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Campo dos principais pré-candidatos ao governo está ficando bem delimitado

A medida que a pré-campanha afunila está ficando cada vez mais evidente as posições dos pré-candidatos ao governo do estado em relação a sucessão presidencial. Dos quatro principais concorrentes ao Palácio dos Leões, apenas o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), se mantém neutro e, pelo menos até o momento, não sinaliza preferência.

O governador Carlos Brandão, candidato à reeleição tem como pré-candidato a vice na sua chapa o ex-secretário de Educação do Estado, Felipe Camarão (PT), e seu partido, o PSB, faz parte da aliança que dará sustentação política à candidatura de Lula. Os dois partidos, inclusive, não tiveram a menor dificuldade em manter no Maranhão a aliança costurada nacionalmente.

O time do ex-presidente Lula está bem definido no Maranhão, tem como coordenador o ex-governador Flávio Dino, pré-candidato ao Senado e principal articulador da união PT/PSB para as disputas presidencial e estadual. Junto com Brandão comanda a aliança que pretende dar ao ex-presidente votação expressiva, a exemplo de 2018 quando Fernando Haddad, com o apoio do grupo Dino, impôs acachapante derrota a Bolsonaro.

Brandão, ainda como vice-governador, desde o momento em que foi apontado como pré-candidato natural do grupo no processo de sucessão de Dino, declarou apoio a Lula, procurou aproximação com os dirigentes petistas, apoiou a decisão do PT indicar o vice e o encontro estadual do partido ratificou a chapa Lula/Alckmin/Brandão/Camarão e Dino senador.

No Maranhão, o palanque de Lula está definido, prego batido, ponta virada e o time já está em campo percorrendo o interior do estado com o movimento “O Maranhão Não Pode Parar”, sendo o último realizado nesta quarta-feira (15) em São Mateus com a presença de um grande público atento e interessado em discutir os problemas do pais e do estado.

Já o senador Weverton Rocha (PDT) deveria estar em pré-campanha levando o nome do representante do seu partido na corrida presidencial, Ciro Gomes, mas tem dado preferência as alianças com partidos que integram a base de sustentação do governo Bolsonaro, a exemplo do PL, do deputado de Josimar de Maranhãozinho, alvo de investigação da Polícia Federal por suposto desvio de verbas públicas.

Considerado nos meios políticos já como um neobolsonarista, Weverton tem feito movimentos que o aproximam cada vez mais de Bolsonaro. Conforme comentam nos bastidores da sucessão, o filho zero um do presidente, Flávio Bolsonaro, aquele da rachadinha, teria tido papel fundamental na decisão do PL em lhe declarar apoio.

No campo da direita, Weverton não está sozinho e terá de medir forças com o bolsonarista raiz Lahésio Bonfim. Ex-prefeito do pequeno município de São Pedro dos Crentes, Lahésio briga com o senador do PDT pelo palanque oficial de Bolsonaro no Maranhão, mas nada impede que o presidente use os dois aliados, até porque Weverton tem prestando serviço ao governo, sendo o último a retirada da assinatura do CPI que pretendia investigar corrupção no Ministério da Educação, a pedido do Palácio dos Planalto.

A máscara do pedetista, que jurava amar Lula por conta da popularidade do ex-presidente no estado, caiu quando a prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, deixou bem claro em entrevista à TV Mirante que sua declaração de apoio a Weverton foi o pedido do presidente.

Diante das alianças com os partidos bolsonaristas e da revelação da prefeita Maura Jorge alguém ainda tem dúvida de que lado está Weverton Rocha?

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