticos que o ajudaram conseguir o mandato e unir ainda mais o grupo que está se formando para apoiar a reeleição de Flávio Dino.
Por meio do seu perfil em uma rede social, o presidente do Diretório Estadual do PCdoB – MA e Secretário de Comunicação Social e Assuntos Políticos do estado, Márcio Jerry, comentou alguns depoimentos feitos pelo senador Roberto Rocha (PSDB) em ataque ao governador Flávio Dino.
“Aparentando desequilíbrio, Roberto Rocha faz acusações absurdas a Flávio Dino numa tentativa desesperada de aparecer. Em 2012 e 2014 ajudamos a eleger Roberto Rocha acreditando numa regeneração política. Mostrou-se rapidamente em processo de DEGENERAÇÃO”, disse Jerry.
Ainda segundo Márcio Jerry, “depois de trair vilmente seus aliados, Roberto Rocha resolve mentir desavergonhadamente. O desespero o faz cometer tais desatinos”, concluiu.
