10 de outubro de 2018

Redação: (98) 98205-4499

10/10/2018 -

Jorge Vieira -

Comente

Sob o comando de Roberto Rocha e Madeira, PSDB vira nanico no Maranhão

Rocha e Madeira transformaram o PSDB em legenda nanica no Maranhão

Sob o comando do senador Roberto Rocha e seu fiel escudeiro Sebastião Madeira, o PSDB do Maranhão definhou e saiu da eleição cheios de avarias e sintomas de inanição. O partido que teve seus dias de glória na oposição ao sarneysismo, sendo um dos sustentáculos da aliança que derrotou a oligarquia Sarney em 2014, desidratou e se transformou em mais uma legenda nanica, com apenas um representante eleito na rabeira para a Assembleia Legislativa do Estado.

Se a votação de Roberto Rocha (64 mil votos) não daria para ele se eleger nem a deputado federal, a de Madeira foi ainda mais ridícula para quem já se considerava eleito. Com apenas 34.821 votos, Madeira está sendo aposentado da política da forma mais humilhante possível, pois além de amargar a derrota, ainda carrega com ele a pecha de traidor por ter se aproximado da ex-governadora Roseana Sarney, só tendo se aliado com Dino após ter a certeza de que ele seria eleito governador em 2014.

O PSDB era um partido robusto, cresceu muito sob o comando do vice-governador Carlos Brandão e já preparava para repetir a aliança com o PCdoB quando Rocha conseguiu convencer a direção nacional dos tucanos de que seria um candidato ao governo forte e montaria um palanque mais forte ainda para o presidenciável Geraldo Alckmin no Maranhão. Veio a desastrada intervenção, Rocha foi alçado ao comando e levou a legenda para o abismo.

Rocha saiu do tamanho de um pigmeu e o partido, que já teve seus dias glória na oposição a oligarquia, sem representação na Câmara Federal e com apenas um deputado eleito na rabeira para a Assembleia Legislativa do Estado, também com votação decepcionante, apenas 24 mil votos, muito inferior a votação de muitos candidatos que ficaram fora por conta da proporcionalidade.

E a tendência após o fiasco em 2018 é esvaziar ainda mais, até porque os que não saíram com Brandão e preferiram ficar para vê o resultado a intervenção no diretório estadual já não se sentem confortáveis sendo dirigidos por Roberto Rocha, um político sem escrúpulos, cheio de inveja e que deve ser aposentado da vida pública em 2022, quando termina o mandato de senador que o governador Flávio Dino lhe deu.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

RADIO

Rádio Timbira Ao Vivo

Buscar

Nossa pagina