16 de janeiro de 2012

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Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal também realizarão seleções em breve. Em todo o país, mais de 43 mil oportunidades estão com inscrições abertas   por Carlos Bafutto | 16/01/2012 07:00 A Casa da Moeda do Brasil lançou concurso que oferece 27 vagas para posse imediata e 988 para formação de cadastro de reserva. […]

Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal também realizarão seleções em breve. Em todo o país, mais de 43 mil oportunidades estão com inscrições abertas
A Casa da Moeda do Brasil lançou concurso que oferece 27 vagas para posse imediata e 988 para formação de cadastro de reserva. As oportunidades são para cargos de nível médio e superior com rendimentos que variam entre R$ 1.395 e R$ 3.592. O concurso será organizado pela Fundação Cesgranrio e as inscrições podem ser feitas de 12 a 31 de janeiro pelo site www.cesgranrio.org.br. As taxas variam de R$ 45 (nível médio/técnico) a R$ 90 (nível superior). Em todo o país, mais de 43 mil vagas a serem preenchidas por concurso público estão com inscrições abertas esta semana.
Além das provas objetivas, aplicadas pela organizadora do concurso, os candidatos serão submetidos a etapas que envolvem qualificação biopsicossocial e procedimentos admissionais competentes, que serão de responsabilidade da Casa da Moeda do Brasil.
As provas objetivas serão aplicadas no dia 4 de março. O resultado final do concurso está previsto para ser divulgado no dia 22 de março (veja edital).
Banco do Brasil
O Banco do Brasil divulgou a abertura de concurso para formação de cadastro de reserva para o cargo de escriturário, com rendimentos de R$ 1.408, para a carga horária de 30 horas semanais. Os candidatos devem ter nível médio e os novos escriturários contarão também com gratificação semestral de 25% sobre o salário. O concurso será organizado pela Fundação Cesgranrio entre 23 de janeiro e 14 de fevereiro. A taxa de inscrição é de R$ 42.
As vagas estão distribuídas em nove estados e o candidato deve optar por concorrer pela macrorregião ou microrregião à qual estará automaticamente vinculado para fins de realização de provas de classificação e de contratação. As admissões se darão de acordo com a necessidade de provimento em seleções externas anteriores ou o esgotamento da reserva de candidatos aprovados, prevalecendo o que ocorrer primeiro.
As provas serão aplicadas no dia 25 de março e consistem em 70 questões de múltipla escolha das quais 30 de conhecimentos básicos e 40 de conhecimentos específicos. Na prova de conhecimentos básicos serão abordadas as seguintes disciplinas: língua portuguesa, matemática, atualidades e raciocínio lógico. Nas questões de conhecimentos específicos serão cobrados conteúdos de informática, de atendimento e de conhecimentos bancários (veja edital).
Caixa Econômica Federal
A Caixa deve admitir cinco mil novos funcionários por meio de concurso em 2012, além de chamar os aprovados em três concursos anteriores que ainda estão dentro da validade. A nova seleção será para cargos de nível médio e superior. De acordo com o banco, as vagas serão distribuídas por todo o território nacional.
A nova seleção é destinada a cargos em níveis iniciais da carreira administrativa – técnico bancário novo, com contracheque de R$ 1.784 mais benefícios – e profissional da instituição – cargos de nível superior com rendimentos de R$ 7.931. A carga horária é de oito horas diárias.
Conselhos de classe
O Conselho Federal de Medicina abriu seleção para sete vagas e formação de cadastro de reserva. Os cargos são para candidatos de nível superior, nível médio e nível médio técnico, com salários entre R$ 2.140 e R$ 7.830. O concurso será organizado pela Fundação Universa e as inscrições podem ser feitas entre os dias 13 de janeiro e 20 de fevereiro pelo site www.universa.org.br. As taxas variam entre R$ 38 e R$ 67 (veja edital).
Os cargos de nível superior são de especialista de atividades de suporte – ocupação: jornalista e bibliotecário; especialista de suporte logística- ocupação: advogado e analista de sistemas.
A seleção pública será composta de prova, objetiva e prova discursiva para todos os cargos, exceto para o cargo profissional de serviços gerais e administrativos, ocupação profissional de serviços gerais. As provas serão aplicadas em 1° de abril em Brasília.
Além do Conselho Federal de Medicina, estão abertas nesta semana as inscrições para seleções em seis outros conselhos profissionais. São eles: Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Pernambuco (veja edital), Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais (veja edital), Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Norte (veja edital), Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (veja edital), Conselho Regional de Odontologia de Alagoas (veja edital), Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região (São Paulo) (veja edital).
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16/01/2012

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ISADORA PERON – O Estado de S.Paulo  O pré-carnaval do Rio de Janeiro vai ter uma festa diferente este ano: é o baile do “Pega Ladrão”, marcado para a próxima quinta-feira, onde os políticos envolvidos em suspeitas de corrupção vão ser “homenageados” com o Troféu Algemas de Ouro. A celebração é organizada pelo Movimento 31 […]

ISADORA PERON – O Estado de S.Paulo 
O pré-carnaval do Rio de Janeiro vai ter uma festa diferente este ano: é o baile do “Pega Ladrão”, marcado para a próxima quinta-feira, onde os políticos envolvidos em suspeitas de corrupção vão ser “homenageados” com o Troféu Algemas de Ouro. A celebração é organizada pelo Movimento 31 de Julho e recebe o apoio de outros grupos anticorrupção que, desde o ano passado, vêm promovendo manifestações por todo o Brasil. 
Para eleger quem seria o político mais impune do Brasil, foi criada uma enquete no Facebook e sugeridos nove nomes. Além dos seis ministros do governo Dilma demitidos após denúncias de irregularidades, completam a lista o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), o ex-ministro José Dirceu (PT), réu no processo do mensalão, e a deputada Jaqueline Roriz (PMN), absolvida em agosto pela Câmara depois de ter sido flagrada em vídeo recebendo dinheiro. 
Os critérios para a escolha dos candidatos foram definidos pelos organizadores do concurso e estão explicados no blog do movimento (movimento31dejulho.blogspot.com). A votação termina hoje. Por enquanto, quem lidera a competição é Sarney, seguido por Dirceu e Jaqueline. Até sexta-feira, mais de 6 mil pessoas haviam votado. O baile de premiação será no Clube dos Democráticos, no bairro da Lapa, reduto da boemia carioca. 
“Nós já compramos as algemas e os três primeiros colocados vão recebê-las: tem a de ouro, a de prata e a de bronze”, diz uma das organizadoras do evento, Ana Luiza Archer. A trilha sonora da festa também foi pensada para prestigiar a ocasião: no salão serão tocadas marchinhas e sambas que remetem à impunidade da política brasileira, como Se gritar pega ladrão, de Bezerra da Silva, e Onde está a honestidade?, de Noel Rosa. 
Segundo Ana Luiza, a ideia de promover um baile e não uma marcha na rua como os protestos anteriores surgiu para aproveitar o clima mais descontraído desta época do ano, que se aproxima do carnaval. “Janeiro é mês de férias, de festas, ninguém está com cabeça para pensar em manifestação”, diz, lembrando que “a alegria e o deboche também são formas de protestar”. 

Planejamento. Ela afirma que essa será a primeira de muitas ações que os movimentos anticorrupção estão preparando para este ano. A intenção é realizar manifestações mensais com objetivos mais específicos, para acabar de uma vez com as críticas de que os grupos que surgiram em 2011 não defendem bandeiras claras. “Entendemos que com ações focadas fica mais fácil mensurar o resultado, para não dar a impressão que a causa ‘contra corrupção’ é gigantesca”, afirma.
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16/01/2012

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FELIPE BÄCHTOLD Centro da polêmica que opõe magistrados de São Paulo ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça), benefícios atrasados desde os anos 90 e reivindicados por juízes e promotores se tornaram um fardo nas contas de outros Estados e têm obrigado governos a fazer manobras em seus Orçamentos.  Há casos em que nem foi calculado […]

FELIPE BÄCHTOLD
Centro da polêmica que opõe magistrados de São Paulo ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça), benefícios atrasados desde os anos 90 e reivindicados por juízes e promotores se tornaram um fardo nas contas de outros Estados e têm obrigado governos a fazer manobras em seus Orçamentos.
 
Há casos em que nem foi calculado o tamanho das dívidas, nas quais incidem também juros e correção monetária. A Federação dos Servidores do Judiciário fala em “bilhões” de reais pendentes.
 
No Ceará, o Ministério Público elaborou um cronograma para quitar os atrasados até 2016. Conforme o planejamento, neste mês os promotores e procuradores estão recebendo uma parcela que deveria ter sido incluída no salário em agosto de 1995.
 
Para arcar com a despesa extra, o governo de Cid Gomes (PSB) abriu um “crédito especial” de R$ 10,3 milhões no Orçamento em outubro passado. Sem o adicional, os procuradores cearenses já ganhariam R$ 24,1 mil ao mês.
 
O governo do Tocantins reservou R$ 13,6 milhões para cobrir os atrasados em 2012. Na Paraíba, um projeto na Assembleia remaneja R$ 4,8 milhões para pagar os benefícios. No Rio Grande do Norte, o governo deslocou R$ 600 mil para este fim em 2011.
 
CONTESTAÇÃO
 
No Rio Grande do Sul, o governo de Tarso Genro (PT), que sofre pressão de servidores por reajustes, tenta evitar a despesa extra e já recorreu, em outubro passado, ao Tribunal de Contas do Estado.
 
O argumento é que o passivo já estaria prescrito e que os pagamentos seriam direito apenas de juízes federais. O governo afirma que a obrigação de quitar a dívida gera “grave prejuízo ao erário”.
 
Em 2010, o Estado desembolsou em um mês R$ 2,5 milhões com o pagamento de benefícios retroativos apenas para o Tribunal de Justiça.
 
Em Roraima, a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2012 estima os gastos com o pagamento de benefícios atrasados em R$ 8,5 milhões.
 
Foi preciso criar um artifício para escapar de um artigo que limita o aumento das despesas do Estado com a Promotoria e o Judiciário.
 
O secretário estadual do Planejamento, Haroldo Amóras, afirma que a dívida leva o Estado a deixar de aproveitar “outras oportunidades”.
 
“Mas é uma imposição legal, tem que cumprir a exigência. Normalmente, o Executivo não contesta, apenas se discute o fluxo de caixa, como fazer isso”, diz.
 
Em São Paulo, o Tribunal de Justiça afirma que sua dívida com servidores e magistrados supera R$ 3 bilhões.
 
O desembargador Roberto Bellocchi, ex-presidente da corte, aprovou para si próprio um pagamento de R$ 1,5 milhão no biênio 2008-2009. Outros 28 magistrados têm pagamentos investigados.
 

Em dezembro, o STF (Supremo Tribunal Federal) paralisou investigação do CNJ que apurava privilégios nos pagamentos. O conselho não questiona a legalidade do passivo, e sim o seu pagamento em condições privilegiadas a alguns magistrados

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14/01/2012

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ESPERANÇA – Por Igor Lago   Desde o dia 01 de dezembro de 2011, o nosso partido vive uma situação inédita: a de não existir formalmente! Nunca havia acontecido isto desde a sua fundação em 1980. O PDT maranhense foi um dos primeiros nove que se organizaram em nosso país, numa luta árdua para superar […]

ESPERANÇA – Por Igor Lago
 
Desde o dia 01 de dezembro de 2011, o nosso partido vive uma situação inédita: a de não existir formalmente! Nunca havia acontecido isto desde a sua fundação em 1980. O PDT maranhense foi um dos primeiros nove que se organizaram em nosso país, numa luta árdua para superar as barreiras impostas pelas leis da Ditadura. Ainda garoto, aos 11 anos, ajudava meu pai a organizar as fichas de filiação. Sob as lideranças de Neiva Moreira e Jackson Lago, o PDT cresceu, conquistou mandatos legislativos e executivos, chegando à prefeitura de nossa capital, de várias cidades de nosso estado e, finalmente, ao Palácio dos Leões, impondo uma derrota única à Oligarquia maranhense.
 
Após o falecimento de seu insubstituível líder, o PDT maranhense reorganizou-se em 211 dos 217 municípios. E caminhávamos rumo à Convenção Estadual para, conquistarmos assim, toda a autonomia de um Diretório. Daí a minha posição de estimular os companheiros a realizarem suas Convenções Municipais, termos o número necessário de Diretórios para convocar a Convenção que deve ser marcada pela Executiva Nacional, conforme o nosso 
Estatuto. Também estávamos programando a realização de um Encontro Estadual em dezembro, o que acabou não acontecendo devido à não prorrogação da Comissão Estadual. Além desses prejuízos, estamos na insólita condição de não poder discutir, ainda, os rumos que o nosso Partido deve tomar em São Luis e em muitos de nossos municípios.
 
Acredito que um partido democrático prima pelas boas práticas partidárias, dentre elas, a de que as instâncias tenham respeito entre si. Nada mais salutar para um partido que a sua instância municipal seja respeitada pela sua instância superior, isto é, a estadual, assim como o partido estadual pela sua instância superior, a nacional. Qualquer decisão de uma instância superior, sobre os destinos de sua instância inferior, deve ser feita baseada no que o consenso ou a maioria desta determinou. Isto chama-se Democracia!
 
Jango, Brizola, Darci Ribeiro, Doutel de Andrade, Francisco Julião, Abdias Nascimento, Getúlio Dias, Jackson Lago e tantos outros deram suas vidas por essa instituição. Não podemos desconhecer a nossa história, esquecer os nossos ideais e princípios. Estes, pelo que significam, são eternos.
 
Escrevo com indignação e com a firmeza que todos devemos ter ao encarar certas situações partidárias. É preciso que todos compreendam que o nosso partido tem que ser e deve ser diferente, que deve respeitar a sua história e o seu legado. Igualmente devemos nos preparar para os embates do presente e futuro, com os pés no chão e de cabeça erguida, sabendo dos desafios políticos, eleitorais e administrativos.
 
É o que temos tentado fazer aqui no Maranhão, ao honrar o legado de seu fundador Jackson Lago, assim como a história de vida de todos os seus fundadores, fazendo a política com P maiúsculo, fortalecendo o Partido para apresentar candidaturas próprias e, quando não possível, fazer alianças baseadas nos valores republicanos e éticos.
 
Acredito que, depois de uma grande e profunda discussão, encontraremos as melhores decisões.
 
E não posso deixar de lembrar que, “quando se tem indignação e coragem, damos lugar à Esperança”.
 
Saudações Trabalhistas!
 
Igor Lago
 

Imperatriz, 13 de janeiro de 2012.

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14/01/2012

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Pré-candidato a prefeito de São Luís pelo Partido dos Trabalhadores, o deputado estadual Bira do Pindaré, em entrevista ao blog, descartou qualquer possibilidade de intervenção da direção nacional no PT do Maranhão, caso vença às prévias que disputará contra o vice-governador Washington Luís Oliveira e se consolide como representante da legenda na sucessão municipal.  “A […]

Pré-candidato a prefeito de São Luís pelo Partido dos Trabalhadores, o deputado estadual Bira do Pindaré, em entrevista ao blog, descartou qualquer possibilidade de intervenção da direção nacional no PT do Maranhão, caso vença às prévias que disputará contra o vice-governador Washington Luís Oliveira e se consolide como representante da legenda na sucessão municipal.
 
“A intervenção está fora de cogitação para a eleição deste ano. O que aconteceu na eleição estadual de 2010 não se repetirá na sucessão municipal. O congresso nacional do partido não autorizou intervenção em nenhum município. Entendo que há uma política de aliança que deve ser respeitada e que nós respeitaremos, portanto não há a menor possibilidade de intervenção, porque o que está em jogo não é a eleição da presidente Dilma, mas o fortalecimento do PT no Brasil inteiro e uma coisa ninguém pode negar, eu sou petista desde que me entendo por gente”, esclareceu.
 
Segundo Bira, a entrada do vice-governador Washington Oliveira na disputa não mudará em absolutamente nada sua pretensão de disputar a Prefeitura de São Luís. Ele garante que continua seguindo o mesmo caminho para consolidar uma candidatura competitiva, viável e que tenha um projeto próprio para a capital, coisa que há muito tempo o PT não tem. “Nosso objetivo continua sendo o mesmo: focar a eleição majoritária e também a proporcional, porque a legenda não possui nenhum vereador na capital”, enfatiza.
 
O deputado petista, ao ser questionado se aceitaria compor uma aliança com o PMDB apresentando o vice da chapa, disse que sua posição é conhecida de todos, por tudo que aconteceu no PT nos últimos anos. “Minha preferência é por uma coligação com os partidos tradicionais das alianças do PT no Maranhão, que são os chamados partidos do campo democrático e popular, que fazem parte da base de apoio do governo da presidente Dilma”, adiantou.
 
Para o parlamentar, o nome do PT quem escolherá serão os militantes, em votação secreta,  por isso, em seu entendimento, o número elevado de pré-candidato (cinco), não assusta, mas acredita que haverá uma afunilamento na reta final do processo.  O pré-candidato, no entanto, adverte que se não for possível o consenso, a prévia definirá.
 
“O que nós precisamos é aproveitar o sentimento de mudança que existe no Estado do Maranhão, em especial em nossa capital, para que se possa capitalizar para um processo de mudança em que o partido seja protagonista. Sabemos das dificuldades e temos que reconhecer, mas é preciso a gente apostar numa mudança, numa alternativa que viabilize o partido, esse é o nosso propósito e eu vou me empenhar no sentido de buscar esse caminho”, defende.
 
Sobre a indefinição do presidente da Embratur e potencial aliado, Flávio Dino, em participar do pleito,  Bira diz que entende a situação e que ele está sendo apenas cauteloso, tentando aglutinar o máximo possível todas as lideranças e partidos que convergem em torno da sua referência política hoje no Maranhão. “Eu percebo a cautela que ele está tendo em relação a essa construção que não termina em 2012, se estende para 2014. É nesse sentido que eu entendo a postura dele”, acredita.
 

Bira do Pindaré destaca ainda que sua candidatura não é uma utopia e pode vingar nas prévias. Ele diz está seguro que o resultado será decidido pelos filiados. “Eu tenho minhas vantagens e desvantagens. “Minha vantagem é a densidade eleitoral que acumulei em São Luís, a final de contas a minha maior votação foi na capital, mas reconheço a desvantagem, como por exemplo, não ter as estruturas econômicas e políticas para cooptar ninguém. Conto apenas com força das idéias e de nossa postura de coerência, de forma que tudo pode acontecer”, alertou. 
   

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14/01/2012

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Integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) temem que a barreira imposta dentro do próprio Judiciário – via liminares do Supremo Tribunal Federal – para a continuidade de investigações nos tribunais impeça a comprovação de indícios de venda de sentenças e enriquecimento ilícito de magistrados e servidores, no radar da Corregedoria Nacional de Justiça. Conforme […]

Integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) temem que a barreira imposta dentro do próprio Judiciário – via liminares do Supremo Tribunal Federal – para a continuidade de investigações nos tribunais impeça a comprovação de indícios de venda de sentenças e enriquecimento ilícito de magistrados e servidores, no radar da Corregedoria Nacional de Justiça.
Conforme relatos de membros da Corregedoria ao Estado, o CNJ partiu para a série de inspeções em 22 tribunais, que começou pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, munido de denúncias de que magistrados teriam patrimônio incompatível com seus rendimentos, o que leva à suspeita de que estariam negociando sentenças.
A proibição de acesso aos dados da evolução patrimonial de magistrados e servidores e à folha de pagamento dos tribunais, imposta pelo STF, praticamente torna sem efeito o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que mesmo sem revelar a identidade de servidores ou magistrados, mostrou que R$ 855,7 milhões foram movimentados entre 2000 e 2010 de forma suspeita.
As denúncias que chegaram ao CNJ, as investigações em curso e os alvos nessas inspeções aos tribunais são sigilosos e não são revelados.
O cruzamento entre as declarações de bens de servidores e juízes e a folha de pagamentos dos tribunais poderia indicar discrepâncias. Aqueles que estivessem nessa situação, seriam chamados a esclarecer as diferenças e, eventualmente, a corrigir as declarações apresentadas ao tribunal e à Receita Federal. Se não houvesse explicação plausível, uma investigação certamente seria aberta no âmbito administrativo.
A decisão do ministro Ricardo Lewandowski, em processo das associações de magistrados, interrompeu as inspeções em todos os tribunais. Quando voltar do recesso, o tribunal terá de julgar o caso e decidir diversas questões jurídicas que envolvem este caso, entre elas se a Corregedoria teria poderes para solicitar dados sigilosos do Coaf ou se poderia, a qualquer momento, analisar informações das declarações de bens e rendas de servidores e magistrados. 
(Agência Estado)
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13/01/2012

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Na aeroporto da capital do Piauí, não há fingers para o desembarque, ou qualquer conexão do avião com o terminal. Estrutura é pequena e reformas dificultam o trânsito dos passageiros   por Leandro Mazzini  Brasília (JK) – Teresina  , dia 14 de dezembro, voo JJ3840, TAM , 9h58 Descobri na Wikipedia que o Piauí, com […]

Na aeroporto da capital do Piauí, não há fingers para o desembarque, ou qualquer conexão do avião com o terminal. Estrutura é pequena e reformas dificultam o trânsito dos passageiros
 Brasília (JK) – Teresina  , dia 14 de dezembro, voo JJ3840, TAM , 9h58
Descobri na Wikipedia que o Piauí, com seus 251 mil quilômetros quadrados, é um pouco maior que o Reino Unido. Isso dá uma ideia do tamanho do espaço aéreo brasileiro, principalmente levando-se em conta que o estado não está entre os cinco maiores do Brasil em território. Pois a primeira dúvida que tive ao reservar a passagem para Teresina, a capital, era saber se o avião pousaria mesmo no Piauí ou no Maranhão. Há dois meses um comandante teve a proeza de errar o aeroporto de destino e aterrissar em Timon, no estado maranhense, a cidade vizinha de Teresina, irmãs siamesas do sertão separadas apenas pela largura do belo rio Parnaíba (se eu estivesse a bordo, preferiria atravessar a ponte a pé ou rio a nado a decolar de novo).
Teresina é encravada no Norte do Piauí, um estado que além do nome diferente carrega uma riquíssima cultura popular – o folclore piauiense é latente no orgulho de seus cidadãos. Se o comandante de meu voo por acaso errasse nosso destino e descesse na cidade de Amarante, eu visitaria o túmulo da Santa Finada Auta. Era uma prostituta famosa na cidade que foi enterrada fora do cemitério. Isso. Há um cemitério murado. Do lado de fora, o túmulo da excluída, a sociedade não a deixou perfilar-se entre os outros benquistos cidadãos amarantenses. Provou-se para o mundo, em Amarante, que uma prostituta é rejeitada até debaixo da terra. Para quem duvida, é só perguntar para o deputado estadual Homero Castelo Branco, devoto dela.
Se o avião pousasse em Oeiras, conferiria um folclore que ronda a cidade: os moradores do município com o maior número de deficientes mentais (proporcionalmente) do país têm a tradição de, ao casarem e construírem suas casas, reservar um quarto no fundo do lar para um futuro filho “doidinho”. Se desembarcasse em São Gonçalo, tentaria contar o número de motos por metro quadrado ou todas num intervalo de tempo numa rua. É a cidade com a maior quantidade de motocicletas do Brasil.
E se o piloto errasse mais um pouco, rumo ao Norte, conheceria em Esperantina a prostituta mais famosa do estado, a Mundoca. Lembro de tê-la entrevistado pelo telefone em 2001: 67 anos, 5 mil homens e 31 filhos (isso em 2001. Juram que ela se aposentou). (Com exceção de Mundoca, as outras histórias foram cortesia do repórter Luciano Coelho, do Diário do Povo, em Teresina).
Fato é que desci em Teresina, cidade cuja temperatura média anual não baixa de 27º C e passa fácil dos 35ºC no verão. Minha odisseia de sete dias seguidos em vários aeroportos começou por ali. Mas a aventura começou antes, ainda em Brasília, no Aeroporto JK. A TAM me presenteou com um overbooking (prática corriqueira nas companhias, quando o cidadão sobra, mesmo com passagem comprada, porque a empresa vendeu mais bilhetes que assentos).
Cobrei explicações de um atendente. Resumiu-se em dizer que eu estava “em espera”. Isso tudo porque eu reservei a passagem um mês antes pelo programa de milhagem. Antes que ele me sugerisse o bagageiro do Airbus, exigi o meu assento reservado, com ameaça de processo contra a companhia. Milagrosamente um assento surgiu. (A dica que dou ao passageiro amigo nestas ocasiões em que se enquadra “em espera” é que você espere, de pé, na frente do(a) atendente, que ele (a) vai achar o seu assento).

O desembarque em Teresina é feito no pátio do aeroporto. Haja fôlego e pernas
Uma vez em Teresina, notei o descaso da Infraero com o passageiro. Não há fingers para o desembarque, ou qualquer conexão do avião com o terminal. Anda-se livremente pela pista num espaço de uns 20 metros até o saguão de desembarque. Se um louco suicida invadir a pista, o piloto que se vire para salvar um avião lotado em processo de pouso ou decolagem. (Há outros aeroportos em que se anda pela pista.)
Dali, outra aventura. Achar a sua mala numa única esteira na sala apertada, sem vazão de ar condicionado, onde os 150 de um Airbus parecem uma multidão comprimida e ansiosa para fugir. E apesar do nome grande e pomposo – Aeroporto Internacional de Parnaíba – Prefeito Dr. João Silva Filho – o terminal é pequeno e apertado, parece uma rodoviária mal cuidada. 
Os toillets no saguão de check in estavam em obra, o cidadão só entrava no sanitário masculino passando debaixo de uma escada, de poeira e do sujeito com a furadeira em ação.
Puxei papo com um engraxate boa praça que trabalha em frente à minúscula banca de jornal no terminal. A exemplo de taxistas, creiam, engraxates sabem de tudo. Ele até conhecia o editor do jornal que eu visitaria. Não que Teresina seja pequena para todos se encontrarem, mas descobri que ele é fã da coluna do citado, e foi direto ao caderno de Política assim que deixei o exemplar com ele. Gostei da cena. Engraxate é culto. Eu levei o caderno de Esportes.
Fiquei três horas em Teresina, o suficiente para minha reunião. No retorno ao aeroporto, conheci o segundo pavimento. A Infraero aproveitou parte do espaço para distribuir cadeiras, e a outra para dois restaurantes pequenos, onde almocei. Se sobra camaradagem em uns, falta instrução a outros. Os funcionários da estatal não souberam me informar onde havia tomada para conectar a fonte de meu netbook (acreditem, em todo o pavimento só encontrei uma). E ficou por isso mesmo. Ninguém saiu da sala para mostrar se havia um.
Ainda no pavimento superior , em frente aos restaurantes, também há um mirante para a pista. Que fica lotado. Os piauienses adoram uma despedida, ou chegada. Da pista, os conterrâneos que desembarcam acenam para o mirante – e quem não tem quem cumprimentar, manda um olá para o pobre coitado do funcionário da BR Aviation que 
reabastece os aviões, postado inerte com o tédio peculiar à cena de seu posto de trabalho.

Corredor improvisado no embarque, entre terminal e futuro puxadinho
O setor do embarque é outra sala de lamúrias discretas e ocultas – vê-se pelo semblante dos passageiros. O cidadão é obrigado a passar por uma porta apertada, onde apenas um segurança controla o circuito. Lá dentro, pouquíssimos assentos fazem a maioria ficar de pé, encostados nas paredes ou pilastras. E, no embarque, mais andança no pátio. A sala de embarque, no entanto , vai crescer, provam as obras: vigas de aço já compõem o cenário externo, um “puxado” que avança para o pátio, aquele tipo de construção que se vê em outros aeroportos: em vez de base sólida e duradoura com concreto e ampliação do terminal para valer, as empreiteiras usam aço, gesso e madeirite em cantos localizados. Para disfarçar o improviso, fixam um mármore brilhante no piso e instalam poltronas novas.
Os piauienses, tão calorosos e alegres, não merecem o aeroporto que têm.
Na decolagem, lembrei-me de Oeiras, Amarante, São Gonçalo, Esperantina, e tudo o que infelizmente não vi. Depois que Teresina sumiu da vista, tive certeza de que a Timon maranhense também ficara para trás, e o piloto não erraria nosso aeroporto de destino, o Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado, em São Luís (MA), alvo da próxima reportagem.
(Congresso em Foco)
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