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Corrente interna do PSOL defende criação de  frente de esquerda com Felipe Camarão

Após reunião ocorrida na terça-feira (26) entre dirigentes do PT e do PSOL onde foi tratado sobre a possibilidade da criação de uma frente de esquerda para a eleição majoritária de 2022 com Felipe Camarão como a governador, a corrente política interna do PSOL, denominada “Resistência”, publicou nota se posicionando a favor da reunião.

Os integrantes dessa tendência advertem, no entanto, que o PSOL só irá definir sua tática eleitoral em novembro conforme foi deliberado no 7º Congresso Estadual e que, no Maranhão, o PSOL, sempre apresentou candidatura própria para os cargos majoritários (governo, vice e senado) por acreditar que as alianças com os partidos de direita e do “centrão”, ou mesmo com partidos tidos de centro-esquerda (como o PSB), não era o caminho correto.

Os signatários da nota consideram muito importante a pré-candidatura do secretário estadual de Educação Felipe Camarão lançada por uma ala do PT por ser, segundo eles, uma opção no campo da esquerda e pela importância que o Partido dos Trabalhadores tem no Maranhão, em especial nos movimentos sociais.

“Acreditamos ser possível avançar no diálogo com o objetivo de formar uma Frente de Esquerda no estado e possa discutir abertamente um programa para defender o povo negro, indígena, quilombola, as mulheres e toda nossa classe, sem submissão aos grandes projetos que expulsam nosso povo de seus territórios, causando muitos danos ao meio ambiente, a exemplo da construção de um porto privado na comunidade de Cajueiro”, diz a.nota.

A Resistência/PSOL defende uma Frente de Esquerda com partidos ligados à classe trabalhadora, como PT, PCdoB, PSOL, PSTU, PCB, UP, juntamente com os movimentos sociais, sindicais, de juventude, de mulheres, quilombolas, indígenas, etc., debatendo um programa que contemple as demandas dos explorados e oprimidos. Leia abaixo a íntegra a nota”.

AS ELEIÇÕES 2022 NO MARANHÃO | Posição da RESISTÊNCIA, corrente política do PSOL.

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) deliberou em seu 7º Congresso Estadual, em setembro de 2021, definir sua tática eleitoral numa Conferência, a se realizar em novembro.

A Resistência, corrente política interna do PSOL, avalia que a vitória de Flávio Dino (PSB) sobre a oligarquia Sarney foi muito importante, representando uma conquista democrática contra a hegemonia sarneysta que imperava no executivo estadual.

O PSOL, no Maranhão, sempre apresentou candidatura própria para os cargos majoritários (governo, vice e senado) por acreditar que as alianças com os partidos de direita e do “centrão”, ou mesmo com partidos tidos de centro-esquerda (como o PSB), não era o caminho correto. Nesse contexto, inclusive, acreditamos, ter sido uma derrota para a esquerda que Flávio Dino tenha saído do PCdoB, partido do campo da esquerda, para se filiar ao PSB, partido que votou pelo golpe em Dilma Rousseff, em 2016, mostrando a verdadeira posição de classe deste partido.

A Resistência/PSOL defende uma Frente de Esquerda nas lutas e nas eleições, como forma de unir os partidos e movimentos da classe trabalhadora para resistir aos ataques e apresentar uma saída para as crises que vivemos (política, econômica, sanitária, etc.). Nas lutas do movimento de massas a nível nacional, está conformada a Campanha Fora Bolsonaro (que também é articulada no Maranhão), que tem tido muita iniciativa de mobilização, articulação e comunicação em defesa da vida, vacina, pão e educação, reunindo diversos partidos e organizações.

Dessa forma, acreditamos que a melhor política para o povo seja seguir com essa experiência para as eleições de 2022, com os partidos ligados à classe trabalhadora, como PT, PCdoB, PSOL, PSTU, PCB, UP, juntamente com os movimentos sociais, sindicais, de juventude, de mulheres, quilombolas, indígenas, etc., debatendo um programa que contemple as demandas dos explorados e oprimidos.

Já foram apresentadas diversas pré-candidaturas ao governo, muitas destas saindo da base de sustentação de Dino: Carlos Brandão (PSDB) é o candidato de Flavio Dino (PSB); Weverton Rocha (PDT) é ex-aliado de Dino; Josimar de Maranhãozinho (PL), que junto com seu partido, anunciou sua ruptura política com a atual gestão para disputar o Palácio dos Leões em 2022.

Felipe Camarão lançou sua pré-candidatura com apoio da maioria de seu partido. Achamos muito importante uma pré-candidatura do PT, pois abre o leque de opções pela esquerda. Reconhecendo a importância que o PT tem no Maranhão, em especial nos movimentos sociais, acreditamos ser possível avançar no diálogo com o objetivo de formar uma Frente de Esquerda no estado e possa discutir abertamente um programa para defender o povo negro, indígena, quilombola, as mulheres e toda nossa classe, sem submissão aos grandes projetos que expulsam nosso povo de seus territórios, causando muitos danos ao meio ambiente, a exemplo da construção de um porto privado na comunidade de Cajueiro.

São Luís, 26 de outubro de 2021.

 

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