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  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2026

Lençóis Maranhenses despontam como principal destino de ecoturismo no Brasil

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses foi eleito como o líder do ranking de destinos para o ecoturismo em 2026 no Brasil pela plataforma PlanetaEXO, especializada em turismo sustentável. A seleção que destaca os principais protagonistas para o turismo sustentável e de natureza avaliou experiência, receptividade local e conservação ambiental. Critérios que tornam o atrativo maranhense o mais desejado pelos turistas do segmento.

A publicação apresenta aos leitores o melhor período para conhecer o destino, dá dicas de hospedagens nas ‘cidades-base’ para quem visita o Parque (Barreirinhas, Santo Amaro e a vila de Atins) e também aponta meios de translado para chegar ao local que ocupa o topo da lista.

“A beleza do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é tão estonteante que há quem diga que mais parece coisa de outro mundo. As lagoas de água azul cristalina em meio às dunas de areia branca são capazes de impressionar qualquer um”, frisa a PlanetaEXO.

A escolha dos Lençóis Maranhenses como destino em alta para o turismo de natureza em 2026, surge em paralelo à eleição do Brasil como Destino do Ano de 2026 pela revista internacional Travel + Leisure, marca global especializada em viagens de lazer.

A expectativa para forte movimentação turística nos Lençóis Maranhenses tem sido fortemente impulsionada pelo reconhecimento do Parque Nacional como Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), título conquistado em 2024.

“Os Lençóis Maranhenses já são amplamente conhecidos como um dos principais destinos para viajantes brasileiros e de todo o mundo. Nós fomos agraciados com esse paraíso natural e atuamos para projetá-lo ainda no cenário turístico mundial. Trabalhamos para atrair mais turistas e qualificar nossos operadores e guias de turismo, sempre com a meta de garantir um ótimo acolhimento e para estimular o retorno desses viajantes ao Maranhão”, reforça a secretária de Estado do Turismo do Maranhão (Setur-MA), Socorro Araújo.

O ranking da PlanetaEXO começa pelo parque de dunas e inclui outros polos turísticos já consagrados nacionalmente, como Chapada Diamantina (BA), Chapada dos Veadeiros (GO) e Fernando de Noronha (PE).

Aumento no fluxo aéreo

Com a projeção da PlanetaEXO indicando uma nova temporada de alta visitação nos Lençóis Maranhenses em 2026, o turismo no Maranhão pode superar os bons números conquistados pelo setor no ano passado.

Com base em dados gerados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Observatório do Turismo do Maranhão (Obstur-MA), departamento vinculado à Setur-MA, aponta que, de janeiro a novembro de 2025, o Maranhão registrou 2.013.951 passageiros transportados entre embarques e desembarques, representando crescimento de 13,67% em relação a 2024.

Destaque para o desempenho do Aeroporto de Barreirinhas, que alcançou 22.166 passageiros em 2025, somando 11.823 embarques e 10.343 desembarques. O volume está diretamente associado à ampliação das operações aéreas no município, porta de entrada para os Lençóis Maranhenses.

“As ações que a gente vem fazendo, não só o Observatório, como também os outros setores da Setur-MA, têm retorno muito positivo. Tivemos mais de R$ 2 milhões de investimentos em promoção de destinos turísticos aqui do Maranhão e tivemos um retorno em relação ao fluxo aéreo”, explica Igor Almeida, coordenador do Obstur-MA.

Lençóis Maranhenses em destaque na TV dos EUA

Além de aparecer na listagem da PlanetaEXO, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses também foi recentemente destaque em reportagem especial exibida pela PBS (Public Broadcasting Service), emissora pública de TV dos Estados Unidos.
A produção apresenta imagens exuberantes dos Lençóis Maranhenses e depoimentos emocionados de pesquisadores e de moradores da região. O programa da PBS mostra a grandiosidade e biodiversidade do Parque Nacional com seus 906 km² de dunas e lagoas de “azul cristalino”.

“Os Lençóis Maranhenses são o maior campo de dunas da América do Sul. Você nunca os vê da mesma forma, porque tudo está sempre mudando, fortes movimentos de areia e água alteram as formas e a composição das lagoas”, aponta o biólogo, professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Jivanildo Miranda, um dos entrevistados pela PBS.

  • Jorge Vieira
  • 7/jan/2026

Tempo começa afunilar para Brandão decidir se fica ou sai para concorrer ao Senado

O tempo começa esgotar para o governador Carlos Brandão (sem partido) decidir se fica até o final do mandato para tentar fazer o sucessor de sua referência ou se passa o comando do estado para o vice-governador Felipe Camarão (PT) para se candidatar ao Senado.

O prazo limite de desincompatibilização para quem ocupa cargo público e vai disputar mandato eletivo em outubro próximo expira dia cinco de abril e existe muita expectativa quanto a decisão que o governador irá tomar, pois, de acordo com seu posicionamento, muita coisa pode mudar ou não no cenário político estadual.

Carlos Brandão passou o ano de 2025 dando entender em suas declarações que permaneceria até o último dia do seu mandato, surpreendeu no início deste ano ao afirmar que pretende ouvir um colegiado sobre a caminho a seguir, colocando em dúvida o projeto político de fazer o sobrinho Orleans Brandão (MDB) seu sucessor.

Num encontro que teve com o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) ano passado para tratar questões relacionadas às eleições deste ano no Maranhão, Lula solicitou que ele concorresse ao Senado, abrindo assim para o vice-governador Felipe Camarão (PT) concorrer à reeleição. Foi sugerido ainda o consenso em torno do ministro do Esporte André Fufuca, mas as propostas foram recusadas pelo interlocutor maranhense.

O governador resolveu apostar na pré-candidatura do sobrinho e lhe ofereceu todas as condições para se viabilizar eleitoralmente, colocando-o a frente de todos os atos do governo, entre as quais entregas de obras e assinaturas de ordens de serviços onde não faltaram discursos e manifestações de apoio à candidatura de Orleans.

E quando todos imaginavam que o martelo estava batido e que a decisão de permanecer no cargo e trabalhar pela eleição do sobrinho era definitiva, o chefe do Executivo surpreendeu ao afirmar que ainda vai reunir o colegiado para tomar a decisão coletiva, ou seja, o governador pode atender o pedido do presidente Lula e ter uma eleição tranquila para o Senado e entregar a faixa para Camarão. Tudo vai depender dos conselhos que pretende ouvir.

Seja qual for a decisão do governador, é fato que ele terá que tomar até início de abril. O tempo correr contra, mas ainda dá para refletir, pensar no futuro e na real possibilidade de sucesso de sua aposta. Brandão está diante de um dilema: manter a candidatura do sobrinho e ficar sem mandato ou desincompatibilizar e ter garantido um mandato de senador.

As pesquisas apontam Brandão como franco favoritos para conquistar uma das duas cadeiras que estarão em disputa para a Câmara Alta do Congresso Nacional. Já Orleans, seu pré-candidato ao governo, não tem tido os mesmo desempenho, principalmente nas sondagens espontâneas.

A bola está com o governador.

  • Jorge Vieira
  • 6/jan/2026

Rubens Júnior ao lado de Felipe Camarão marca nova adesão a candidatura petista

O deputado federal e vice-líder do governo Lula no Congresso, Rubens Pereira Júnior (PT), apareceu na manhã desta terça-feira ao lado do vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT). A foto foi postada pelo próprio Felipe em suas redes sociais, em que brincou: “Ótimo papo sobre 2026… alguém adivinha o assunto?”

O gesto de Rubens Pereira Júnior é o primeiro reforço do ano na pré candidatura de Felipe Camarão, que iniciou o ano reunindo os partidos progressistas em evento no último final de semana. O deputado federal fez duro discurso contra o governador Carlos Brandão (sem partido) na Câmara Federal no mês de outubro, após divulgação de grampo ilegal realizado pelo Palácio dos Leões.

Os dois petistas posaram ao lado dos deputados Márcio Jerry (PCdoB) e Carlos Lula (PSB). A imagem representa um grande reforço na base de apoio à candidatura do PT ao governo do Maranhão. Ex-secretário de Educação na gestão de Flávio Dino, Felipe Camarão reafirmou que sua candidatura ao governo está mantida e mantém intensa agenda de reuniões com lideranças populares e partidárias.

A sua candidatura ganhou força após manifestação do PT nacional de que seu nome está entre as prioridades do partido no Brasil, informação que foi circulada ainda no mês de dezembro. Felipe Camarão entre os 8 pre-candidatos a governo estadual que fazem parte dessa prioridade, que foi também avalizada após pesquisa encomendada pela nacional demonstrar a viabilidade eleitoral de seu nome.

  • Jorge Vieira
  • 6/jan/2026

Frente popular de esquerda segue firme com Felipe Camarão

Os partidos da esquerda maranhense continuem firmes apostando na candidatura do vice-governador Felipe Camarão, assim como são cada mais evidentes os sinais de que a direção nacional do PT vai apostar todas as fichas em seu militantes. A nova edição do “Diálogos pelo Maranhão”, mostrou que os partidos que integram este campo da política maranhense estão unificados em torno da reeleição do presidente Lula e do projeto de eleição de Camarão.

O encontro ocorrido no último final de semana no Quilombo Cariongo, em Santa Rita, a palavra de ordem foi a unidade para a construção de uma frente popular de esquerda no Maranhão para sustentação política à candidatura de Felipe, que passou a ser uma aposta real da direção nacional do PT após a pesquisa encomendada pelo partido nos estado onde foi revelado o potencial do vice-governador na corrida eleitoral deste ano.

A reunião, segundo Felipe Camarão teve um significado simbólico, pois reuniu os cinco partidos (PT, PSOL, PCdoB, REDE, PSB) que estão caminhando juntos sob a liderança do presidente Lula para fazer o melhor pelo Maranhão, ou seja, o pré-candidato do PT deu a entender que o grupo que se reuniu no Quilombo Cariongo é que formará palanque para o presidente Lula no Estado. E Lula tem grande influência política e eleitoral entre os maranhenses.

Existe ainda a possibilidade de uma repactuação de toda a base política que, sob o comando de Flávio Dino chegou ao poder em 2014 derrotando o grupo que mandava e desmandava no estado por quase cinco décadas e que rachou por questões de divergências justamente sobre o processo sucessório. Recentemente o governador Carlos Brandão (sem partido) aventou a possibilidade de discutir com uma espécie de conselho seu futuro político.

Brandão é o principal fiador da pré-candidatura do sobrinho secretário de Assuntos Municipalistas Orleans Brandão (MDB), projeto que somente se sustenta com sua permanência no comando do estado até o final do mandato, mas para isso terá que abdicar de concorrer ao Senado. Suas declarações em 2025 indiciaram que estava decidido a abrir mão da cadeira de senador para tentar fazer Orleans seu sucessor, porém, já admite ouvir conselhos antes de bater o martelo.

Se Brandão resolver sair, o cenário para as eleições mudará completamente, Orleans perde força, o projeto da candidatura pode não ir adiante. Nesta conjuntura Brandão deverá ser candidato a senador na chapa de Camarão, que assumirá o comando do estado e, sentado na cadeira de governador, disputará a reeleição, tendo ao seu lado o presidente Lula.

O fato é que, independente da posição que o governador Carlos Brandão venha adotar, a candidatura de Felipe Camarão se consolida e ganha vez mais a força na direção nacional do PT.

  • Jorge Vieira
  • 6/jan/2026

Impacto eleitoral do sequestro de Maduro tende a ser neutro no Brasil, aponta consultoria

A operação dos Estados Unidos que resultou no sequestro de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, provocou uma reação imediata no Brasil e colocou o tema no centro das declarações de lideranças políticas envolvidas na disputa presidencial de 2026. A leitura, porém, é que o episódio deve ter efeito eleitoral limitado, porque a retórica de cada campo político tende a reforçar convicções já existentes, sem produzir migração relevante de votos.

A avaliação foi destacada em análise da consultoria Warren Rena, em mensagem a investidores citada pelo jornal Estado de S. Paulo, segundo a qual, “com as informações disponíveis até aqui”, o cenário mais consistente é o de um “jogo de soma zero, sem efeitos relevantes de conversão eleitoral”. Ou seja: a crise pode elevar o tom do debate e ampliar a polarização discursiva, mas não necessariamente altera a composição do eleitorado.

No Brasil, o sequestro de Maduro foi rapidamente apropriado por forças políticas em lados opostos. De um lado, setores da direita tentaram enquadrar o episódio como prova de que a Venezuela vive sob uma ditadura e buscaram explorar o tema para atacar o PT e aliados, acusando-os de terem mantido simpatia política pelo governo venezuelano.

Do outro, integrantes da esquerda reagiram com críticas ao que classificam como violação de soberania e uma intervenção externa na América Latina, tentando converter o debate em defesa do princípio de autodeterminação dos povos — uma abordagem que, internamente, dialoga com parte do eleitorado progressista.

A percepção de “neutralidade” eleitoral já começou a ser captada pelo mercado financeiro, segundo o relatório mencionado. A ideia central é que não há, até o momento, sinal claro de que o episódio seja capaz de alterar significativamente o humor do eleitor mediano.

O raciocínio é reforçado pela constatação de que, em disputas eleitorais recentes, crises internacionais só produziram impacto doméstico mais profundo quando tiveram efeito direto sobre a vida econômica do país — como pressões inflacionárias, queda de exportações, retração de investimentos ou desorganização de cadeias produtivas.

No caso venezuelano, o debate tende a se concentrar no plano ideológico e geopolítico, o que reduz a capacidade de mobilização fora dos segmentos já politicamente engajados.

Aliados do Planalto chegaram a avaliar que o discurso de soberania poderia funcionar como trunfo político, a exemplo do que ocorreu quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs medidas tarifárias ao Brasil. Naquela ocasião, a retórica da soberania e da defesa nacional encontrou ressonância porque houve impacto direto em setores econômicos brasileiros, especialmente no agronegócio e na indústria.

A situação atual, contudo, é percebida como diferente. No episódio do sequestro de Maduro, a discussão se desloca para o plano simbólico e ideológico, com menor capacidade de gerar efeitos concretos imediatos no cotidiano do eleitor brasileiro.

Outro ponto que sustenta a avaliação de impacto neutro é a fotografia das pesquisas eleitorais para 2026, que já indicariam teto consolidado para os eleitorados de direita e de esquerda. Nesse cenário, o desafio principal das candidaturas competitivas não é apenas mobilizar a base, mas conquistar o eleitorado de centro, mais sensível a temas econômicos, qualidade de vida, inflação, emprego e serviços públicos.

Esse público tende a rejeitar confrontos ideológicos permanentes e costuma reagir mais a problemas práticos do que a disputas simbólicas internacionais — o que, na prática, limita o potencial do episódio venezuelano como fator decisivo na corrida presidencial brasileira.

O sequestro de Maduro, portanto, aparece como um evento com grande poder de inflamar redes sociais e discursos políticos — e de elevar a temperatura da disputa —, mas com baixa probabilidade de produzir realinhamentos eleitorais significativos no Brasil.

A tendência, segundo a análise repercutida no mercado, é que o episódio funcione mais como combustível para narrativas já prontas do que como um fato novo capaz de alterar, de maneira profunda, o comportamento do eleitorado em 2026. (247)

  • Jorge Vieira
  • 5/jan/2026

PT prepara ato no dia 8 de janeiro, em Brasília, “pela democracia”

Partido dos Trabalhadores (PT) convoca a militância a ir à Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (8/1), em um ato pela democracia. A manifestação relembrará os atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram as sedes do Executivo, do Judiciário e do Legislativo.

Além da militância, o partido espera que figuras ligadas ao PT compareçam ao ato, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e parlamentares de esquerda. Nas redes sociais, deputados da sigla reforçam o convite.

O Supremo Tribunal Federal (STF) também organiza, para quinta, ato com objetivo de relembrar a data em que simpatizantes de Bolsonaro invadiram a Suprema Corte e depredaram o local, há três anos.

No dia 8 de janeiro de 2023, uma turba de bolsonaristas protagonizaram o espetáculos mais bizarro e deprimente da história política do país ao invadirem a Praça dos Três Poderes e vandalizarem as dedes do Supremo Tribunal Federal, o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto.

O ato convocado pelo PT, além de lembrar triste episódio comandando por quem queria implantar ditadura no país, serve para reforçar a eterna vigilância pela manutenção da democracia brasileira.

  • Jorge Vieira
  • 5/jan/2026

Cenário sucessório ainda depende da decisão de Brandão  ficar ou não até o final do mandato  

O cenário político da sucessão estadual continua o mesmo, nada mudou. Dos quatro pré-candidatos ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB) e Lahésio Bonfim (Novo) contam como apoio integral dos seus respectivos partidos, Felipe Camarão encontra dificuldade para unificar as várias alas do PT em torno do seu nome e o prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) mantém silencia sobre sua participação ou não na corrida ao Palácio dos Leões.

Os quatro pretendente a substituir Carlos Brandão passaram todo o ano de 2025 sem alterar suas posições em relação a tendência de votos do eleitorado e tudo indica que o quadro dificilmente mudará neste 2026, ano em que os pré-candidatos terão que se apresentar à população, mostrar conteúdo e o que pretendem fazer para ganhar a confiança daqueles a quem a Constituição garante o direito de eleger seus governantes.

Secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, embora conte com o apoio integral do seu partido para enfrentar as urnas pela primeira vez, ainda depende do que vai decidir o tio governador Carlos Brandão (sem partido). O chefe do Executivo estadual, afirmou à coluna Repórter Tempo, do bem informado jornalista Ribamar Correa, que ainda vai conversar com o grupo que lidera, “para tomar decisões no colegiado”, ou seja o projeto de disputar o Senado ainda não foi arquivado.

O governador afirmou em várias ocasiões em 2025 que pretende ficar até o último dia do seu mandato para tentar fazer Orleans seu sucessor, mas o fato de ter afirmado que ainda pretende ouvir conselhos antes de tomar uma decisão definitiva sobre seus futuro politico, coloca uma nuvem sobre a pré-candidatura do sobrinho. Sem Brandão no comando do Estado, a candidatura Orleans perde consistência. A afirmação do governador de que pretende ouvir o colegiado logo neste início de ano cria a expectativa de que ele possa atender o pedido do presidente Lula e se candidatar ao Senado.

Diante da possibilidade, ainda que remota, do governador sair para disputar uma cadeira de senador (ele lidera todas as pesquisas), um fato novo no processo sucessório, reacende a esperança do vice-governador Felipe Camarão assumir o comando do governo, fazer a repactuação da base aliada e disputar a reeleição com o apoio do presidente Lula e de uma grande aliança. Tudo vai depende da decisão que Carlos Brandão tomar, após ouvir o “colegiado”.

Se no lado governista, o clima é expectativa quanto a posição que tomará o governador após ouvir os mais próximos, o pré-candidato Lahésio Bonfim tem a confiança do partido, mas, pelo menos neste da pré-campanha parece não empolgar o eleitorado, mesmo adotando um discurso agressivo. Os vários levantamentos feitos pelos mais diversos institutos de pesquisas mostraram que não consegue sequer se aproximar de Eduardo Braide e Orleans, ficando sempre em terceiro plano.

Líder na corrida pelo governo do estado, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide permanecer fazendo mistério sobre sua entrada no jogo sucessório, mas fontes bem próximas ao chefe do Executivo da capital não têm dúvidas de ele será candidato. Se confirmado o que dizem seus aliados, Braide precisará melhorar sua performance junto ao eleitorado do estado, pois os 35% de preferência que vem ostentando o torna favorito para vencer o primeiro turno, mas pelo que tem revelado as pesquisas, a eleição para governador do estado será definida em dois turnos.

Por enquanto é melhor esperar a decisão do governador para se ter uma noção extada do que vem pela frente. Brandão no governo significa Orleans forte, fora o jogo vira a favor de Felipe Camarão sentado na cadeira de governador. E neste cenário com Camarão governador, candidato a reeleição, Braide entrará na disputa para enfrentar o “rolo compressor” das máquinas federal e estadual¿

Em tempo: O blog deu uma parada no período das festas de fim de ano, mas volta ser atualizado

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