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Com federações indefinidas, deputados temem salto no escuro

As dificuldades que cercam as federações partidárias, novidade para a próxima eleição, tem sido motivo de preocupação aos parlamentares que desejam mudar de legenda para tentar renovar o mandato. Temem dar um salto no escuro com a abertura da janela que permite trocar de sigla sem risco da perda da cadeira. Isto porque entre o prazo para a formalização das federações e a permissão para mudança partidária serão quase dois meses de intervalo.

Tem parlamentar torcendo para uma definição rápida, mas a julgar pela lentidão com as cúpulas dirigentes nacionais tratam a questão, provavelmente algumas tentativas, inclusive a que une PT, PSB, PCdoB, PV e PSOL, deverão ficar para a 2026, o que tem sido um motivo a mais de preocupação para quem possui mandato e busca a reeleição.

O deputado Rubens Júnior, filiado a 13 anos no PCdoB e que vai para a reeleição, por exemplo, caso haja federação não vê necessidade de mudar de partido, porém se as conversações não forem adiante até a abertura da janela partidária não descarta a possibilidade de se desfiliar do PCdoB e ingressar em outra legenda onde veja maiores possibilidade de disputar a reeleição.

Com três candidatos fortes, sendo dois com mandato (Márcio Jerry e Rubens Júnior) e um com potencial para se eleger (secretário de Infraestrutura Clayton Noleto), o PCdoB, sem federação, corre o risco de eleger apenas um parlamentar federal, enquanto na federação existe a possibilidade dos três se elegerem.

Como existe um espaço temporal entre a permissão para trocar de legenda (de 03 de março a 02 de abril) e a formalização das federações (até 31 de maio) Rubens Júnior diz que está fazendo a avaliações e não descarta a possibilidade de desfiliação do PCdoB. Já recebeu convites de vários partidos, inclusive de centro e centro esquerda, mas ainda estuda a melhor opção.

Os partidos estão encontrando muita dificuldade em formarem suas nominatas de candidatos a deputado federal e estadual justamente por conta da indefinição sobre as federações. Neste contexto, o partido Republicano, assim como os demais partidos, também enfrenta o mesmo problema. Com apenas dois deputados de mandato federal, Cleber Verde e Gil Cutrim, sem poder coligar na eleição proporcional e com a posição da direção nacional de não formar federação, corre o risco de ficar fora do plenário da Câmara Federal, caso não encontrem as chamadas “buchas” para ajudar a formar o quociente eleitoral.

E por falar nos “buchas”, esse tipo de candidato que mostrou em eleições passadas potencial de votos, mas não suficiente para conquistar o mandato, nunca foram tão valorizados e procurados. Tem partido com fundo eleitoral gordo oferecendo vantagens, algo bem parecido com leilão, tal o desespero para a composição de nominatas com nomes que possam contribuir para a formação de bancadas.

Com prazo para a oficialização das federações muito diante da janela partidária; o candidato deve está filiado a um partido político até o dia 2 de abril, quem mudar na abertura corre o risco de dar um salto no escuro, pois estará sujeito e está numa legenda que pode optar por não formar federação e a reeleição ficar comprometida. No sentido oposto, a federação pode ser com quem não possui afinidade.

E quanto mais se arrasta as conversações sobre federações, cresce o clima de intranquilidade entre dirigentes estaduais de partidos na composição dos seus quadros de candidatos.

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