17 de Maio de 2018

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17/05/2018 -

Jorge Vieira -

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Enquanto a aliança de Flávio Dino está pronta para eleição, oposição cria factoide

Enquanto a aliança que apoiará a reeleição do governador Flávio Dino está consolidada com quatorze partidos, a oposição continua perdida e criando factoide. O quadro políticos partidário para as eleições de outubro próximo está definido, hoje se sabe quem são os filiados de cada legenda, os candidatos majoritários estão praticamente definidos e as pesquisas indicam que o pleito poderá ser definido logo no primeiro turno, razão do desespero do consórcio de candidatos lançados pela oligarquia Sarney.

A coligação do governador Flávio Dino largou na frente, ampliando o favoritismo sobre a concorrência, enquanto a oposição bate cabeça, mostra pouco fôlego na corrida eleitoral, segundo as pesquisas, e tem se preocupado ultimamente apenas em criar factoides na vã esperança de atingir o candidato do PCdoB. Após as espernear contra os capelães, reclamarem da presença do governador no lançamento da pré-candidatura do deputado Simplício Araújo do Solidariedade,  agora anunciam que vão recorrer contra o aumento concedido aos professores.

Especializados em Fake News, a oligarquia escalou Ricardo Murad, aqueles mesmo acusado pela Polícia Federal de ser o chefe da organização criminosa que desviou R$ 1 bilhão da saúde pública do Maranhão, para protocolar ações infundadas no Ministério Público para que os veículos ligados ao grupo Sarney espalhem nos quatros cantos do Estado que o governador estariam cometendo crime eleitoral, o que não passa de uma grande mentira.

O desespero da oposição sarneysista faz sentido, a final, Dino lidera com 60% das intenções de votos e isso tem tirado o sono do velho cacique José Sarney, que estava nos Estados Unidos e retornou as pressas ao Maranhão na tentativa de evitar uma debandada ainda maior de aliados.

Outro motivo de grande preocupação diz respeito a aliança dinista composta siglas do porte do PCdoB, PDT, PSB, DEM, PTB, Solidariedade, PT e mais sete legendas de pequeno porte, enquanto não a candidata Roseana não consegue atrair nenhum legenda de médio porte paras seu palanque, devendo se contentar, caso mantenha a candidatura, com algumas siglas nanicas e sem a menor expressão.

O PSDB vai com Roberto Rocha, mas, a exemplo de Roseana, não tem despertado interesse nos partidos que não participar com candidato próprio da eleição majoritária de governador por conta da falta de perspectiva de crescimento. Já Maura Jorge e Ricardo Murad enfrentam os mesmos problemas entre os nanicos.

Se levarmos em consideração as quatorze siglas da aliança dinista, as que servem às candidaturas de Roseana, Ricardo Murad, Maura Jorge e Roberto Rocha e se observamos que as legenda de esquerda (PCB, PSOL e PSTU) também apresentarão seus representantes na eleição majoritária, restará poucas legendas a serem conquistadas.

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