29 de julho de 2011

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29/07/2011

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O Presidente do diretório municipal do PCdoB, Márcio Jerry, em conversa com o titular  deste blog agora a pouco via Facebook, externou o que pensa o partido em relação a proposta de reunificar o campo da oposição com vistas as eleições de 2012 e 2014. Jorge Vieira –  Tá fechado mesmo o acordo entre Roberto […]

O Presidente do diretório municipal do PCdoB, Márcio Jerry, em conversa com o titular  deste blog agora a pouco via Facebook, externou o que pensa o partido em relação a proposta de reunificar o campo da oposição com vistas as eleições de 2012 e 2014.
Jorge Vieira –  Tá fechado mesmo o acordo entre Roberto e Flávio Dino sobre a sucessão municipal?
Márcio Jerry – Como bem disse e repetiu o governador Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, nós estaremos juntos em 2012 e 2014
Jorge Vieira – Roberto Rocha será o candidato em 2012 e Flávio em 2014?
Márcio Jerry – Roberto Rocha é pré-candidato; mas há outros pré-candidatos do nosso campo de aliança. O próprio Flávio Dino jamais descartou a possibilidade de ser o candidato.
Eduardo Campos ontem: o candidato pode ser do PSB ou pode ser do campo aliado.
Não podemos descartar nem ignorar as legítimas postulações dos companheiros Eliziane Gama e Bira do Pindaré, por exempo.
Jorge Vieira – Me esclarece só uma coisa: Flávio Dino pensa ser candidato a prefeito de São Luís? E 2014 como fica?
Márcio Jerry – Tenho uma tese, a da “foto”…Imagina uma foto eleitoral com Flávio Dino, Bira, Marcelo Tavares, Rubens Jùnior, Edvaldo Júnior, Eliziane Gama, Roberto Rocha…É a foto da vitória no curto, médio e longo prazos.
Não é que Flávio Dino pense ou não pense. A prioridade do partido e dele é construir coletivamente uma alternativa aos fracassos de Castelo, em São Luís, Roseana, no Maranhão.
Jorge Vieira – Então que dizer que Roberto é só balão de ensaio?
Márcio Jerry – Não, Roberto é pré-candidato mesmo. Não quer dizer que será candidato em qualquer situação. Aliás, o discurso da unidade foi a tônica de todos ontem, de Eduardo, Roberto, Flávio Dino(na carta), Zé Reinaldo, Marcelo, etc.
Em síntese, temos vários pré-candidatos no nosso campo político. Nosso dever é construir a unidade desse campo. E com muito juízo, lembrando novamente uma frase de Eduardo Campos, definir quem serão os nomes para prefeito e vice.
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29/07/2011

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O ato de filiação do ex-deputado Roberto Rocha no PSB revelou que a oposição verdadeira começa dar os primeiros passos em busca da unidade em torno de um nome para representar o bloco na sucessão municipal. Há um entendimento geral de que as eleição de 2012 será  essencial para a formação de uma base sólida […]

O ato de filiação do ex-deputado Roberto Rocha no PSB revelou que a oposição verdadeira começa dar os primeiros passos em busca da unidade em torno de um nome para representar o bloco na sucessão municipal.
Há um entendimento geral de que as eleição de 2012 será  essencial para a formação de uma base sólida visando a sucessão estadual de 2014, quando a oposição terá a oportunidade de derrotar mais uma vez a velha oligarquia do senador José Sarney (PMDB).
Esta tese é compartilhada por todos os dirigentes dos partidos que participaram da festa em que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, anunciou oficialmente a pré-candidatura de Roberto Rocha a prefeito de São Luís.     
PSB, PDT, PPS, PCdoB e outras legendas de pequeno porte acreditam na possibilidade de uma grande aliança de esquerda em 2012 como preparativo para a consolidação de um projeto à sucessão estadual.   
Neste cenário o nome do ex-deputado Roberto Rocha ganha força para ser o único candidato a prefeito da oposição, pois está alinhavando um compromisso com o PCdoB e demais partidos do campo da oposição de apoiar a candidatura do presidente da Embratur, Flávio Dino ao governo em 2014.
As divergências internas estão sendo superadas em nome de um projeto maior. A prova de que as feridas estão sendo cicatrizadas foi demonstrada na composição da mesa que comandou os trabalhos de filiação do ex-tucano.
José Reinaldo Tavares, Ribamar Alves, José Antonio Almeida deram demonstração de que a causa do Maranhão é maior que as divergências pontuais. Abraçaram a causa da direção nacional e deram boas vindas a Roberto Rocha, um político experiente que “chega para somar”, como disse em seu discurso de adesão ao PSB.
Como todos concordam que a oposição dividida vira presa fácil, tudo indica que Roberto Rocha será o candidato dos partidos de esquerda, Flávio Dino o ajudará e receberá seu apoio na disputa pelo governo em 2014.
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O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, confirmou em coletiva à imprensa, que o partido terá candidato a prefeito de São Luís e em todas as cidades com mais de 200 mil habitantes. “Está é uma decisão da direção nacional, a quem caberá decidir sobre alianças e candidaturas para 2012” e anunciou […]

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, confirmou em coletiva à imprensa, que o partido terá candidato a prefeito de São Luís e em todas as cidades com mais de 200 mil habitantes. “Está é uma decisão da direção nacional, a quem caberá decidir sobre alianças e candidaturas para 2012” e anunciou a pré-candidatura do ex-deputado Roberto Rocha.  

Eduardo Campos chegou à coletiva acompanhado de todas as lideranças do PSB, numa demonstração de unidade em torno da filiação de Roberto Rocha. Ele chegou com a missão de representar a legenda na sucessão municipal.

Campos ressaltou a importância de Roberto para a política do Maranhão e da contribuição que deu como deputado à política nordestina. Disse ainda que o PSB é uma agremiação partidária que tem a preocupação de ser espaço político e por isso foi o que mais cresceu no país, elegendo seis governadores.

O presidente nacional do PSB, ao ser questionado sobre as divergências internas e das especulações de que haveria resistência à entrada de Rocha no partido, disse considerar normal as diferenças, mas que nunca tomou conhecimento de desavenças. “Somos um democrático, não vejo nada de mais, o importante é que estamos aqui todos unidos”, enfatizou.

Eduardo Campos, ao responder pergunta sobre a aproximação do presidente regional José Antonio Almeida com o prefeito João Castelo, esclareceu que a entrega de uma secretaria ao PSB aconteceu em um outro momento e garantiu que a sigla terá candidato a prefeito de São Luís, embora, em algumas cidades, o partido esteja coligado com o PSDB.

O governador fez questão de anunciar que no  Maranhão  o campo de atuação do partido é na oposição ao grupo Sarney e destacou a aliança nacional que possui com o PCdoB, do presidente da Embratur Flávio Dino, que não compareceu ao ato de filiação, mas mandou uma carta explicando os motivos da ausência e parabenizando Roberto Rocha pelo ingresso na legenda.

Antes da solenidade de filiação, o governador de Pernambuco esteve com a governadora Roseana Sarney tratando de questões administrativas de interesses dos dois estados, com a questão da Reforma Tributária. “Uma visita protocolar”, como definiu um assessor.   

A Festa – Após a coletiva, o governador comandou a festa de filiação ocorrida no auditório Fernando Falcão, com direito a presença dos cantadores do Bum-meu-boi da Maoiba, Chagas e Marquinhos.

Dirigentes de todos os partidos que atuam no campo da oposição se fizeram presentes e acompanharam as saudações calorosas dos oradores  Rubens Júnior (PCdoB), Marcelo Tavares (PSB), Ribamar Alves, José Reinaldo Tavares e Eduardo Campo, que abriu as portas ao novo filiado.

O ex-deputado Flávio Dino, em correspondência encaminhada ao evento, justificou a ausência por conta de várias atividades de preparação para a Copa do Mundo, no Rio de Janeiro. Representaram o PCdoB, o deputado Rubens Júnior e o presidente do diretório municipal, Márcio Jerry.

Em seu discurso de entrada no PSB, Roberto Rocha fez um retrospecto de sua vida política, desde o primeiro mandato de deputado estadual, até a eleição de 2010 quando tentou uma cadeira no Senado e se colocou à disposição para ser o candidato. Ele deixou claro que a sucessão de 2012 deve está ligada à sucessão estadual de 2014.  
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28/07/2011

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O deputado Marcelo Tavares (PSB) falou apenas meia verdade ao afirmar a um blogueiro do Sistema Mirante  que esteve há três ou quatro meses na Rádio Capital para tratar sobre a filiação de Roberto Rocha ao partido. Tavares esteve de fato no escritório do ex-deputado federal no período revelado agora por ele, mas não foi […]

O deputado Marcelo Tavares (PSB) falou apenas meia verdade ao afirmar a um blogueiro do Sistema Mirante  que esteve há três ou quatro meses na Rádio Capital para tratar sobre a filiação de Roberto Rocha ao partido.
Tavares esteve de fato no escritório do ex-deputado federal no período revelado agora por ele, mas não foi para tratar de filiação partidária, como afirmou ao blogueiro sarneista, e sim para pedir desculpas a Rocha por ter espalhado o boato na campanha eleitoral de 2010 que sua candidatura ao Senado Federal teria sido invenção do senador José Sarney para prejudicar José Reinaldo.
Marcelo Tavares e o presidente estadual do PSB, José Antonio Almeida, fecharam acordo com o prefeito João Castelo para levar o PSB a participar da aliança com o PSDB, no entanto, foram surpreendidos com o convite feito pelo presidente nacional do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para Roberto Rocha ser candidato a prefeito de São Luís, ou seja, venderam o partido em troca de uma secretaria, mas não vão conseguir entregar.
 
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28/07/2011

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Folha.com Uma pesquisa do Ibope Inteligência divulgada nesta quinta-feira mostra que 55% dos brasileiros são contrários à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que reconheceu a união de casais do mesmo sexo. O estudo, realizado entre os dias 14 e 18 de julho, identifica que as pessoas menos incomodadas com o tema são as mulheres, […]

Folha.com
Uma pesquisa do Ibope Inteligência divulgada nesta quinta-feira mostra que 55% dos brasileiros são contrários à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que reconheceu a união de casais do mesmo sexo.
O estudo, realizado entre os dias 14 e 18 de julho, identifica que as pessoas menos incomodadas com o tema são as mulheres, os mais jovens, os mais escolarizados e as classes mais altas.
Sobre a decisão do STF, 63% dos homens e 48% das mulheres são contra. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 60% são favoráveis, enquanto 73% dos maiores de 50 anos são contrários.
Considerando a escolaridade, 68% das pessoas com a quarta série do fundamental são contra a decisão, enquanto apenas 40% da população com nível superior compartilha a opinião.
Nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, 60% são contra. Já no Sul a proporção cai para 54% e, no Sudeste, 51%.
Questionados se aprovam a adoção de crianças por casais do mesmo sexo, a proporção de pessoas contrárias é a mesma dos que não querem a união gay: 55%.
Apesar da maioria contrária à união gay, a pesquisa revela que o brasileiro, de modo geral, é tolerante com homossexuais em seu cotidiano.
Perguntados se se afastariam de um amigo caso ele revelasse ser homossexual, 73% disseram que não. A maioria também aprova totalmente que gays trabalhem no serviço público como policiais (59%), professores (61%) ou médicos (67%).
“Os dados mostram que, de uma maneira geral, o brasileiro não tem restrições em lidar com homossexuais no seu dia a dia, tais como profissionais ou amigos que se assumam homossexuais. Mas ainda se mostra resistente a medidas que possam denotar algum tipo de apoio da sociedade a essa questão, como o caso da institucionalização da união estável ou o direto à adoção de crianças”, afirma Laure Castelnau, diretora do Ibope Inteligência.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas com mais de 16 anos em 142 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
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28/07/2011

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Na avaliação de políticos e marqueteiros, web vai dar projeção aos temas do quotidiano do eleitorado Adriano Ceolin, iG Brasília Apesar da reconhecida força da TV, a internet vai impulsionar a discussão de temas locais nas eleições municipais de 2012, avaliam políticos e marqueteiros que já começaram a estudar estratégias de comunicação para as disputas […]

Na avaliação de políticos e marqueteiros, web vai dar projeção aos temas do quotidiano do eleitorado
Adriano Ceolin, iG Brasília
Apesar da reconhecida força da TV, a internet vai impulsionar a discussão de temas locais nas eleições municipais de 2012, avaliam políticos e marqueteiros que já começaram a estudar estratégias de comunicação para as disputas das prefeituras. Sobretudo, nas grandes cidades, a rede mundial de computadores terá relevância maior no pleito municipal do que teve no nacional, realizado em 2010. A nova classe média, que a cada dia acessa mais a internet, é o principal público-alvo a ser conquistado.
Na última semana, a reportagem do iG conversou com políticos e marqueteiros que começaram a rascunhar como pretendem conquistar o eleitorado. Apesar da indefinição de nomes e coligações, especialistas em comunicação política já avaliam cenários.
O carioca Felipe Soutello integrou a coordenação da equipe comunicação da campanha de José Serra (PSDB) ao Palácio do Planalto no ano passado. Era ele quem acompanhava o tucano em debates, por exemplo.
Segundo Soutello, a internet terá um papel mais importante em 2012 do que teve em 2010. Ele avalia a rede mundial de computadores vai servir como caixa de ressonância para discussão dos problemas cotidianos, como trânsito e segurança. “Os norte-americanos começaram a estudar técnicas dos anos 30, 40, quando a comunicação política era feita boca a boca”, disse Soutello. “A internet tem um pouco disso. Tudo é direto. A mobilização é maior”, completou.
Foto: AE 
Internet já pautou eventos como ‘Churrasco de gente diferenciada’ e tende a ganhar um papel ainda maior na eleição municipal de 2012
Soutello citou, como exemplo recente, o episódio da estação do metrô no bairro paulistano de Higienópolis. Em maio deste ano, moradores do bairro fizeram lobby contra a obra. Alegaram que, com o metrô, “gente diferenciada” – um eufemismo para pessoas de classes C e D – frequentaria a região.
A resposta foi quase imediata. Centenas de pessoas de outras regiões da cidade de São Paulo começaram a discutir o assunto pela internet e resolveram organizar um protesto bem humorado, o chamado “churrasco da gente diferenciada”.
Temas locais
Segundo deputado federal mais votado no Estado de São Paulo, Gabriel Chalita é um dos políticos que saíram na frente para tentar se viabilizar como candidato a prefeito da capital. Ele migrou do PSB para o PMDB, partido que sozinho terá o segundo maior tempo de TV no horário eleitoral gratuito.
Há cerca de dois meses, Chalita procurou o jornalista baiano Marcelo Simões para contratá-lo como marqueteiro. Integrante da vitoriosa campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, Simões não fechou contrato com o deputado, mas trocou impressões sobre como Chalita poderia se posicionar melhor nesta pré-campanha.
A dica principal foi para Chalita discutir mais os temas diretamente ligados à vida do paulistano. No Twitter, o deputado começou a publicar com mais frequência textos sobre o trânsito e segurança pública. Na sexta-feira (22), Chalita escreveu: “Mais de 300 pessoas morreram em acidentes de carro na madrugada de São Paulo em 2010”.
No mês passado, Chalita passou a integrar a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Bullying e Outras Formas de Violência. Apesar das novas recomendações, Chalita não abandonou o uso de frases e citações. “Incontinente é aquele que não planeja fazer o erro mas que não pensa nas consequências”, escreveu no Twitter no mesmo dia 22 de julho.
Nova classe média
Um dos alvos das campanhas de 2012 também será a nova classe média. A avaliação é do José Fernandes, que foi contratado pelo DEM para redefinir uma estratégia de comunicação para o partido. “O partido precisa lembrar a população que a nova classe média veio graças à estabilização da moeda, que o DEM, quando era PFL, ajudou a promover”, disse. “Precisamos resgatar bandeiras antigas do partido.”
Em 2010, Fernandes comandou a campanha de José Agripino (DEM) para o Senado. Apesar de ter sido um líder de oposição ao governo Lula nos últimos oito anos, ele conseguiu se reeleger. Hoje Agripino é presidente do DEM. “No Rio Grande do Norte, Agripino é popular, resolveu muitos problemas quando foi prefeito e governador nos anos 80 e 90”, disse. “Conseguimos convencer o eleitor que, em Brasília, ele é importante para defender o Estado”, completou.
Efeito Lula, Aécio…
Seja no governo ou na oposição não há quem negue a importância de Lula na eleição da presidenta Dilma Rousseff em 2010. No entanto, já se sabe que, apesar da disposição do ex-presidente, na eleição municipal seu peso político como cabo eleitoral de luxo tende a ser menor do que numa disputa nacional.
A maior prova disso foi a eleição de 2008, quando diversos candidatos apostaram na força de Lula para vencer. Os casos clássicos são os da Prefeitura de São Paulo, quando Gilberto Kassab (DEM) bateu a petista Marta Suplicy (PT), e de Natal, quando Micarla Sousa (do PV, mas apoiada pelo DEM) superou a também petista Fátima Bezerra.
Foto: Futura Press 
Na corrida municipal, cabos eleitorais como Aécio Neves e Lula tendem a ter peso menor
Em Belo Horizonte, por pouco não ocorreu algo parecido. O então governador mineiro Aécio Neves (PSDB) e o então prefeito da capital Fernando Pimentel (PT) se uniram para eleger Márcio Lacerda (PSB).
No início da campanha, o tucano e o petista apareciam mais no programa eleitoral do que o socialista. Mesmo bem avaliados, Pimentel e Aécio não conseguiram transferir todo seu prestígio a Lacerda para fazer com que ele ganhasse no primeiro turno. Pior. O socialista quase foi derrotado por Leonardo Quintão (PMDB).
No segundo turno, foi preciso uma alteração na estratégia de campanha para que Lacerda conseguisse derrotar Quintão. O foco deixou de ser em cima do apoio de Pimentel e Aécio. Investiu-se mais sobre quem era Lacerda e nas deficiências de Quintão.
“Eu era a favor das mudanças ainda no primeiro turno, mas fui voto vencido”, contou o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), que era um dos coordenadores da campanha. “Não tem jeito. Toda campanha municipal precisa mostrar quem tem mais condições de resolver os problemas da cidade.”
 
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28/07/2011

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 A equipe formada por três alunos e supervisionada pelo professor Doutor Luiz Antonio de Souza Ribeiro, do curso de Engenharia Elétrica da UFMA, ficou em primeiro lugar na competição internacional Future Energy Challenge ( IFEC). Além desta premiação, a UFMA ainda obteve prêmios secundários e mais brindes fornecidos pela organização. O objetivo do IFEC é […]

 A equipe formada por três alunos e supervisionada pelo professor Doutor Luiz Antonio de Souza Ribeiro, do curso de Engenharia Elétrica da UFMA, ficou em primeiro lugar na competição internacional Future Energy Challenge ( IFEC). Além desta premiação, a UFMA ainda obteve prêmios secundários e mais brindes fornecidos pela organização.

O objetivo do IFEC é propor desafios a times de todas as partes do mundo para incentivar a inovação, conservação e uso eficiente da energia elétrica. As atividades duram em média de 8 a 10 meses, tempo no qual as equipes classificadas deverão desenvolver os protótipos da solução proposta. Durante o tempo de desenvolvimento, os componentes representantes das Universidades são avaliados através de relatórios técnicos e de workshops realizados pela organização do evento.

Nesta edição, a equipe da UFMA participou de uma categoria de desafio que consistiu em desenvolver um conve rsor eletrônico capaz de acionar uma bomba d’agua a partir de um painel solar de 205 W (o suficiente para abastecer uma família de 4 pessoas).

O conversor deveria maximizar o funcionamento do painel solar e simultaneamente otimizar a operação da bomba no intuito de gerar a maior quantidade possível de água.

Para vencer a competição, a equipe deveria criar um sistema que apresentasse a maior eficiência energética com o menor custo capaz de solucionar os problemas de bombeamento e filtragem de água emergencial e em locais isolados como, por exemplo, ilhas.

De acordo com professor Ribeiro, inicialmente foram inscritas 30 equipes de todo o mundo. A primeira eliminatória foi baseada na análise da solução proposta, classificando somente 13 equipes. A segunda etapa foi realizada em um Workshop ocorrido no mês de março, em uma conferência de eletrônica de potência na cidade de Fort Worth – Texas nos EUA.

O úl timo encontro foi realizado no Rio de Janeiro em julho. Neste período, um grupo de juízes, formado por pesquisadores e profissionais internacionais na área de eletrônica de potência, avaliou as equipes e o desempenho dos protótipos desenvolvidos. Após dois dias de testes experimentais, apresentações e análises dos relatórios técnicos a equipe da UFMA foi vitoriosa.

O projeto desenvolvido da Universidade obteve êxito durante todos os testes e avaliações. O protótipo obteve resultados de bombeamento de água 2 vezes superior ao segundo colocado, a equipe Alemã, sendo considerado o equipamento mais barato e mais eficiente (Modelo brasileiro foi orçado em R$ 139 reais enquanto o alemão ficou em R$ 1.235 reais)

O sistema desenvolvido apresenta todas as características e vantagens necessárias para se tornar um produto comerciável e contribuir para o avanço de sistemas de filtragem e bombeamento de água a partir de painéis solares.  

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