3 de julho de 2012

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03/07/2012

Jorge Vieira

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Quarenta operadoras de saúde deverão suspender a venda de alguns de seus planos por não terem cumprido os prazos determinados pela ANS (Agência Nacional de Saúde) no fim de 2011. Desde dezembro, após a publicação de uma nova medida, a agência passou a acompanhar os prazos máximos de atendimento para cada tipo de procedimento, como […]

Quarenta
operadoras de saúde deverão suspender a venda de alguns de seus planos por não
terem cumprido os prazos determinados pela ANS (Agência Nacional de Saúde) no
fim de 2011.
Desde
dezembro, após a publicação de uma nova medida, a agência passou a acompanhar
os prazos máximos de atendimento para cada tipo de procedimento, como
consultas, exames ou cirurgias.
O órgão
divulgará hoje o levantamento realizado entre março e junho em que aponta que
foram feitas 4.682 reclamações por beneficiários de planos de saúde devido a
descumprimento de prazos.
Das 1.016
operadoras médico-hospitalares existentes, 162 receberam pelo menos uma queixa,
segundo a ANS.
Os nomes
das companhias sujeitas a suspensão serão divulgados depois que as empresas
forem comunicadas.
“O
acompanhamento dos prazos máximos tem o objetivo de garantir que o consumidor
tenha acesso ao serviço contratado”, segundo Mauricio Ceschin,
diretor-presidente do órgão.
As operadoras
que não respeitam os prazos podem receber multas ou, em casos de
descumprimentos constantes, sofrer medidas como a suspensão da comercialização
de produtos e a possibilidade de afastamento de dirigentes da empresa.
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02/07/2012

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A turma pragmática do PT, aliada da oligarquia Sarney, que acusava os autênticos do PT, particularmente os deputados Domingos Dutra e Bira do Pindaré, de serem “petistas emplumados”, numa referência ao PSDB, acredite, admite agora aliança até com o DEM no Maranhão, partido que faz oposição ferrenha ao governo Dilma Rousseff no plano federal. Os […]

A turma pragmática do PT, aliada da oligarquia
Sarney, que acusava os autênticos do PT, particularmente os deputados Domingos
Dutra e Bira do Pindaré, de serem “petistas emplumados”, numa referência ao
PSDB, acredite, admite agora aliança até com o DEM no Maranhão, partido que faz
oposição ferrenha ao governo Dilma Rousseff no plano federal.
Os petistas liderados pelo vice-governador
Washington Luis Oliveira entraram com recurso no Diretório Nacional pedindo
autorização para fazer aliança com o DEM e o PSDB em vários municípios do
Estado. Com exceção de São Luís, nos demais municípios os representantes do PT
figuram como vice-prefeito na chapa.
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02/07/2012

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A deputada Eliziane Gama, proclamada candidata a prefeita de São Luís na convenção do PPS, poderá rever sua decisão de disputar a sucessão municipal em reunião convocada para a noite desta segunda-feira (02), na sede do partido, para tratar sobre questões das eleições 2012.   Eliziane fez a parte dela conseguindo convencer a direção nacional […]

A deputada
Eliziane Gama, proclamada candidata a prefeita de São Luís na convenção do PPS,
poderá rever sua decisão de disputar a sucessão municipal em reunião convocada
para a noite desta segunda-feira (02), na sede do partido, para tratar sobre questões
das eleições 2012.  
Eliziane
fez a parte dela conseguindo convencer a direção nacional e os convencionais
ludovicense da importância de sua candidatura, mas como vários candidatos a eleição
proporcional ameaçam desistir de concorrer ao mandato de vereador, dirigentes do partido desejam que a deputada reveja sua posição.
A grande
maioria dos militantes e pré-candidatos do PPS à eleição proporcional acredita
que ela irá rever a candidatura, a final a deputada não pretende destruir o
partido e muito menos acabar com a esperança de reeleição do vereador Vieira
Lima.        
  
Outra
dificuldade enfrentada pela candidata diz respeito a infraestrutura da campanha,
pois o PPS terá que ir para a disputa sozinho com 50 candidatos a vereador. “Estamos
esperando que ela aja com sensatez, pois candidatura própria pode acabar com o
partido em São Luís e o resultado da eleição majoritária pode ser ruim prá ela também”,
enfatizou um dirigente do partido.
A direação partidária
e os candidatos à Câmara Municipal, segundo apurou o blog, não pretendem exercer qualquer tipo
de pressão sobre a parlamentar, esperam que ela mesma tenha a iniciativa de
rever a candidatura.
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02/07/2012

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 RUBENS VALENTE Guardado em sigilo por mais de três décadas, um conjunto de 40 relatórios encadernados detalha a destruição de aproximadamente 19,4 mil documentos secretos produzidos ao longo da ditadura militar (1964-1985) pelo extinto SNI (Serviço Nacional de Informações). As ordens de destruição, agora liberadas à consulta pelo Arquivo Nacional de Brasília, partiram do comando […]

 RUBENS VALENTE

Guardado em sigilo por mais de três décadas, um conjunto de 40
relatórios encadernados detalha a destruição de aproximadamente 19,4 mil
documentos secretos produzidos ao longo da ditadura militar (1964-1985)
pelo extinto SNI (Serviço Nacional de Informações).

As ordens de destruição, agora liberadas à consulta pelo Arquivo
Nacional de Brasília, partiram do comando do SNI e foram cumpridas no
segundo semestre de 1981, no governo de João Baptista Figueiredo
(1979-1985).

Do material destruído, o SNI guardou apenas um resumo, de uma ou duas linhas, que ajuda a entender o que foi eliminado.

Dentre os documentos, estavam relatórios sobre personalidades famosas,
como o ex-governador do Rio Leonel Brizola (1922-2004), o arcebispo
católico dom Helder Câmara (1909-1999), o poeta e compositor Vinicius de
Moraes (1913-1980) e o poeta João Cabral de Melo Neto (1920-1999).
Alguns papéis podiam causar incômodo aos militares, como um relatório
intitulado “Tráfico de Influência de Parente do Presidente da
República”. O material era relacionado ao ex-presidente Emílio
Garrastazu Médici, que governou de 1969 a 1974.
Outros documentos destruídos descreviam supostas “contas bancárias no
exterior” do ex-governador de São Paulo Adhemar de Barros ou a
“infiltração de subversivos no Banco do Brasil”.
Boa parte dos documentos eliminados trata de pessoas mortas até 1981. A
análise dos registros sugere que o SNI procurava se livrar de todos os
dados de pessoas mortas, talvez por considerar que elas não eram mais de
importância para as atividades de vigilância da ditadura.

 

LEGISLAÇÃO
Algumas das ordens de destruição foram assinadas pelo general Newton
Cruz, que foi chefe da agência central do SNI entre 1978 e 1983.
Em entrevista por telefone realizada na semana passada, Cruz, que está
com 87 anos, disse que não se recorda de detalhes das destruições. Mas
afirmou ter “cumprido a lei da época”.
A legislação em vigor nos anos 80 abria amplo espaço para eliminações
indiscriminadas de documentos. Baixado durante a ditadura, o Regulamento
para Salvaguarda de Assuntos Sigilosos, de 1967, estabelecia que
materiais sigilosos poderiam ser destruídos, mas não exigia motivos
objetivos. Bastava que uma equipe de três militares decidisse que os
papéis “eram inúteis” como dado de inteligência militar.
A prática da destruição de papéis sigilosos foi adotada por outros órgãos estatais.
Como a Folha revelou em 2008, pelo menos 39 relatórios secretos
do Exército e do extinto Emfa (Estado-Maior das Forças Armadas) foram
incinerados pela ditadura entre o final dos anos 60 e o início dos 70.
Segundo quatro “termos de destruição” arquivados pelo CSN (Conselho de
Segurança Nacional), órgão de assessoria direta do presidente da
República, foram queimados documentos nos anos de 1969 e 1972.
Editoria de arte/Folhapress
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02/07/2012

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02/07/2012 -

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Ainda não encerrou a estapafúrdia briga interno no PSB por conta das divergências sobre política de aliança, intervenção na Comissão Provisória Municipal  e da autoproclamação do presidente da executiva regional, advogado José Antonio Almeida, como candidato a vice na chapa do prefeito João Castelo. O presidente destituído da Comissão Provisória, ex-deputado Roberto Rocha, que havia […]

Ainda não encerrou a estapafúrdia briga interno
no PSB por conta das divergências sobre política de aliança, intervenção na Comissão Provisória Municipal  e da autoproclamação do
presidente da executiva regional, advogado José Antonio Almeida, como candidato
a vice na chapa do prefeito João Castelo.
O presidente destituído da Comissão Provisória,
ex-deputado Roberto Rocha, que havia conseguido levar a legenda para a aliança
com o candidato Edivaldo Holanda Júnior (PTC/PCdoB/PDT/PRTB), deve brigar junto
a executiva nacional pelo reconhecimento da decisão que manteve o partido no
grupo liderado pelo presidente da Embratur, Flávio Dino.
A executiva nacional tem em suas mãos duas
propostas de coligação: uma do presidente destituído Roberto Rocha favorável a
coligação com Holanda Júnior e uma segunda encaminhada pela nova comissão
provisória nomeada por José Antonio defendendo aliança com João Castelo. A direção nacional deve se posicionar ainda sobre o “golpe” que destitui Rocha e colocou na presidencia Maurício Almeida, filho do autoproclamado candidato a vice de Castelo.
Caberá a executiva nacional analisar as
duas atas e definir quem tem razão nessa refrega. É bom lembrar que Roberto
Rocha ingressou no PSB com as bênçãos do presidente nacional do partido,
governador Eduardo Campos, a quem caberá bater o martelo sobre o lamentável
episódio.       
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30/06/2012

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A Comissão Provisória Municipal do PSB decidiu na noite de ontem (29), por 4 X 3, fechar a ata da convenção apresentando como proposta vencedora a tese da coligação com o candidato do PTC, Edivaldo Holanda Júnior. A reunião foi tensa, recheado de ofensas e ameaças dos defensores da coligação com João Castelo (PSDB) recorrer […]

A Comissão
Provisória Municipal do PSB decidiu na noite de ontem (29), por 4 X 3, fechar a ata da
convenção apresentando como proposta vencedora a tese da coligação com o
candidato do PTC, Edivaldo Holanda Júnior.
A reunião foi tensa, recheado de
ofensas e ameaças dos defensores da coligação com João Castelo (PSDB) recorrer
à justiça, mas o presidente Roberto Rocha se impôs e afirmou que irá mandar a
ata com o resultado para ser homologado pela executiva nacional.
Em situação delicada ficou o
ex-governador José Reinaldo Tavares, que havia prometido ao prefeito a presença
do PSB no seu palanque e não vai conseguir entregar a mercadoria que vendeu.
Com a decisão dos socialistas,
Edivaldo Júnior passa a contar agora em sua coligação com PTC, PCdoB, PDT, PRTB
e PSB, o que elevará substancialmente o tempo do candidato no horário da
propaganda eleitoral.  
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30/06/2012

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30/06/2012 -

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Por falta de quorum, a convenção municipal do PSB realizada nesta noite de quinta-feira (29)  não conseguiu deliberar sobre as propostas de aliança para a eleição de outubro próximo. Sem o número necessário para votar as teses de coligação com o prefeito João Castelo ou com o deputado federal, Edivaldo Holanda, a direção do partido […]

Por falta de quorum, a convenção
municipal do PSB realizada nesta noite de quinta-feira (29)  não conseguiu deliberar sobre as propostas de aliança para a
eleição de outubro próximo.
Sem o número necessário para
votar as teses de coligação com o prefeito João Castelo ou com o deputado
federal, Edivaldo Holanda, a direção do partido remeteu a decisão à executiva provisória municipal, que deverá agora anunciar com quem a legenda coligará.

A posição do presidente da comissão provisória, Roberto Rocha, já tornada pública, é de coligar com o deputado Edivaldo Holanda.


A executiva municipal é composta de sete membros, sendo quatro favorável a coligação com Edivado e três com João Castelo.

O resultado oficial sai de uma reunião convocada por Rocha ainda para esta noite de quinta-feira, mas nos bastidores da sucessão já tido com certo que o PSB vai coligar com Edivaldo e pode indicar o vice da chapa.

*Texto corrigido para revisão de informação às 22h30

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