Administração de Castelo transformou São Luís num caos – Jorge Vieira

1 de julho de 2011

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01/07/2011 -

Jorge Vieira -

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Administração de Castelo transformou São Luís num caos

O ludovicense e aqueles que escolheram a “Ilha dos Amores” para viver, provavelmente, nunca viram a cidade tão maltratada e sem perspectiva de sair do buraco em que o prefeito João Castelo a colocou.

Tido como político experiente, tocador de obras, Castelo decepciona até mesmo aqueles de sua geração, pois se mostra incapaz de dar uma resposta à população que lhe confiou o voto. Nada funciona nesta administração com um mínimo de eficiência.

Quando as chuvas começaram, no início deste ano, o prefeito veio a público anunciar que não dava para trabalhar no inverno, mas que tão logo parasse de chover iniciaria o processo de recuperação dos estragos.

A população, ao longo de seis meses, teve que conviver com ruas transformadas em crateras e as principais avenidas em tábua de pirulito. Ai surgiu o prefeito mais uma vez para anunciar o plano de recuperação da malha viária.

Era tudo que a população desejava ouvir do seu governante após seis meses de transtornos, principalmente no setor de trânsito e transporte, mas ao invés de cumprir o que havia prometido, reiniciou a velha e ineficiente operação tapa-buraco.
Como conseqüência, as avenidas estão cheias de lombadas, todas remendadas e com aspecto horrível. Na periferia então a situação é de calamidade. Erosões transformaram ruas em crateras e as tornaram intrafegáveis.Não existe a mínima presença do poder público.

O trânsito virou um caos. O Clodomir Paz (PDT), ao assumir o posto de secretário municipal de Transportes, pediu três meses de tolerância da população para recuperar a sinalização da cidade. Já se passarem seis meses e os semáforos continuam sem funcionar, as faixas de pedestres apagaram e os agentes de trânsito sumiram.

São Luís virou uma bagunça, os serviços oferecidos são de péssima qualidade, particularmente no setor de Saúde, só Castelo não consegue enxergar, nada parece sensibilizá-lo. O prefeito só tem olhos para articular a sua reeleição.
Mas desta vez os partidos parecem dispostos a não embarcar na aventura. O PPS já pulou fora do barco e vai disputar o comando da capital, o PDT acordou e tende lançar candidato próprio, enquanto o PTC deve apresentar a candidatura de Edivaldo Júnior. Restarão apenas as siglas de aluguel.
Se pagar adiantado é capaz de reunir uma série de legendas nanicas em torno da coligação que dará sustentação à sua tentativa de permanecer maltratando a cidade. Se o “acerto” ficar prá depois, corre o risco de ir sozinho para a aventura, pois no meio político ninguém escreve o que João Castelo fala. É tido como homem sem palavra, não cumpre acordo.          

O prefeito além de não trabalhar para recuperar a cidade, ainda delegou poderes à filha, Gardênia Castelo (PSDB), e na prefeitura nada é resolvido sem o aval dela. Cabe a ela e não ao prefeito responder as cobranças e os ataques da oposição contra a prefeitura e quando vai à tribuna esquece a condição de parlamentar e fala com o se fosse prefeita de fato e de direito.

A administração caótica de Castelo/Gardênia está encorajando a grande maioria dos partidos lançarem candidatos próprios à sucessão em 2012 e, ao que tudo indica, teremos um número elevado de postulantes ao cargo, sinal que a credibilidade do prefeito vai de mal a pior.

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