2 de maio de 2015

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02/05/2015 -

Jorge Vieira -

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Prefeitura oportuniza a estudantes conhecimentos sobre a área jurídica

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de
Educação (Semed), realizou esta semana o lançamento do projeto “Além da
leitura e da escrita: Educando para o exercício da cidadania”. O projeto é
realizado em parceria com o Fórum Desembargador Sarney Costa. Voltada para a
área de Educação de Jovens e Adultos (EJA), a iniciativa tem como proposta
fomentar a construção de conhecimento na área da justiça e cidadania.

O projeto segue a diretriz do
prefeito Edivaldo Holanda Júnior de garantir atenção integral a todos os
estudantes da rede municipal, garantindo-lhes o exercício completo da
cidadania. “Esta iniciativa possibilitará aos jovens, adultos e idosos que
estudam nas nossas Unidades de Educação Básica o conhecimento acerca de seus
direitos e as instâncias para reivindicá-los. São informações fundamentais para
a cidadania e a dignidade”, afirmou o secretário municipal de Educação,
Geraldo Castro.

O projeto “Além da leitura e da
escrita: educando para o exercício da cidadania” leva aos estudantes o
conhecimento acerca de questões relativas a áreas específicas do direito, como
direitos dos trabalhadores, das mulheres, da criança e do adolescente.

Uma rede de colaboradores, montada
através da parceria entre a Prefeitura de São Luís e a coordenação do projeto
junto ao Fórum Desembargador Sarney Costa, organizará os momentos de diálogo,
que podem ocorrer nas próprias escolas ou em visitas organizadas dos estudantes
a instâncias do Poder Judiciário em São Luís.

PROJETO

A solenidade de lançamento foi realizada
no auditório do Fórum e contou com a presença de cerca de 200 estudantes de dez
escolas da rede municipal que, divididos em pequenos grupos, participaram de
uma visita guiada às dependências do Fórum Desembargador Sarney Costa. Após a
visita, os alunos assistiram a uma palestra, ministrada pela juíza titular da
1ª vara de Fazenda Pública de São Luís, Maria Luzia Neponucena.

Para a juíza, a proposta do projeto é
audaciosa e acerta ao tratar a sala de aula como espaço de formação social e de
transformação. “É importante trabalhar na escola esses conteúdos
tranversais, que falam sobre direitos e deveres dos cidadãos. O benefício desse
conhecimento não se restringe somente ao aluno, mas ajuda a promover o
desenvolvimento social político e econômico de um país”, disse a juíza
Luzia Neponucena.

Thalia Viana de Sousa, estudante da
Unidade de Educação Básica (U.E.B.) José Ribamar Bogéa, na Cidade Olímpica,
aprovou a iniciativa. Ela contou que, antes de fazer a visita guiada ao fórum,
nunca tinha ouvido falar do espaço nem sabia para que servia. “Descobri,
por exemplo, que aqui acontecem julgamentos e que também existem setores que
tratam das questões de família. Acho que com esse projeto vou conhecer os meus
direitos e entender um pouco mais sobre outras questões jurídicas”,
ressaltou Thalia.

Também estavam presentes à solenidade de lançamento o defensor público
estadual Dario André Cutrim Castro; a superintendente da área de Educação de
Jovens, Adultos e Idosos da Semed, Áurea Borges; e a advogada e uma das coordenadoras
do projeto, Maironilde Gonçalves Medeiros Pereira.

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