20 de novembro de 2012

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20/11/2012 -

Jorge Vieira -

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Deputados da oposição acusam governo de perseguição

Os
deputados Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Marcelo Tavares (PSB) e Cleide Coutinho (PSB) ironizaram na sessão desta mahã de terça-feira (20) o fato do governo do Estado haver anunciado, em seminário com os novos
prefeitos, que pretende realizar parceria institucional com os municípios. 


“Em nome
do mandato que exerço, em nome do povo do Maranhão quero afirmar que no nosso
Estado tal parceria institucional não existe, é um engodo, uma mentira, uma
propaganda apenas. Prefeitos de oposição são tratados como adversários e
perseguidos. Deputados estaduais de oposição são tratados como adversários e
perseguidos e o governo vem convocando todos os prefeitos e dizer: olha, o
tratamento vai ser indistinto, não depende de partido político”, relatou Rubens Júnior.

A deputada Cleide Coutinho disse que concorda e ratifica as
palavras dos deputados Rubens Júnior e Marcelo Tavares sobre uma suposta parceria institucional do governo do Estado com
todas as 217 prefeituras do Maranhão, fato este que está sendo prolatado
no seminário promovido pelo governo do Estado.

Cleide afirma que não existe a propalada parceria e sim apenas
um seminário que talvez, queira apresentar um futuro candidato a
governador do Estado. Segundo ela, alguns prefeitos e vereadores,
iniciantes na política, estão com os corações abertos e bem
intencionados.

A deputada observa que não é possível falar
em parceria institucional, quando nenhuma emenda da oposição é aprovada, só
porque somos da oposição. Nem a cidade de São Domingos e Tuntum que
votaram na governadora receberam minhas emendas”, disse.

Líder da oposição, Marcelo Tavares lembrou que nos governos de José Reinaldo Tavares (PSB) e Jackson Lago (PDT) a oposição era tratada com respeito e todas as emendas eram liberadas, inclusive as do secretário de Saúde Ricardo Murad (PMDB).

Rubens Júnior acrescentou que a parceria institucional anunciada pelo governo “na
verdade é uma peça de propaganda antecipada”, e relatou que perdeu as contas de
quantas vezes tentou liberar suas emendas parlamentares e não conseguiu. Júnior disse ainda que mesmo com projeto técnico aprovado não liberam os recursos.
Citou ainda
exemplos de emendas que destinam recursos para entidades sem fins lucrativos,
como a que reserva R$ 100 mil para a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos
criar o Centro de Memória de Direitos Humanos, mas nunca saiu.  E que
também destinou uma emenda parlamentar de R$ 100 mil para o Hospital Aldenora
Bello e não é liberada.

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