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Deputados se manifestam sobre greve do transporte coletivo em São Luís

Os deputados Neto Evangelista (DEM), Yglésio Moyses (PROS) e Duarte Júnior (PSB) teceram comentários sobre a greve do transporte coletivo de São Luís, que já dura uma semana.

Neto Evangelista disse concordar com o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, segundo o qual não é o momento para aumento de passagens de ônibus, em razão do número de pessoas desempregadas e da desvalorização do real. Ele sugeriu que o poder público municipal, inicialmente,

“lance mão do próprio contrato licitado com o sistema de transporte público, que permite, em caso de calamidade pública, buscar um reequilíbrio e dividir riscos e prejuízos no sistema de transporte”. Sugeriu, ainda, que a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado se deem as mãos para solucionar a questão.

“O Governo do Estado pode fazer uma redução na alíquota do ICMS e a Prefeitura pode subsidiar de forma legal, pois o contrato permite, em função do momento que estamos vivendo. O que não pode é a Ilha de São Luís parar desse jeito. Fica aqui o meu apelo para o Governo do Estado e a Prefeitura de São Luís”, frisou Neto.

Subsídio – Yglésio Moyses fez uma ampla análise da situação, afirmando existir “uma bomba relógio no sistema”. “Quando chegamos a um ponto de ter uma greve como essa, caótica, é porque estamos no limite. O sistema de transporte público local tem um déficit mensal de R$ 5 milhões. Isso precisa ser visto, pois repercute na ponta, que é a parada, o terminal, o ônibus, as viagens que demoram. Isto tem um impacto direto na vida das pessoas”, salientou.

Yglésio elencou elementos que levaram à situação em que se encontra o sistema de transporte, destacando, entre eles, a elevação de 65% do preço do diesel este ano. “Quem vai pagar esse custo? Como vamos querer um transporte eficiente, confortável, congelando tarifa, sem a prefeitura coçar o bolso?”, questionou.

O deputado disse que, exceto o aumento da tarifa, só enxerga uma solução: “Rever a gratuidade, fazer um pente fino no caixa das empresas e fazer o subsídio. São Paulo gasta R$3 bilhões por ano e Curitiba R$ 100 milhões. Proponho R$ 2 milhões por mês de subsídio para estancar esse aumento, neste momento, pois já temos dois anos de contrato assinado, prevendo um reequilíbrio que não foi feito”, defendeu Yglésio.

Posicionamento – Por sua vez, Duarte Júnior reiterou críticas à administração municipal e cobrou um posicionamento da Prefeitura de São Luís, “de forma técnica e corajosa, para enfrentar o problema da greve de ônibus”.

“É importante haver um subsídio para que o consumidor não pague a conta. E existem recursos para esse subsídio. Que a Prefeitura tenha coragem de chamar o transporte alternativo, buscar regulamentar, legalizar esse serviço. É preciso garantir outras vias alternativas, outros modais de transporte”, sugeriu Duarte Júnior.

 

 

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