22 de Maio de 2015

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22/05/2015 -

Jorge Vieira -

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A mão firme do governo contra a agiotagem

A deputada Andréa Murad, num
confuso pronunciamento, na última quinta-feira (21), na tribuna da Assembleia
Legislativa, ainda que de forma inconsciente, acabou concordando com a imparcialidade
das operações policiais contra o crime de agiotagem no Estado. A parlamentar
reconheceu que as ações do Graeco e da Polícia Civil estão alcançando também
políticos aliados ao Palácio dos Leões.
A parlamentar tentou passar
para a população que as operações contra o crime de agiotagem teriam por
finalidade atingir apenas adversário do governador Flávio Dino, mas acabou se contradizendo
e, ainda que sem querer, acabou concordando que o trabalho da polícia não
possui interferência política, na medida que não está poupando ninguém, nem os
aliados do governo.
Alguém precisa dizer para a
deputada que a investigação sobre agiotagem é uma determinação do governo e
quem estiver envolvido que arque com as com as consequências. O que ela não diz
é que a grande maioria dos prefeitos envolvidos nesta modalidade de crime
pertencem ao grupo comandado pela ex-governadora Roseana Sarney, envolvida até
o pescoço na roubalheira da Petrobras e outros crimes de corrupção, como o caso
do precatório de R$ 120 milhões da Constran.
Não adianta a parlamentar
fazer seu teatro diário na Assembleia Legislativa, insultar o governador que
combate a corrupção sem qualquer indício de provas, se todos no Maranhão conhecem
sua origem e sabem que ela nasceu e convive num antro de corruptos, tendo como
chefe maior o seu pai Ricardo Murad, um especialista em assaltar cofres
públicos via dispensa de licitação e outros mecanismos. Basta ver a montanha de
processos que responde.

O discurso da parlamentar,
desprovido de qualquer veracidade ou lógica, já não merece sequer resposta dos
aliados do governador, que a deixam jogando palavras ao vento. A final nem
todos querem descer ao baixo nível da parlamentar, uma espécie de boneca de ventríloquo
do pai, que só sabe agredir, mas quando é agredida avoca a condição de mulher e
se faz de vítima. 

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