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A hora do parlamento

Editorial – Jornal Pequeno


No próximo dia 3 de
fevereiro encerra o recesso da Assembléia Legislativa do Maranhão, com muitas
questões graves da política maranhense em pauta. Os deputados irão debater,
dentre outros assuntos, o arquivamento da proposta de impeachment da
governadora Roseana Sarney feita por advogados ligados a organizações de
direitos humanos. Voltará à tona o caos na segurança pública, mas é fato que os
ânimos se acirrarão muito mais por ser este um ano eleitoral.
O que se espera é que as
decisões do Poder Legislativo sejam marcadas pela sobriedade política tantas
vezes demonstrada pelo presidente, deputado Arnaldo Melo. Há muito tempo nesse
Estado não se via um governo tão confinado pela opinião pública e pelas
instituições deste país como está neste momento o governo Roseana Sarney. Mas é
preciso entender que o chamado rolo compressor, ou seja, a maioria governista
da Assembléia, ainda dá as ordens. Acima de todos os questionamentos há o fato
predito por Luis Carlos Prestes de que um governo que não se defende não é um
governo.
Não caberão, nesse processo,
razões humanas, mas espera-se apenas que os parlamentares consigam colocar
nesse debate, acima de seus interesses pessoais, os interesses do povo. A luta
agora não pode se confinar na mesquinhez da disputa de mandatos; afinal de
contas, vivemos e sobrevivemos no estado mais pobre da Federação.
O que estamos tentando dizer é que há uma juventude
     desempregada, às vezes faminta de futuro e de
educação. Não é o julgamento da governadora o que interessa; o que interessa na
verdade é o julgamento de um modelo político implantado aqui há quase 50 anos.
Vamos pensar que ainda somos campeões de pobreza absoluta, vamos pensar que o
Maranhão também é Brasil e que as regras da democracia não permitem que em nome
do poder seja, afinal, o povo sacrificado.
Livrem-se, senhores
parlamentares, dos aproveitadores ideológicos e cumpram a missão que lhes foi
confiada pelo povo. Não rasguem mais uma vez a Constituição deste país.
Recoloquem este estado no caminho da paz e do desenvolvimento.
Não queremos mais ser essa
confraria de renegados e entristecidos. O Maranhão, afinal de contas, só quer
voltar a ser Brasil. Porque no fundo sabemos que os homens
públicos são obrigados a pensar não apenas nos seus filhos, mas também nos
filhos de todos nós.
O Maranhão está machucado e
nenhuma decisão pode ser tomada sem levar em conta o que nos devem de progresso
e desenvolvimento.
Digam a todos senhores,
deputados, que só o povo tem o direito de falar em nome da liberdade.

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