10 de outubro de 2017

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10/10/2017 -

Jorge Vieira -

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A aliança de Roseana Sarney com Roberto Rocha ou o cruzamento da zebra com o gato maracajá

JM Cunha Santos – Seria o cruzamento da zebra com o gato maracajá uma execrável união entre Roseana Sarney e Roberto Rocha num ocasional e improvável segundo turno das eleições de 2018, em que os dois, para azar do Maranhão, se juntassem na disputa pelo cargo de governador.

Explico: o gato maracajá é tido como um dos animais mais traíras do mundo, capaz de imitar vozes de outros mamíferos para atrair suas crias e devorá-las. Ele canta com os pássaros antes de envolve-los em suas garras e cortar voos a meio do caminho. Ainda bem que esse animal só tem poucos centímetros, senão seria um verdadeiro desastre serial.

A zebra, em sua imponência listrada, sempre de pescoço erguido e com ar de superioridade, é um animal extremamente preguiçoso, não gosta de trabalhar. Assim como o gato, acostumou-se a viver às custas do trabalho alheio.

Convencida, a zebra só se alimenta de verdinhas. Por alto, por cima. É um animal pacato, mas ataca os irmãos se de alguma forma estes lhes ameaçam o poder familiar. Interessante é que a zebra faz parte da mesma família dos cavalos, dos burros e dos asnos: dá patadas, mas não entende de nada, não sabe de nada, não domina qualquer assunto, muito menos quando diz respeito a qualquer das fases de uma administração.

Assim, os dois, a zebra e o gato maracajá, costumam atrasar as vidas de todo mundo, pois só conseguem pensar em si mesmos, defender a si mesmos, seus projetos e suas pretensões, mesmo que isso custe a desgraça de toda a floresta.

Falam que o gato maracajá, além de traidor é mau pagador, tanto que ninguém mais no mundo quer trabalhar para ele. A zebra, engolindo todas as verdinhas, tem provocado sérias crises no meio ambiente, ameaçando de extinção vários animais, entre eles o lobo e o próprio gato maracajá.   Juntos, podem provocar uma verdadeira hecatombe social com o gato traindo todos que nele confiarem para se dar bem e a zebra consumindo tudo que der lucro para enriquecer seu arraial.

Quando se trata de trair e enganar um povo, no entanto, os dois vestem as mesmas listras. O gato confia no tamanho da zebra e a zebra confia na astúcia desonesta do gato. No final, são farinha do mesmo saco, tem a mesma origem fascista, a mesma capacidade daltônica de provocar ilusões.

Que se juntem, ninguém liga; ninguém quer estar com eles. Só o que temem todos é que desse cruzamento venha a nascer no Maranhão um novo José Sarney.

Crua credo, pé de pato, mangalô três vezes”.

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