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A exemplo de 2016 quando traiu Bira, golpe de Roberto Rocha pode fracassar de novo

A puxada de tapete do deputado estadual Wellington do Curso pelo senador Roberto Rocha na eleição para prefeito de São Luís não foi a única. Em 2016, na condição de senador eleito pelo PSB, ele chantageou a direção nacional do partido e conseguiu retirar da sucessão o então deputado estadual Bira do Pindaré, levando o partido para compor aliança com o então candidato PP, que ocupava as primeiras posições nas pesquisas de intenção de voto.

A exemplo de WC, Bira também se revoltou, criticou a postura traiçoeira do senador, que se prevaleceu do mandato, ameaçou inclusive sair do partido, caso não fosse consumado seu desejo de alijar o companheiro de legenda da disputa para colocar o filho como vice do candidato do PP. Em entrevista ao programa Ponto Continuando, da Mais FM, nesta quarta-feira (3), Bira lembrou do episódio em que foi sacado de forma covarde da disputa em 2016.

Rocha carrega um extenso currículo de traições, Em 2012, Rocha compôs a chapa, como vice, de Edivaldo Holanda Júnior. Em 2014 foi Edivaldo quem lançou ele como candidato ao Senado, em um ato público no Palácio de La Ravardiere,  mas quando foi para a reeleição, Roberto, já senador eleito pelo governador Flávio Dino e apoio de Edivaldo, e quis impor o filho Roberto Rocha Júnior como vice, mas como não foi aceito, rompeu.

Na época, Bira, recém desfiliado do PT, ingressou no PSB e lançou a pré-candidatura a prefeito de São Luís, mas teve que enfrentar a resistência de Roberto Rocha que tudo fez para barrar sua candidatura e levar o partido para compor aliança com o PP e colocar seu filho como vice na chapa de WC, hoje vítima fatal do punhal do senador.

A exemplo de 2016, projeto de Rocha também corre o risco de fracassar. Naquela eleição que Roberto deu a rasteira em Bira, Wellington era favorito; agora a história se repete. Braide lidera, mas nada garante que vencerá a eleição, até porque as pesquisas indicam tendência de queda do seu percentual de aceitação.

Rocha corre o risco mais uma vez de ser castigado pelas urnas. O eleitor não costuma pactuar com traíra e a eleição de 2018 onde ele teve apenas 2%  dos votos para governador deveria servir de exemplo.

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