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Bira avalia PEC da Previdência com erro um histórico difícil de ser esquecido

Na reunião da Comissão Especial da PEC da Previdência desta sexta-feira (12), o deputado federal Bira do Pindaré (PSB/MA) classificou essa Reforma da Previdência como um erro histórico difícil de ser esquecido. Em sua fala, o parlamentar disse que neste momento final de discussão da proposta é inevitável que se faça reflexões importantes. Para ele, à medida que a população tomar conhecimento do que aconteceu efetivamente com a Previdência, as reações serão cada vez mais intensas.

“Muitas delas vão querer saber como isso aconteceu, porque é um processo complexo, de difícil compreensão. A grande mídia não teve a menor preocupação de informar a população. Ela fez propaganda, campanha permanentemente em favor da reforma da Previdência. Não teve o zelo jornalístico de informar, com os detalhes, a qualidade e a transparência necessária, o que realmente estava se discutindo e se decidindo. E se comete um erro histórico porque se parte de uma premissa absolutamente equivocada: a de que a Previdência estava gerando a crise na economia”, frisou.

Segundo destacou o congressista, a queda de arrecadação da Previdência é fruto da crise, da estagnação econômica e da falta de visão desse Governo e do anterior encerrado em dezembro passado. Bira disse que eles não se preocuparam em fazer investimentos, em proporcionar a indução da economia, para que ela pudesse ser retomada e proporcionar equilíbrio à Previdência Pública. E isso é comprovado cientificamente, sublinhou.

“Não fizeram isso! Fizeram a reforma trabalhista para tirar direito do trabalhador, dizendo que iam gerar emprego e não geraram. Fizeram a Emenda nº 95 que estabelece teto de gasto. Outra enganação que também não resolveu o problema do país! Agora, a enganação derradeira: a Reforma da Previdência. Certamente, em pouco tempo, essa propaganda enganos vai esvaziar. E será mais um discurso vazio para ser lembrado na história”, .

O parlamentar defendeu que é necessário que a memória seja mantida viva para lembrar as grandes perdas que a população teve com a aprovação da PEC 06. Isso, acentuou, afeta, dentre outras, o cálculo do benefício, proporcionando um confisco de salário.

“Meteram a mão no bolso do trabalhador! Qual o propósito disso? Desmontar a Previdência pública, facilitar o mercado financeiro, que agora está em festa porque meteu a mão na seguridade social. Esse sonho do mercado financeiro é antigo. E agora eles vão poder vender fundo de previdência, porque o sujeito vai olhar para o sistema público e vai concluir: ‘Não tenho como me aposentar pelo sistema público. Não tenho’. Então, ele se sente obrigado a ir uma agência do Bradesco, do Itaú, para comprar um fundo de previdência privada”, acrescentou.

Situação que só será possível para quem tiver, alertou ele, para quem tiver dinheiro. “Quem não tiver, infelizmente, como os ultraliberais defendem, vão ter que cair no BPC. É assistência social. É a falta de visão da dignidade do trabalhador”, completou.

O parlamentar ainda ressaltou o papel da Oposição, que fez sua parte. “Lutamos e conseguimos atenuantes, mas isso não resolve. A nossa luta continua e vamos prosseguir aqui no Parlamento e nas ruas. E temos condição, sim, de virar esse jogo, mas vamos virá-lo na luta democrática. Certamente, o povo vai reconhecer o nosso esforço”, concluiu.

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