3 de março de 2015

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03/03/2015 -

Jorge Vieira -

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Dutra reage contra adesão do sarnopetismo ao governo de Flávio Dino

A decisão do ex-deputado Domingos
Dutra denunciar o encontro do secretário Márcio Jerry com a executiva estadual
do PT para acertar o ingresso do Sarnopetismo (dirigentes e militantes do PT
adestrados pelo ex-senador José Sarney que apoiaram o candidato da oligarquia
derrotado nas eleições de 2014) no governo repercutiu positivamente entre aqueles que lutaram
contra esse grupo de oportunistas, travestidos de esquerda, para
livrar o Maranhão do domínio da oligarquia perversa, corrupta e que levou o
estado a ostentar os piores indicadores econômicos e sociais do país.

Indignado como a forma rasteira
com que os verdadeiros aliados estão sendo postos de lado ou simplesmente triturados
pelos que se dizem donos do poder, Dutra recorreu às redes sociais para
protestar e falar o que pensa sobre esta aproximação indesejada por quem se entregou
de corpo e alma à luta contra o grupo Sarney e não aceita que petistas caídos, alguns, inclusive,
ficha sujas, como o presidente Raimundo Monteiro, se aproximem justamente do
governo que tudo fizeram para derrotar.

Para o ex-deputado, que devolveu
a Representação do Maranhão em Brasília para o governador, após ser nomeado, “é
impressionante a mesma turma que fez de tudo para evitar a eleição de Jackson
Lago em 2006; que entregou o PT para oligarquia em 2010 para evitar a eleição
de Flávio; que me fez fazer greve de fome com Manoel (da Conceição) e Terezinha
(Fernandes), na defesa de Flávio Dino, e que fez tudo para eleger Lobinho
(Lobão Filho) em 2014, agora se reúne com o homem forte do governo Flávio Dino
para entrar no governo de mudanças tendo antes consultado o senador João
Alberto. Todos de dentes acessos em busca de queijo. É ou não é impressionante?”,
questiona Dutra.

Realmente é triste e lamentável
que pessoas da estirpe de Raimundo Monteiro, José Antônio Heluy, Fernando
Xetrepa, entre outros caídos, ainda participem de reunião com integrantes do
governo para exigir cargos e acertar adesão. As corrente que se articulam em torno do movimento Resistência Petista, que esteve na campanha de Dino contra orientação da direção nacional do PT, sequer deram quórum na reunião em que a proposta de adesão ao governo seria votada. Esse agrupamento é contra a adesão e quer esse time comandado por Monteiro longe da administração estadual.

                

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