14 de setembro de 2018

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14/09/2018 -

Jorge Vieira -

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Cerca de 9 mil policiais atuarão diretamente na segurança das eleições 2018 no Maranhão

Os juízes das 105 zonas eleitorais do Maranhão juntamente com os outros 20 que atuarão nas juntas especiais passaram a manhã desta sexta (14) na sede do Tribunal Regional Eleitoral numa última reunião para tratar de temas acerca das eleições 2018, presidida pelo desembargador Tyrone Silva, vice-presidente e corregedor eleitoral.

Participaram também do evento o procurador regional eleitoral Pedro Henrique de Oliveira Castelo Branco; o presidente da Associação dos Magistrados do Maranhão, juiz Angelo Antonio Alencar dos Santos, o comandante do 24º Batalhão de Infantaria de Selva, tenente coronel Marcus Vinícius Soares Guimarães de Oliveira, o comandante geral da Polícia Militar, coronel Jorge Allen Guerra Luongo, o comandante-adjunto do Corpo de Bombeiros, coronel Izac Muniz Matos, e o diretor-geral do TRE, Flávio Vinícius Araujo Costa.

O desembargador Tyrone Silva  observou que o objetivo da reunião foi orientar e esclarecer possíveis dúvidas, além de responder questionamentos pertinentes ao processo eleitoral, não esquecendo de reforçar que os juízes eleitorais são autoridades constituídas pelo estado democrático de direito que representam os interesses da sociedade. “É importante que cada juiz, na sua respectiva zona, funcione de forma que o trabalho reflita toda a seriedade e correção com que a Justiça Eleitoral é reconhecida no mundo inteiro”, frisou.

Segurança – Tropas federais foram autorizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral a atuar em 72 municípios do estado, obedecendo rigorosamente à legislação vigente e à orientação do escalão superior, não podendo, no entanto, reprimir ou disciplinar a propaganda político-partidária, organizar filar, manusear urnas ou distribuir senhas, muito menos atender decisões que regulamentem o funcionamento de locais de diversão ou de estabelecimentos comerciais. Também não podem prender ou deter, nem permitir, a prisão de membros de mesas receptoras de votos, de fiscais de partidos ou de candidatos no exercício de suas funções, ressalvados os casos de flagrante delito. O comandante Marcus Vinícius (24º BIS) explicou que as tropas só obedecerão ordens por escrito e coerentes com a missão eleitoral ou expressamente autorizadas pelo comando superior.

Do Exército, especificamente do Comando do Norte (Maranhão, Macapá e Pará), serão cerca de 600 militares no total, a maioria do 24º BIS, sediado no Maranhão.

Outros números – Da Polícia Militar serão quase 8 mil homens, com equipes de helicópteros em 3 cidades (São Luís, Imperatriz e Presidente Dutra) e de pronto emprego, entre outros batalhões.

Do Corpo de Bombeiros, que cuidam da guarda das urnas eletrônicas nas cidades que compõem a grande ilha (São Luís, Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar) e ainda naquelas onde existem unidades da corporação, serão 240 apenas em São Luís.

Das polícias civil e federal, os números oficiais ainda não foram apresentados ao TRE-MA, mas eles também compõem o aparato de segurança previsto para trabalhar nas eleições.

Os temas oficialização dos sistemas, procedimentos nas juntas eleitorais, transmissão de dados, processamento de boletins, tratamento de pendências, totalização, suporte técnico às eleições, auditoria das urnas eletrônicas, poder de polícia, inovações nos locais de votação e seções eleitorais, planejamento estratégico e comunicação também foram temas abordados durante a reunião.

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