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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 9/jul/2018

Roseana esconde aliado Michel Temer durante caravana

Pré-candidata ao governo do Maranhão, Roseana percorreu cerca de 10 municípios na semana passada em caravana marcada pelo fracasso de público e de lideranças políticas. Os atos também apontaram que ela fará de tudo para esconder o presidente Michel Temer, aliado e um dos entusiastas da candidatura da filha de José Sarney.

Por onde passou, Roseana usou um discurso ensaiado de ataque ao governador Flávio Dino e das já famosas promessas que ela afiança desde a sua primeira eleição, no longínquo ano de 1994, e que nunca foram cumpridas.

Mas, em momento algum, Roseana sequer fez menção ao presidente Michel Temer, o grande responsável por sua candidatura. Pelo contrário. Ela tentou pegar carona na popularidade do ex-presidente Lula, preso com a ajuda da sua família e dos seus aliados.

Roseana só tem vergonha de declarar que é amiga de Michel Temer na frente dos outros. Porque por trás, o pai dela trabalha dia e noite para emplacar aliados no governo Federal e garantir verbas que possam irrigar a campanha da filha.

O velho oportunismo da oligarquia Sarney é notado cada vez que algum deles sai da toca. Desta vez, foi Roseana. Mas o povo maranhense sabe de que lado eles verdadeiramente estão.

  • Jorge Vieira
  • 9/jul/2018

Vila Nazaré será toda asfaltada, confirma prefeito Domingos Dutra

Todas as ruas da Vila Nazaré, em Paço do Lumiar, serão asfaltadas. O trabalho teve início nesta sexta-feira, 6, na Rua Panaquatira, e o prefeito Domingos Dutra, ao lado da equipe da Secretaria Municipal de Infraestrutura, acompanhou o início dos serviços, que estão sendo realizados por meio do Programa Mais Asfalto, do Governo do Estado.

Serão asfaltadas pelo Mais Asfalto as ruas Panaquatira, Boqueirão, Ponta d’Areia, Boa Viagem, Pimenta, São Marcos e José Buhaten. As demais serão pavimentadas pela Prefeitura de Paço do Lumiar, com recursos próprios.

“A empresa Edeconsil iniciou os serviços do Mais Asfalto hoje aqui na Vila Nazaré. Serão asfaltadas sete ruas pelo Governo do Estado. Agradecemos mais uma vez ao governador Flávio Dino e ao secretário Clayton Noleto. O restante será feito pela Prefeitura de Paço do Lumiar”, esclareceu o prefeito Dutra.

A Vila Nazaré fica entre o Maiobão e o Tambaú e tem cerca de 15 ruas, todas longas. A maioria das ruas tem nomes de praias e ligam o Maiobão à MA-201. “Em 30 anos, é a primeira vez que um prefeito e um governador se preocupam em asfaltar esta área”, destacou o prefeito Dutra. “Aqui já entregamos mais da metade dos títulos de propriedade de terra dos moradores e agora com o asfalto os imóveis ficarão mais valorizados ainda”, acrescentou.

Para a moradora da Rua Panaquatira, Marilene Santos, agora sim os moradores da área estão vendo trabalho. “A gente lutou muito. Foi à Câmara, à Prefeitura e graças a Deus o prefeito e o governador ouviram nossos apelos. Meu filho vai poder andar de patins aqui na rua. Estou muito feliz”, afirmou.

Mais

No sábado, dia 7, o prefeito Domingos Dutra fez uma caminhada para entregar 21 ruas no Maiobão e no Conjunto Paranã. Em um ano e meio de gestão, Dutra já asfaltou mais de 120 ruas no município, um feito inédito em Paço do Lumiar. A pavimentação das ruas tem sido feita com recursos próprios ou em parceria com o Governo do Estado.

  • Jorge Vieira
  • 9/jul/2018

Ás vésperas de iniciar o prazo das convenções partidárias, Braide continua indefinido

Começou a contagem regressiva para início do prazo para as realizações de convenções partidárias e o deputado estadual Eduardo Braide continua indeciso quanto ao lançamento de sua candidatura ao Governo do Estado. Faltando dez dias para as legendas começarem definir suas chapas, nenhum partido com condições de oferecer tempo de televisão mostrou interesse em formalizar aliança com o representante do PMN.

As convenções para a escolha dos candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, deputado federal, deputado estadual ou distrital deverão ocorrer entre os dias 20 de julho e 5 de agosto. O registro das chapas, no entanto, poderá ocorrer até o dia 15 de agosto, conforme manda a legislação eleitoral.

Através da Coluna Expresso, da revista Época, Braide revelou em que condições aceitaria ser candidato: conseguir um partido com pelos menos cinco representantes na Câmara Federal para que pudesse ter tempo de televisão e participação nos debates assegurado, mas nenhum partido  com essas condições exigida pelo parlamentar se interessou em abraçar seu projeto político.

Nos bastidores da sucessão estadual o recado de Braide foi visto com carta de seguro para a sua desistência de concorrer ao Governo do Estado em outubro próximo, até porque os partidos que poderiam lhe oferecer as condições que ele exige estão todos comprometidos com outras candidaturas do consórcio montado por Sarney para tentar levar a filha para um improvável segundo turno.

Braide contava com a ajuda da oligarquia Sarney para conseguir as legendas para coligar com ele, mas Roseana, temerosa em ser ultrapassada e sair menor do que entrou na campanha, teria brecado.

  • Jorge Vieira
  • 9/jul/2018

Othelino reúne-se com lideranças de Monção e destaca ação parlamentar

A convite do presidente do PCdoB de Monção, Jesiel Araújo, o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB),  pré-candidato à reeleição,  participou, neste fim de semana, de um encontro de lideranças naquele município, evento que contou com a presença maciça da população local.
Othelino Neto agradeceu o convite e expressou sua satisfação em retornar a Monção, onde apoia o mesmo grupo político pela quarta vez consecutiva. “Eu estou muito feliz por voltar a Monção, cidade que sempre me recebeu e acolheu de forma carinhosa. É sempre um prazer estar aqui, ainda mais ao lado de amigos”, agradeceu.
Ao discursar, Othelino  elencou alguns dos benefícios conquistados para Monção, por meio de emenda parlamentar, com o apoio do governador Flávio Dino, como a entrega de escolas, ambulâncias e viaturas.
Em seguida,  o parlamentar anunciou mais melhorias. “Foram duas escolas dignas entregues e, agora, iniciamos a reforma e ampliação da maior delas, que é a Getúlio Vargas, um pedido nosso, realizado pelo Governo do Maranhão. Também conseguimos incluir Monção no programa ‘Mais Asfalto’. Não vamos parar por aqui, pois ainda faremos muito mais pelo nosso povo nos próximos anos”, frisou.
Jesiel Araújo, pré -candidato à Prefeitura de Monção, elogiou o trabalho de Othelino em prol da população do município. “O deputado tem correspondido às nossas necessidades, trazendo vários benefícios. Nós é que estamos de parabéns por tê-lo ao nosso lado . Esse momento é uma forma de agradecimento a tudo que ele tem feito pelo município”, enfatizou.
Os deputados federais Weverton Rocha (PDT)e Eliziane Gama (PPS), pré-candidatos ao Senado, estiveram no encontro. Ambos elogiaram a conduta de Othelino Neto, enquanto representante estadual de Monção.
“Fiquei muito feliz com o convite de conhecer a cidade ao lado de Othelino, que sempre teve votação expressiva nessa região. Foi muito bom ouvirmos, juntos, os anseios da população. Isso nos ajuda a destinar emendas mais objetivas, de acordo com suas necessidades”, disse Weverton.
Eliziane Gama complementou: “Othelino tem feito um grande trabalho, por isso, esse reconhecimento que Monção faz hoje é merecido”.
Júnior Lourenço, ex-prefeito de Miranda e pré-candidato a deputado federal, também presente no evento, não poupou elogios ao deputado. “Othelino já é um político tradicional. Acompanho a atuação dele como presidente da Assembleia e vejo seu compromisso em trabalhar forte, ao lado do governador , dando uma satisfação àqueles que o elegeram”, destacou.
Outras lideranças da região prestigiaram o encontro, como a ex-prefeita Paulinha Rezende e o vereador Mário Cardoso.
Homenagem – Durante o encontro, o deputado Othelino Neto foi surpreendido com homenagens pela passagem do seu aniversário, transcorrido no último dia 7 de julho.
Representantes do Hospital Geral de Monção, comandado pela Dra. Jane Araújo, fizeram um breve histórico da biografia e carreira política do parlamentar.  Por fim, líderes políticos e uma multidão cantaram juntos os “parabéns a você”.

  • Jorge Vieira
  • 8/jul/2018

Presidenciáveis comentam sobre decisão de soltar Lula

por Cristiane Jungblut

A pré-candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, em evento em Brasília 05/07/2018 – Foto – Adriano Machado / REUTERS

O Globo — Pré-candidatos à Presidência e dirigentes partidários manifestaram preocupação com a insegurança jurídica no país ao comentarem a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a batalha judicial no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) em torno de sua prisão. Os pré-candidatos do Podemos, Alvaro Dias, e do PSL, Jair Bolsonaro, criticaram ainda o desembargador Rogério Favreto, que determinou a soltura de Lula durante plantão na presidência do TRF-4, por sua ligação com o PT. A decisão acabou suspensa em definitivo pelo presidente do TRF-4, Carlos Thompson Flores.

Assim que a decisão de Favreto saiu, dirigentes partidários também passaram a fazer contas dentro do xadrez eleitoral. Os adversários do ex-presidente avaliam que o PT ganharia muita força com a liberdade de Lula, que poderia fazer campanha abertamente. Esses adversários mantém o entendimento de que Lula não será o candidato do PT porque está inelegível pela Lei da Ficha Limpa, mas o vêem como um cabo eleitoral imbatível.

O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, disse que o Judiciário precisa ser “ponto de equilíbrio” e não fonte de insegurança jurídica, ao comentar a batalha judicial de domingo. Alckmin disse que manter ou não Lula preso precisa ser uma decisão jurídica e “não política”.

— Manter Lula ou qualquer outro cidadão brasileiro preso não pode ser uma decisão política, mas sim da Justiça. O Brasil precisa de ordem e segurança jurídica em todas as áreas. Não podemos transformar o sistema de justiça em fator de instabilidade. Ao contrário, o Judiciário deve ser ponto de equilíbrio — disse Alckmin.

Bolsonaro, por sua vez, disse nas redes sociais que as instituições estão “aparelhadas. Ele lembrou que Favreto foi filiado ao PT. E criticou o deputado Wadih Damous (PT-RJ), que é um dos autores do novo pedido de liberdade para Lula, ironizando inclusive sua conduta como parlamentar.

— Um dos autores do HC é o senhor Wadih Damous, ex-presidente da OAB-RJ e atualmente suplente de deputado do PT. Esse mesmo que, há pouco, disse que o Supremo Tribunal Federal (STF) tinha que ser fechado por não reinterpretar a prisão em segunda instância — disse Bolsonaro.

Alvaro Dias, disse que Favreto agiu de forma “aloprada”:

— Uma decisão aloprada, de um antigo militante do PT, que militou durante 20 anos no PT e hoje é desembargador. Adota uma competência absolutamente imoral e ilegal. Isso é uma afronta à sociedade brasileira. Provoca indignação.

Ex-ministro de Lula, o pré-candidato do MDB, Henrique Meirelles, mostrou preocupação com uma politização da Justiça:

— Respeito decisões judiciais de última instância e sou absolutamente contra a politização da Justiça. O sistema judicial é pilar da nossa democracia, e o respeito às normas processuais é essencial — disse.

Também ex-ministra de Lula, a pré-candidata da Rede, Marina Silva, disse que estava acompanhando o desenrolar dos fatos com “atenção e preocupação”:

— O Estado de Direito é pilar da democracia e a observância às normas e regras processuais é o caminho pelo qual é possível legitimar a proteção jurídica a quem quer que seja. A atuação excepcional de magistrado, durante um plantão judicial de fim de semana, não sendo o juiz natural da causa, não deveria provocar turbulências políticas que coloquem em dúvida a própria autoridade das decisões judiciais colegiadas, em especial a do STF — disse Marina, nas redes sociais.

A avaliação de partidos do chamado centrão é que uma atuação maior de Lula fortaleceria um candidato do PT. O ex-presidente atuaria como cabo eleitoral para um candidato do partido, que poderia ser Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, ou Jaques Wagner, ex-governador da Bahia. Por outro lado, um fortalecimento de uma candidatura do PT enfraqueceria, na visão destes partidos, os pré-candidatos Ciro Gomes e Marina Silva, porque eles são os maiores herdeiros dos votos de Lula.

— Lula solto mudaria tudo — definiu um experiente dirigente partidário do centrão.

O chamado blocão começa a afunilar sua posição em reunião na próxima quarta-feira. Mas até nisso os partidos estão divididos. Dirigentes dos apoiadores de Ciro avaliavam que nada mudava na situação com um fortalecimento do PT. Já os defensores de um apoio a Alckmin diziam que a polarização PT e um nome de centro favorece o tucano, porque remonta à polarização entre um candidato de esquerda e um de centro.

Já os dirigentes do PT passaram o dia com o discurso de que Lula está sendo “vítima”. Independentemente da decisão, o PT conseguiu retomar a mobilização em torno do nome do ex-presidente. Wadih Damous, que atua como advogado do ex-presidente também, e o líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (RS), fizeram pronunciamento criticando a decisão do juiz Sergio Moro de não cumprir a decisão de Favreto.

— Essa situação mostra que o presidente Lula é um sequestrado político. Sergio Moro se comporta como capitão do mato e será processado, ele cometeu de crime de desobediência — disse Wadih Damous.

Parlamentares do PT foram às redes sociais defender Lula.

— Só não vê quem não quer! Lula é vítima de um vale-tudo judicial. Ele pode continuar preso, mas a batalha jurídica que acontece hoje para impedir sua soltura terá seu preço político. Hoje abriu mais um buraco na narrativa dos que sempre negaram a perseguição — disse o deputado Marco Maia (PT-RS).

O senador Lindberg Farias (PT-RJ) destacou que Moro estava de férias.

— Moro, em Portugal, ligou para a Polícia Federal e mandou descumprir a decisão judicial. É um escândalo! — disse o senador.

  • Jorge Vieira
  • 8/jul/2018

Siglas de esquerda tratam Haddad como candidato

Fernando Haddad visitou o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, na superintendência da polícia federal em Curitiba. FOTO Denis Ferreira Netto / ESTADÃO

Estadão – Os partidos de esquerda que apresentaram nomes na disputa presidencial – PDT, PCdoB e PSB – já consideram Fernando Haddad o virtual candidato do PT à Presidência após os recentes sinais emitidos pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Operação Lava Jato. O avanço do ex-prefeito de São Paulo, porém, é alvo de forte oposição interna no PT.

A indicação de que Haddad assumiu o posto de opção preferencial de Lula caso a candidatura do ex-presidente seja barrada pela Lei da Ficha Limpa é clara aos olhos dos antigos aliados: foi escolhido para ser advogado de Lula, passou a ter trânsito livre com o ex-presidente, entrou na corrente Construindo um Novo Brasil, que é majoritária no PT. Além disso, foi o nomeado para representar Lula em uma conversa com o general Eduardo Villas Bôas – o comandante do Exército tem se encontrado com os principais pré-candidatos à Presidência.

Além disso, Haddad tem viajado o Brasil na condição de coordenador do programa de governo do PT e mantém contato frequente com líderes de outros partidos. É como se fosse uma espécie de embaixador de Lula.

Para o presidente do PDT, Carlos Lupi, a escolha do PT foi feita. “O Haddad é o candidato do PT há mais de um ano. Ele foi escolhido por Lula. Quem quiser se iludir, que se iluda. Escreva, anote e depois me cobre.”

Questionado pelo Estado sobre uma eventual candidatura, Haddad respondeu de forma lacônica. “Não sou candidato”, afirmou o ex-prefeito, que disse que ingressou na corrente majoritária do PT a pedido de Lula.

Um dos focos de resistência a Haddad, no entanto, vem justamente de São Paulo, cidade que foi governada por ele. Reservadamente, petistas paulistanos dizem que o ex-prefeito se manteve distante do partido quando estava no poder. E temem que isso se repita caso ele chegue ao Palácio do Planalto.

A entrada na CNB aproximou Haddad de lideranças com trânsito na máquina partidária, como Rui Falcão e Emidio Souza. Um deputado petista que integra a direção nacional do partido disse que Lula costuma emitir sinais trocados e que, por isso, seria precipitado considerar Haddad como o plano B.

Esse mesmo petista avalia que o ex-prefeito está se expondo demais e considera o ex-governador baiano Jaques Wagner como o favorito de Lula. O problema é que Wagner resiste.

“Ele (Haddad) foi atrás da carteira da OAB para se apresentar como interlocutor. Foi mais uma oferta que demanda. Também há sinais de outros. Não percebo sinalização do próprio presidente”, disse Márcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo, braço teórico do PT.

Assim como Haddad, Wagner também nega que possa disputar o Palácio do Planalto e repete o discurso da executiva petista de que não há uma plano B para Lula. Mesmo assim, o nome dele é citado por pessoas próximas ao ex-presidente como o preferido do líder petista.

Um sinal disso foi a decisão de entregar ao ex-governador da Bahia a missão de ler a carta que Lula escreveu para o lançamento de sua candidatura presidencial em um evento em Contagem, Minas Gerais. Mas Wagner desistiu em cima da hora de fazer a leitura.

Procurada, a presidente do PT, senadora Gleisi Hofmann, disse, por meio de sua assessoria, que não trabalha com nenhum plano B e nem C para a eventualidade de Lula não poder entrar na disputa. A versão oficial do PT é de que Haddad foi convidado para ser advogado de Lula para fazer articulações institucionais da pré-candidatura do ex-presidente.

O partido argumenta ainda que Haddad precisa ter acesso a Lula para discutir o programa de governo do partido. O último encontro entre os dois ocorreu na sexta-feira, 7, na sede da Polícia Federal em Curitiba. (Por Pedro Venceslau, O Estado de S. Paulo)

 

  • Jorge Vieira
  • 7/jul/2018

Pavão Filho lançará pré-candidatura a deputado federal

Vereador Pavão Filho lança sua candidatura a deputado federal dia 14/07

O vereador Pavão Filho será candidato a deputado federal pela legenda do PDT, principal partido da base da aliança que apoiará a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) e deve ser um dos principais nomes a disputar votos na Ilha de São Luís, cidade onde desenvolve importante trabalho voltado para a educação.

Parlamentar experiente, com vários mandados de deputado estadual e vereador da capital, Pavão lançará sua candidatura durante ato público que será realizado dia 14 julho, às 8h30, na sede da Fundação Maranhense de Assistência Comunitária (FUMAC), no Monte Castelo, instituição a qual o parlamentar dedica total atenção e que acabou lhe valendo o rótulo de vereador da educação.

Com o slogan “Pavão Filho o Deputado Federal da Educação”, o vereador tem tudo para conseguir seu objetivo pelos relevantes serviços prestados à população do Maranhão quando deputado estadual e, particularmente, de São Luís onde exerce atualmente mandato de vereador e tem se mostrado um grande aliado do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT).

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